Maioria absoluta do PS. Marcelo Rebelo de Sousa pode cantar vitória: exigiu estabilidade ao País, os portugueses fizeram-lhe a vontade. E advertiu em tempo útil PCP e BE: iriam suicidar-se se chumbassem o Orçamento do Estado. Eles não lhe deram ouvidos, o resultado aí está: fuga em massa de eleitores comunistas e bloquistas para o partido do governo, que sai das urnas robusto como quase nunca se viu. O alegado Bloco é esmagado: tinha 19 deputados, restam-lhe cinco. Quanto ao PSD, que passou meses a jurar que viabilizaria um executivo socialista, obteve a resposta: para quê desviar votos para o subalterno quando se pode eleger o superior hierárquico?
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

Agora até podem não aplicar o tão apregoado e publicitado OE de capa azul.
Quem é que pode dizer, com excepção do PAN que não votou contra, quando são aplicadas as promessas do OE?
PAN? O que é isso?
People Animals Nature, que por cá está siglado PAN – Partido Pessoas-Animais-Natureza.
Mas, porquê a pergunta a uma dúvida tão polilon .
Pensei que fosse do Walt Disney. Peter Pan.
Nesse eu votaria.
Análises e mais análises aos resultados das sondagens…
Afinal as sondagens estavam mesmo equivocadas. Surpresa.
O resultado foi o melhor para o país.
É tarefa urgente, sondar as sondagens.
Aquela sondagem do Rio e a direita à frente (ai que medo) foi uma trafulhice propositada?
É um caso de polícia? Com a argumentação de como é que o fiel eleitorado do PCP muda para o PS (Avis, Mora, Couço p.ex.) ou do PSD (Viseu, Bragança, Vila Real), com medo da não aplicação do OE azul, dá para uma queixa ao Ministério Público
(Foi de mestre.)
O que deve fazer-nos reflectir é como a proliferação de sondagens apontando para empate técnico (e uma, mais desvairada do que as restantes, prevendo vitória do PSD) faz mobilizar milhares de votos para Costa (subiu cerca de 350 mil face às legislativas de 2019) e não para o PSD.
Um polariza do centro para a esquerda, o outro é incapaz de polarizar do centro para a direita. Ao fim de quatro anos como presidente do maior partido da oposição.
Agora “só” falta o mais fácil: A. Costa cumprir o prometido.
Uma das promesas já caiu: englobar no IRS os rendimentos (dos dos ricos)….
Quais serão as próximas promessas a cair?.
Rio, pelo menos, vai cumprir a principal promessa feita aos portugueses: deixar o PS governar.
As sondagens apenas serviram para dizer aos portugueses “vão votar PS ou voltam a levar com o PSD, que ainda por cima está aberto a negociações com a extrema-direita”. E o povo fez isso. O povo não quer a direita de volta. O povo não quer acordos com a extrema-direita. Não passaram.
“Povo” é precisamente um conceito de que a direita mais extremista e populista usa e abusa.
Em democracia não existe povo, só nos hinos que exaltam o brio pátrio com laivos nacionalistas.
Em democracia há eleitores. É só. E é quanto basta.
O povo tem medo de perda de rendimentos. Quem diz povo, diz funcionários públicos e pensionistas.
O “povo” quer lá saber do Ventura, tem medo é que o Passos regresse para lhes tirar o 13o.
O povo tem medo é do Salazar. Vive apavorado a pensar nele. Por isso foi a correr votar no Costa.
O sr. presidente da República será a garantia que não pisaremos o risco.
Que Deus nos acuda.
“O que falhou nestas eleições foi o povo português”, declarou uma vice-presidente de Rio, agora reeleita deputada. Ingrata, para não dizer patética.
Uma frase que ajuda a explicar por que o PSD perdeu esta eleição, com o segundo pior resultado da sua história, encolhendo ainda mais o grupo parlamentar – que Rio já tinha encolhido em 2019.
Rio: quatro anos como presidente do PSD, quatro derrotas eleitorais.
Só falta virem agora dizer que a culpa é do Presidente da República.
Não escondo a minha desilusão, nem tanto com a vitória do PS sobre o PSD mas mais pelo fraca prestação da direita face à esquerda. Mas que Rui Tavares tenha sido eleito e Francisco Rodrigues dos Santos não, sinto-o mais como revolta do que como desilusão. Neste pormenor o sentimento sobrepõe-se à racionalidade.
P.S. Não sou nem nunca votei CDS.
