Para supostamente defender as melhores causas já se cometeram as piores atrocidades. Em nome de Deus, da Justiça, da Igualdade, da Fraternidade e do Paraíso Terrestre muitas vidas humanas foram sacrificadas. Também a Liberdade já implicou muitas vítimas, recordando aquela frase, ao que parece datada dos tempos da 1ª República: quando ouço gritar “viva a liberdade” vou logo ver quem está a ser preso. A última boa causa é a não descriminação em função da raça, género, sexo, credo, etc. Para já não tem implicado muitas vidas humanas, mas já levou à queima de livros, que, como o passado indica, leva muitas vezes a que as fogueiras sejam destinadas a pessoas. Esperemos que se fiquem por aqui e que não contribuam para a pesada história dos crimes em defesa das boas causa e da sua pureza.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

Morreram mais de 20 pessoas nos “protestos” do Black Live Matters.
Errata: discriminação
Não era para publicar, bastava corrigir.
É o homem que mata o homem. O resto são apenas pretextos.
Como é que se ficam por aqui se neste momento existe um apartheid sanitário?
Como é que se ficam por aqui se continuam diariamente a cultivar um clima de ódio?
Como é que se ficam por aqui se a intolerância à diferença é constante?
Era bom era que não se ficassem por aqui, fossem dar uma volta, desamparassem a loja, e nos deixassem a nós, isso sim, ficar por aqui, em paz e sossego.
Hoje, às “novidades” da nova estação chamam-lhe “Causas”.
Hão-de desaparecer e ser substituídas por outras, como todas as Modas um pouco datadas. “Omnia praeterit”, nada a temer, portanto! Um certo aborrecimento “blasé” e a superficialidade dos tempos leva as pessoas à procura constante de novos estímulos (instantâneos, de preferência) e as “causas” são apenas isso : novas formas de hiper-excitação para diissipar o Tédio. Preencher o Vazio, talvez.
Cavalgar a onda, a “causa” do momento e o que “está a dar” fazem parte da volubilidade dos tempos. Hoje, procura-se “uma aventura!” e tudo é reduzido a “uma experiência dos sentidos”:
desde uma prova de vinho ou de um novo prato, passando (é claro!) pela estimulante Causa da estação, tudo é uma experiência ! E gratificante, qual Felicidade prêt-à-porter à distância do clic da foto virtual sempre à mão. A selfie, como símbolo. A montra. Tudo é efémero. Tudo é passageiro. Vive-se o momento e só o Presente existe.
Nada há a temer. A Inconstância é a marca destes tempos. Por isso (sem paradoxos!) a Previsibilidade do Futuro não nos apanhará de surpresa. Haverá sempre uma “última boa Causa” que espera por nós.
« Liberdade (Latim: Libertas) é, de maneira geral, a condição daquele que é livre. É um conceito que assume grande variedade de sentidos entre os diversos autores que se ocuparam do tema, sendo difícil atribuir um significado »
por cá só conheço a Avenida
‘descriminação em função da raça’ Inocentar em função de ser holstein-frísia, charolesa, laboreiro, caniche ou outra bicharada ? Mas que pensamento é este?
A ´não discriminação’.
Perante a lei, foi passo de liberdade.
Perante o corretês soprado a grito, é ofensa à liberdade.