Santos fez tudo errado. Silenciou a oposição interna, transformou o partido num clube de amigos, recusou o congresso, teve medo de ser confrontado na eleição directa, excluiu das listas eleitorais todos os deputados anteriores e tentou em desespero anichar-se na bolsa marsupial do PSD, que o mandou bugiar.
Participou nesta campanha como numa corrida para uma associação de estudantes. A produzir videozinhos giros, com “muitos likes” nas redes ditas sociais.
Sem perceber o mais elementar: alguém com medo de enfrentar Nuno Melo jamais poderia beliscar sequer António Costa.
Realmente essa senhora parecia, ou é, uma tia de Cascais ou da Foz a explicar às Mikás e as Tatões o desastre do Rio seco.
Parece um cruzamento da Lili Caneças com a falecida duquesa de Alba. Sem saber dançar sevihanas.
É verdade. Vergonha alheia desse quartel general do Rio, que depois da hecatombe, continua sem noção … merecem-se todos.
Esta tonta que insulta os eleitores acaba de ser eleita deputada.
Talvez tenha alguma razão em insultá-los. Se calhar não queria ir para o parlamento, sabe-se lá.
“O que falhou nestas eleições foi o povo português”, declarou uma vice-presidente de Rio, agora reeleita deputada. Ingrata, para não dizer patética.
Ela tem razão, têm falhado muito como se vê pelos resultados do país. Dependente dos subsídios europeus, definhando demográficamente, sendo ultrapassado em prosperidade pelos mais diversos países.
A grande esperança dos Portugueses é a “bazuca” e isto diz tudo.
Mais fácil do que mudarem de povo é você e a tal deputada, ex-vice-presidente de Rio, mudarem de país. Escolham, de preferência, um país onde não haja eleições.
Que tal a China?
Por haver eleições é que são criticáveis seja sentido positivo ou negativo. Em democracia ninguém está livre de criticas inclusive o “povo” que por estar em democracia toma decisões.
Já o Pedro Correia é que parece que quer a censura Chinesa onde não se pode criticar , transformando o povo num Mao Tse Tung.
Então mas qual “povo” é que deve ser criticado?
O “povo” que votou na maioria, o “povo” que critica a maioria ou o “povo” que se está marimbando para a maioria?
Não será melhor respeitar a decisão dos “povos” seja ela qual for, e aceitar que nem sempre é a nossa opinião que está certa?
A democracia é isto mesmo, poder votar em liberdade, tanto nos partidos que ganham como nos partidos que perdem. No fim é só fazer as contas, e respeitar quem ganhou. É tão simples quanto isto. Para quê complicar?
Alguns “democratas” só celebram a democracia se o “povo” votar como eles, iluminados e esclarecidos, entendem.
Percebem pouco de democracia. Falta-lhes perceber, por exemplo, que o “povo” não vota. Esse substantivo abstracto é próprio de regimes despóticos.
Em democracia autêntica, votam os eleitores. Substantivo concreto.
“Não será melhor respeitar a decisão dos “povos” seja ela qual for, e aceitar que nem sempre é a nossa opinião que está certa?”
Que raio de confusão de significados na sua cabeça.
Criticar uma decisão em democracia é falta de respeito?
Criticar uma decisão em democracia não é falta de respeito, o que é falta de respeito é a minoria que perde fazer uso de uma pseudo superioridade intelectual para atacar a maioria que ganha.
Os jovens esqueceram-se de ir votar…
Os jovens votam muito menos PS, PSD e PCP do que os pais e avós, como é óbvio. Do CDS nem se fala: tem a Servilusa à porta.
Então votam em quem? No Chega não, isso são os velhos saudosistas do Salazar. Não fazem parte da classe operária, portanto o PCP está fora. Votam IL e Bloco, apenas? Ou ficam em casa a jogar CounterStrike e Minecraft.
As contínuas referências ao Salazar – morto há 51 anos, desaparecido da política há 53 – nunca deixam de me espantar. Como se vivêssemos num sarcófago e não num país da União Europeia em pleno século XXI.
Faz parte dum argumentário hoje sem qualquer sentido. Daí os 4,4% agora obtidos nas urnas pelo Partido Comunista – derrotado inapelavelmente pela demografia. Vai definhando até atingir a votação residual do MRPP.
A maioria dos jovens (até aos 25 anos) votou Chega-PSD-IL. Foi para esses que o Chega gastou quase 6 milhões de euros, a pagar a influencers (usando empresas, da região de Lisboa, Porto e Penafiel, além de uma misteriosa empresa sediada em Chipre que contratou 500 pessoas, no tiktok e instagram, para promoverem as ideias do Chega, sem usarem os nomes, usando as hashtags, pelos quais pagaram de 1000 a 300000 euros, o que dá mais de 4,4 milhões de euros).
É por isso que o Chega elegeu nos grandes distritos porque os votos dispersos pelos outros, voltaram a ficar a menos de 33% do que obteve o Ventura individualmente.
No caso do IL é uma variação PSD-CDS, baseada nos universitários a quem é vendida a ideia que o “liberalismo dá 100% de crescimento do PIB, baseado em baixos impostos e lucro distribuído, para investir no futuro.” Aníbal Cavaco Silva, num livro de Macroeconomia, usado em todos os cursos superiores de economia, contabilidade e finanças, desde 2001. O Cotrim aproveitou a redução das festas académicas, onde o PSD e CDS abusam em investir em eventos das suas juventudes partidárias, como foram exemplo as queimas das fitas de 2019, em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e Setúbal, todas patrocinadas pela JSD com 30 cêntimos por cada garrafa de cerveja vendida.
Já falou no Cavaco, está quase a falar no Passos.
Não se acanhe, desembuche.
Estou velho. No meu tempo o grosso do pessoal universitário era de esquerda. Amanhãs que cantam e o camandro. Até porque essas cenas das bubadeiras com tinto do garrafão e das brocas não era bem visto pelos conservadores jovens de direita. Juventudes, havia de todas as cores, mas a rosinha e as encarnadas estavam em força. Agora os putos são todos liberais de direita.
Essa coisa de pagar a influencers, no dia em que o PS descobrir que pode usar a net para influenciar pessoas, upa upa… vai ter acimas dos 11 milhões de votos.
Neste tempo “o grosso do pessoal universitário” emigra. Cerca de 250 mil jovens emigraram entre 2017 e 2019. ontinuam-a-pensar-em-emigrar-mas-so-com-g arantias/
https://eco.sapo.pt/2021/06/03/jovens-c
Não vão grossos, vão sóbrios. Para ganharem a vida longe deste país, que parece ser só para velhos.
Então mas não foi em 2013 que o Rangel queria fazer uma Agência para a emigração tal era o sucesso que esta estava a ter junto dos jovens? Ou, como isto foi no tempo do Passos Coelho é para esquecer?
Prossegue o guião. De manhã falam no Passos, à tarde chega o Salazar.
Em noites de insónia nunca falha o Hitler.
Tá bem, mas diga lá, foi ou não foi no governo daquele cujo nome você tem dificuldade em reconhecer, que a emigração dos jovens teve um aumento substancial?
Foi ou não foi aquele cujo nome você tem dificuldade em reconhecer, que disse para os jovens emigrarem?
E já agora, foi ou não foi por causa das políticas daquele cujo nome você tem dificuldade em reconhecer que o PS teve a maioria absoluta?
Não desanime. Um dia o Passos há-de ser corrido do governo. Ainda não foi desta, mas há-de acontecer.
Pode crer, o homem branco que nos trouxe até aqui tem de ser morto. Para acabar com o passismo temos de matar o homem branco provocador e passista.
Ó lá.
E heterossexual, ainda por cima.
E, inexplicavelmente, vão sem que seja o Passos a mandá-los ir. Como isso isso se explica?
Mesmo assim a culpa é sempre do Passos. Mesmo que o Passos se chame Costa.
Deviam era emigrar antes do País gastar dinheiro a dar-lhes o canudo.Assim dão á sola com a papinha feita. Se eu mandasse,tinham que pagar até ao último cêntimo.
Se você mandasse teria origem goesa, era adepto do Benfica, militante do PS desde sempre, político profissional há 40 anos e primeiro-ministro há seis.
Mas o António Costa é primeiro ministro há 6 anos e que eu saiba os Médicos que se formam cá e vão embora, não devolvem nada ao Estado. Deve estar enganado no País. As minhas origens são portuguesas, não milito em nenhum partido e sou com muito orgulho do SCP.😀
Origem goesa e portuguesa é equivalente. Porque Costa, quando nasceu, Goa estava politicamente, culturalmente e afectivamente integrada em Portugal. Aliás ele é alfacinha: nasceu em Lisboa. De origem goesa era o pai, que nem tinha nascido em Goa mas em Lourenço Marques. Portuguesíssimo
Tendo em conta que, ao contrário dos EUA, não há em Portugal quaisquer sondagens sobre o sentido de voto das mais diversas faixas etárias, parece-me difícil dizer em quem é que os jovens votam (até porque nem sei a definição de “jovem”).
Eu diria que a maioria vota PS e de seguida PSD (não me parece que sejam diferentes dos restantes eleitores), só que esses costumam ter menos vida social no Facebook ou no Instagram. Os que mais usam redes sociais costumam estar divididos entre BE e IL. E claro, ainda há a abstenção que ganha sempre.
Entre 2017 e 2019, antes da pandemia, cerca de 250 mil votaram. Com os pés. ontinuam-a-pensar-em-emigrar-mas-so-com-g arantias/
https://eco.sapo.pt/2021/06/03/jovens-c
Esses 250 mil são os que têm sorte em poder emigrar, muitos não tem poder financeiro para isso.
Se cá continuarem, muitos deles, nunca terão poder financeiro para nada.
É preciso poder financeiro para emigrar? Falamos da forçada ou voluntária?
Claro que não é preciso poder financeiro para emigrar. Quem referiu isso foi você, ali mais acima.
Ou outro anónimo igualzinho a si.
Volta e meia sai anónimo.
Já agora, quem são os entusiastas da maioria absoluta?
Volta e meia sai anónimo. Outras vezes sai anonimus.
Não distingo entre uns e outros.
Se na verdade a legitimidade do conteúdo está ligado à assinatura, podem sempre restringir os comentários aos registados.
Aceitar anónimos, balios e vs e depois mandar piadinhas a quando a conversa não interessa é um ‘cadinho infantil.
Estás a gastar o teu latim em vão, “anonimus”. Em 13 anos de blogue, já muitos me vieram com as mesmas lérias – e em melhor português que o teu.
É assim em democracia, Pedro. Resta esperar que a ” mãozinha fechada” não abra mão dos compromissos e responsabilidades eleitorais. Duvido, mas acato a decisão popular. Estrebuchar para quê, se afinal o povo é quem mais ordena?
É o princípio básico da democracia, Maria Dulce: o povo é quem mais ordena.
E o povo é sereno, como ensinou o almirante. O outro, não este.
O PSD não perdeu por jurar que viabilizaria um executivo socialista, o PSD perdeu porque fez uma aliança com o Chega nos Açores e estava a preparar-se para fazer o mesmo no Continente.
O PSD perdeu porque fez uma campanha virada para os empresários e patrões esquecendo que o eleitorado é maioritariamente trabalhador e reformado.
Em suma, o PSD perdeu porque o povo guarda na memória o desastre da governação do Passos Coelho, e ainda tem presente o corte nas pensões, o roubo do 13° mês e o imposto extraordinário.
A meio da manhã, já vamos nisto: a culpa é do Passos.
Lá para o fim da tarde ainda há-de aparecer alguém a falar no Pinochet. E à noite surge a inevitável referência ao Hitler. Nunca falha.
«pichonet»
PSD perdeu porque não passam de falsos que pagam a outros para dizer aquilo que não quiseram dizer.
Rui Rio fartou-se de dizer que não se aliava ao Chega… depois de terem assinado o acordo, nos Açores, 12 horas após os resultados estarem definidos. Ora se 2 partidos que se dizem tão diferentes, assinam um acordo criado na madrugada após as eleições, é porque o acordo já estava escrito e negociado, antes do primeiro eleitor votar. E um dos deputados, eleito pelo Chega, saltou fora do partido, sendo que já voltou a ser militante do PSD, sendo independente no parlamento regional. O outro foi o filme que se viu…salvou André Ventura e salvou os 6700 euros mensais que recebe, ao não fazer o que o “grande líder” lhe ordenou. Era a esse que André Ventura devia estar a agradecer pelo resultado que obteve, mesmo que tenha ficado a menos de 45% do valor “mínimo” que o Chega definiu para estas eleições.
Rio porque é Rio. Um perdedor nato.
Não seja assim, afinal o que é que é pior é o PS ganhar com maioria absoluta ou é o Sporting perder?
O Pedro Correia não quer admitir, mas é verdade.
De um lado está um partido que promete aumentar o salário mínimo, as pensões e rendimentos dos funcionários públicos. Do outro está um partido que da última vez (e para o Zé é indiferente o porquê) tirou o subsídio de Natal e meteu um brutal aumento de impostos.
Quantas vezes ouvi, se a Direita regressar ao poder, vão aumentar impostos, cortar as pensões, congelar salários da FP.
Em quem acha que um país que depende em larga escala directamente do Estado vai votar?
Já andam por aqui a saltitar os primeiros entusiastas da maioria absoluta. Devem ser devotos do Cavaco e do Sócrates, esses dois ilustres precedentes da fórmula, tão rara na Europa democrática.
Não é para admirar. A um e a outro nunca faltaram falanges de apoio nem clubes de fãs.
Eu não percebo a lógica de certas pessoas, só é democracia quando convém? Eu não votei no C. Moedas mas respeito a votação, agora ganhou o P.S. tenho que respeitar também. Penso que se chama Democracia.
Certíssimo.
Afinal, é óbvio. O PS não ganhou por ter boas soluções para tirar o país da cauda da Europa, onde, ingloriamente, se vai arrastando. Afinal a grande vitória socialista deve-se ao medo.
Que honra para o PS!
E muito auspicioso para o país!
Os betos que têm inundado as redes sociais a dizer que vão emigrar, a Romênia e a “Chequelovaquia”, estão na aí á vossa espera.
Honra ou não ganham.
As pessoas votam neles porque estão satisfeitas, por medo que os outros façam pior, mas votam.
A verdade é que num país com tanto dependente directo do Estado, o factor “Troika” ainda tem o seu peso.
Alguns dos mais entusiastas com a nova maioria absoluta continuam entrincheirados no anonimato, como se tivessem vergonha em identificar-se.
Caramba, camaradas. O fascismo terminou. Podem sair da clandestinidade.
É a maioria silenciosa que, ao contrário do que os senhores Richard Nixon e António Spínola achavam, é de esquerda e não de direita.
Outro embuçado, por causa da PIDE. A combater corajosamente o fascismo em 2022.
Recordatória: O PS de Costa pediu 78.000MM € não havia dinheiro para pagar salários e pensões.
A ministra desse tempo queixou-se que quando entrou no Ministério não havia dinheiro para salários.
Aliás não havia dinheiro para Escolas, Universidades, Hospitais etc.
Sem Kapital e empresas fortes, não há trabalhadores e temos pobreza. Consta que já são 2,5Milhões. E mais 1 milhão com salário mínimo.
E então?
a dívida continua!
a miséria igualmente
felizmente comemoro o 31
31 de Janeiro. É hoje, precisamente.
Marcelo “O estabilizador” vai ter um resto de mandato penoso e irrelevante. Não creio que esteja muito contente. Costa não vai deixar.. “O Estado sou eu”. Fechou-lhe o chapéu de chuva.
Pedro Nuno Santos já não tem lugar no PS., só se for para liderar o BE.
Um povo que vota assim, não é vítima, é cúmplice.
Valha, finalmente, ao fim de mais de 40 anos de democracia, ver ser estripado do parlamento esse furúnculo chamada PEV
E para acabar, o Tordo fica..
É sempre mais fácil mudar o governo do que mudar o povo. Excepto, talvez, na Bielorrússia.
Antes de mudar o governo há que mudar a oposição. Esperar resultados diferentes sempre com a mesma solução não faz qualquer sentido, como dizia o outro.
E o CDS que foi removido do parlamento ficando em 11 lugar das eleições? Essa “esposa traída” do PSD não tem direito a publicidade? Ou é mais um dos membros da comunicação social que apostaram milhões de euros em como o PSD-Chega-IL-CDS iria chegar ao 181 deputados para criar os esquadrões de assassinos para matar quem piasse contra o grande líder, com autorização do Carlos Alexandre, em mandatos pro-forma onde bastaria adicionar o nome das pessoas?
“Esquadrões de assassinos”?
Desisti de tentar perceber aonde quer chegar.
Como dizia o poeta, só sei que não vou por aí.
Começou tão bem o fim de semana com o meu Sporting a ganhar… O A.C. mudou de cor de gravata,pronto,estragou tudo..😀 Mas aqueles 12….☹️
Indispensável nunca misturar política com futebol.
Dá sempre péssimo resultado.
Mesmo para Marcelo a coisa correu pessimamente. Após o detonar da geringonça, as sondagens chegaram a apontar para 138 a 150 deputados eleitos pela coligação PSD-CDS-Chega-IL. O que deixou a direita maravilhada pois, permitia que Rui Rio fosse governo e fizesse acordos com Chega e IL (pois o CDS iria coligado) conforme fosse o assunto, sem beliscar o eleitorado do PSD nem os extremistas e muito menos os que defendem o fim dos governo e a instauração de cooperações privadas para liderar os países.
Só que, os eleitores viram o que se passou nos Açores, onde o PSD e o Chega já tinham acordo de governação assinado, antes das eleições acontecerem, enquanto diziam “nunca”. Rui Rio espetou uma facada nas costas do CDS, que perdeu os financiadores para o IL e Chega, ficando desarmado. Nos debates vimos o PSD a apresentar versões do IRS fixo (perdas de receitas de 6400 milhões!!!!) que o IL andava a promover, vimos do PSD a ir pelos caminhos do Chega (acabar com todos os subsídios para cidadãos e aumentar em 7000000% os das empresas, sendo a fundo perdido e sem qualquer controlo).
Seguiu-se a PARVOÍCE de deixar que fosse uma “empresa de influencers” a usar a conta do Twitter para promover Rui Rio e a personagem “irónica”, que o líder do PSD montou para a campanha. Ninguém, até mesmo dentro do PSD, conhecia aquele Rui Rio. O homem desbocado e que se enerva com insignificâncias, desapareceu quando faltavam 30 dias para as eleições. O Rio que respondeu em Alemão, quando repetiram a pergunta sobre se se demitia, é o Rio que foi autarca no Porto e o que os eleitores do PSD conheciam… não era o que andou na campanha. Se alguém tinha ideia de mudar o governo, assustou-se com aquela situação e voltou a pensar nos Açores, onde o “nunca” não passava de uma mentira espetada em quem votou.
A esquerda há décadas que é sobe e desce. CDU já esteve com 4 deputados, surgiu o BE (agrupando 32 movimentos de esquerda que chegaram a ter presenças na Assembleia, nos anos 80 e 90) e tem andado para cima e para baixo. A direita sempre teve a maioria dos deputados, sem ser nos governos do Guterres e do Sócrates. Na esquerda as divisões eram gigantes e havia 3-4 esquerdas.
As coligações PSD-CDS garantiam controlo de muita coisa… até 2015. A direita desleixou-se, com quase 38 anos de facilidades, mesmo quando era oposição. Foi daí que nasceu o Chega (agrupamento de 794 grupos, maioria extremistas que possuem estatutos que violam a constituição nacional, como defenderem o homicídio por motivos políticos e a morte de mulheres por traição ao casamento). O Iniciativa Liberal foi a forma dos membros do PSD e do CDS, poderem pedir o fim do “estado social” e poderem dividir os benefícios de dizerem coisas que o PSD nunca poderia fazer… como o fim do ISP e do IA, ou as descidas do IRS e IRC, sem explicarem como iriam cobrir as perdas de receitas (estava no programa do IL, apresentado a 18 de Dezembro… “IVA único de 35%”, foi retirado, depois de um jornalista do ECO ter feito essa pergunta, num encontro de economistas, em Águeda).
A partir de dia 10, é preciso saber o que vai acontecer. CDS está sem receitas, sem deputados e com muitos membros a terem ido para o IL e Chega. Na esquerda, a liderança do PCP ficou fora da Assembleia e a demissão do Jerónimo vai acontecer na Primavera, para uma nova liderança entrar em funções no final do Outono. No BE, é provável alguma mudança, sem ser a liderança. Na assembleia, ficará a pergunta: Será que os 12 deputados do Chega se aguentam no grupo parlamentar até ao fim de 2022? Com tantos egos e coisas que violam as normas da nossa sociedade, vai ser complicado. No IL, com apoio de grandes empresas será possível crescerem mais?
Outro pormenor: a liderança da CAP (confederação de agricultores) apostou tudo numa vitória da direita e deitarem as mãos a 19000 milhões de euros… para comprarem automóveis de luxo (como aconteceu em 1990-1992). Com esta derrota, será que surge alguém que possa representar os agricultores portugueses, em vez de membros do PSD que se fazem passar por agricultores e 99,999999999999% dos seus rendimentos são comissões cobradas aos agricultores?
Perdi-me no meio dessa barafunda. Mas pode tentar outra vez.
😂😂😂😂😂 As suas respostas a certos comentários são um must!
Pedro Correia gabo-lhe a paciência. O tempo é seu.
Sou muito rápido a escrever. Ajuda.
Um ressabiado aqui!!!
Porque não diz que os eleitores do PSD fugiram para o CHEGA e o IL. Custa-lhe assim tanto admitir isso e agora acusa o Marcelo Rebelo de Sousa, Tenha dó!!!
José Saraiva
Há gente que esbanja pontos de exclamação como se escrevesse sempre aos gritos.
É o seu caso.
O PSD teve mais votantes que há 2 anos…
O PSD conseguiu ter ainda menos deputados do que em Outubro de 2019. E já então tinham sido poucos.
Uma eleição legislativa serve para eleger deputados.
E depois?
“Porque não diz que os eleitores do PSD fugiram para o CHEGA e o IL. “
Se teve mais votos, como se pode dizer que os eleitores fugiram?
Rio foi quatro vezes a votos, perdeu sempre para o PS de Costa.
Sai desta eleição ainda com menos deputados do que tinha conseguido em 2019.
O dia em que abandonar a presidência do PSD, que ocupa há quatro anos, será um dia muito triste para o PS.
Em 2019 elegeu 79. Agora elegeu só 71. Deverá ter 73, contando com os deputados da emigração.
Dizem que ele é bom em contas. Só se for em contas de subtrair. Nisso até parece ser craque.
Errata: elegeu 76, deverá ter 78. Menos um do que em 2019.
Ao contrário do que prometia, acabou por ser a noite eleitoral mais aborrecida de sempre —só comparável àquela estopada indecente quando Sócrates enganou as velhinhas de Trás-Os-Montes e não lhes disse que depois de passarem nas Grutas de Sto. António e de enfardarem um cozidinho na Malveira tinham de ir ao comício do PS.
Até tive de me pôr a ver um filme que já tinha visto.
Foi uma noite com momentos empolgantes. Como aquela cena na sede do BE com dezenas de militantes batendo palmas e gritando palavras de ordem para a sorridente líder que acabava de perder 79% dos deputados, encolhendo o grupo parlamentar de 19 para 5.
Havia ali uns toques de Tarentino e outros de Almodóvar.
O alegado Bloco é esmagado: tinha 19 deputados, restam-lhe cinco.
Curiosamente, o Bloco tem menos um deputado que o PCP, embora tenha obtido mais votos que o PCP.
Da mesma forma que o CDS teve mais votos do que o Livre e o PAN, mas ficou sem deputados enquanto que esses outros partidos obtiveram um cada.
Consequência lógica do método de Hondt, que premeia os votos mais concentrados e castiga os votos territorialmente mais dispersos.
O CDS também teve mais votos do que o PAN e o Livre sem conseguir eleger ninguém.
O seu segundo parágrafo é uma repetição do meu.
o método de Hondt […] premeia os votos mais concentrados e castiga os votos territorialmente mais dispersos
Não é o método de Hondt (sempre tão vilipendiado! é uma injustiça para com esse método) quem faz isso, é a divisão em círculos territoriais. A eleição de deputados por círculos eleitorais, em vez de pelo todo nacional (como se faz, por exemplo, em Israel), é que premeia a concentração dos votos num só círculo eleitoral.
Então… Mas o método de Hondt é precisamente isso.
Toda a gente sabe, excepto os recém-desembarcados da nave espacial.
Ah sim, o senhor Pedro Correia é que é o inteligente, quando parece desconhecer Matemática elementar que até os alunos de humanidades sabem. Culpar o método de Hondt pela falta de proporcionalidade no parlamento quando o problema está na existência de círculos eleitorais, que chegam a ter apenas 2 ou 3 deputados, é como culpar o cinto de segurança pelo acidente de viação.
Não. O método de Hondt é um método de transformar votos em deputados. (Se não sabe o que é, veja na wikipedia.) O método de Hondt tanto pode ser aplicado a círculos eleitorais grandes como a círculos eleitorais pequenos. Aquilo que distorce a representação parlamentar não é o método de Hondt (o qual é bastante justo e proporcional), mas sim a divisão do país em círculos eleitorais de muito pequena dimensão.
LOL. Isso é que é andar em círculos.
Mas… você acha mesmo que se aprende na Wikipédia?? Boa.
Diga isso as meninas do Bloco
As jeitosinhas, como disse o camarada Jerónimo?
Jerónimo anda saído da casca…
Isso era dantes. Agora anda combalido. Desejo-lhe boas e rápidas melhoras.
V, desta feita o balio tem razão. Aprende-se na escola, mas também se aprende na Wikipédia, assim como na vida. Procure aprender como funciona o método de hondt que, em Portugal, é aplicado distrito a distrito e não ao todo nacional.
O método d’Hondt reflecte a proporcionalidade. Se fosse aplicável ao país, o PS teria 45% (aproximadamente) dos deputados, que equivale à percentagem de votantes que obteve.
Com a distribuição desigual por circulos acaba por obter a maioria absoluta que nao obteve na óptica de uma pessoa – 1 voto.
Você vem repetir o que eu escrevi, aliás como sempre faz, observando que eu o repeti a si.
Sem perceber que eu só leio os seus primeiros parágrafos – geralmente aqueles em que você repete o que eu escrevi – e nunca os segundos, o que seria demasiado fastidioso.
Você, balio. Estes comentários a comentários encaixados uns nos outros por vezes prestam-se a confusão.
Vai ser uma estabilidade maravilhosa que só vai acabar quando os funcionários públicos deixarem de receber e certas empresas levantarem vôo de vez.
Os portugueses puderam optar entre um presente / futuro de trabalho e um presente de subsídios e futuro de ainda mais miséria, a escolha foi feita.
Muito provavelmente antes de 2026 cá estaremos espero eu.
WW
Onde é que foi parar o seu entusiasmo por Rio? Você andou aqui quatro anos a entoar-lhe hossanas como se ele fosse a última coca-cola do deserto.
Afinal era só uma miragem.
A minha escolha e as hossanas não renego e mantenho.
Portugal vive em democracia, ganha quem elege mais deputados, o PS ganhou e Portugal perdeu na minha opinião.
WW
É o que diz a tal senhora que foi vice-presidente de Rio: o problema são os portugueses.
Uma chatice, haver direito ao voto em Portugal, pensará ela. As escolhas deviam ser feitas pela Comissão Politica do PSD, à porta fechada, poupando os portuguess ao incomodo de escolherem quem governa.
https://sicnoticias.pt/eleicoes-legisla tivas/antiga-vice-presidente-do-psd-afir ma-que-o-povo-portugues-falhou-e-preferi u-acreditar-na-mentira/
Não existe um problema, existe um resultado eleitoral. Com consequências.
É preciso assumir que a maioria dos portugueses decidiu escolher o PS, Costa, Medina, Cabrita e colegas.
Isto não é como os discos do Marco Paulo, que eram os mais vendidos, mas que nunca alguém confessava ter comprado.
Vá lá dizer isso à tal senhora muito amiga do doutor Rio.
Não vale a pena por tal vitória apressar o canto do cisne de Marcelo Rebelo de Sousa.
Pois, não vale a pena. O cisne vai continuar a andar por aí.
Canto do cisne deu a defunta Aliança criada há quatro anos por Santana Lopes.
Uma pessoa que cria um partido e nas eleições vai apoiar o partido de onde saiu, não é um cisne é um pato bravo.
Já vi que há por aqui muitos adeptos do PAN. Um fala no cisne, outro no pato.
Bem dizia aquela betinha, que entrava na eleição para “dar voz aos animais”. Ela é que esteve quase a perder o pio.
Ainda bem que a rapariga lá está senão quem é que tratava dos 12 suínos?
Eles já são doze?
Para mim até são mais mas o Ba diz que são 12 e eu acredito.
Bê-a-Bá. Soa a escola primária.
Se o Ba só tem a escola primária não sei, só sei é que ele sabe-a toda.
Você pode continuar a tentar, mas algo me diz que ele não vai com a sua cara.
Boa sorte, de qualquer modo.
Enganou-se na etiqueta.
Quem? O quê?
maioria dissoluta com kosta no papel de RABEJADOR para tirar o ps do rabo da Europa
elogiar o passado com Sócrates
e enterrar o futuro
O psd ainda está colado à Troika. Aí, parabéns à máquina de propaganda do ps, nas redes, na comunicação social e nas acções de “cidadãos isentos”.
Como quem tem um tem medo, toca a dar voto a quem “repôs rendimentos “.
O resto são devaneios politólogos.
O PSD está tão colado à troika que nem conseguiu vencer as legislativas de 2015 nem as autárquicas de 2021 em Lisboa. Felizmente o antifascista Moedas, esse intrépido combatente anti-troika, liderou as massas na capital do País, libertando-a das trevas passistas.
A Cristas também era muito intrépida e também sonhava ser primeira-ministra, mas coitada confundiu as eleições.
Se o PSD não tivesse mexido nas reformas dos desgraçados dos reformados e se não tivesse feito a geringonça de extrema direita nos Açores, talvez tivesse tido sorte e conseguisse enganar alguns.
É a cartilha do fim de semana.
De segunda a sexta, a culpa é do Passos.
Ao sábado, a culpa é da Cristas. Com tempero misógino.
Ao domingo descansam, suponho. Como se fossem católicos.
No fundo, isto só confirma a profunda irrelevância de Rio. Tantos anos passados, e depois de duas derrotas estrondosas do PSD “rioista” em eleições legislativas, os adversários políticos ainda andam à procura dos inimigos ideológicos lá mais para trás.
Foi a vitória completa dos cornos mansos, subsidiados e medíocres
Cornos mansos passam um mau bocado, oiço nos telediários. Há seca extrema e falta de pasto.