POLITICAMENTE ABJETO “O Governo determinou à Proteção Civil a abertura de um “inquérito técnico urgente” ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas relativamente ao acidente com o helicóptero.” Quando um governo já de si suspeito manda uma suspeita entidade que tutela abrir um inquérito, dissipam-se duvidas e fica praticamente tudo dito. Eduardo Cabrita ainda será ministro e António Costa nosso primeiro?
É policiamento correto ver politicamente correto no politicamente incorrecto.
Gosto do politicamente correcto. O antigo, aquele de antes do AO90 ou dos tempos em que política era um conjunto de compromissos e não uns ajustes mais ou menos cativantes como no último decénio.
Este pensamento presta-se a várias ambiguidades. A minha definição unívoca e prosaica: – Politicamente correto é tudo o que está de acordo com ou que é aceitável pelo regime vigente. João de Brito
Há uns anos um amigo aproximou-se do grupo muito excitado. Tinha recebido um telefonema a informar que já era tio. Demos os parabéns e um de nós perguntou casualmente se era um puto. Com muito entusiasmo ele respondeu que não, que era uma puta. Risos gerais pelo lapso, claro. Nesta era fazemos o quê à palavra “puto”? Não é depreciativa. Proíbe-se? Ou escreve-se put@? Só problemas.
A iliteracia é tramada. Só em Portugal é que um governo chefiado por um tipo como Sócrates produz uma “resolução do conselho de ministros” que não pode revogar decretos ( entre eles, o Decreto 35228 de 8/12/45 que regulamenta legalmente a ortografia em Portugal) e é acatado… E só a iliteracia serve para complicar o óbivio: o acordo de 90 não tem qualquer força legar porque a regra da ratificação por unanimidade não pode ser modificada senão por… ratificação por unanimidade- o que pessoas como Marcelo sabe muito bem.
Nem mais, Pedro. E às vezes o “eu sou um gajo que sou muito frontal” não passa de má educação. Um grande abraço, feliz Natal e votos de que tenhas um ano, uma vida feliz. Z
Bom dia Pedro Correia.
E é politicamente muito correcto escrever – “politicamente incorrecto e incorrecta”.
António Cabral
Diz bem, caro António Cabral. Aliás é ainda mais politicamente correcto escrever-se “politicamente corret@”
POLITICAMENTE ABJETO
“O Governo determinou à Proteção Civil a abertura de um “inquérito técnico urgente” ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas relativamente ao acidente com o helicóptero.”
Quando um governo já de si suspeito manda uma suspeita entidade que tutela abrir um inquérito, dissipam-se duvidas e fica praticamente tudo dito.
Eduardo Cabrita ainda será ministro e António Costa nosso primeiro?
Outro tema, a abordar no local próprio. Sem correcção política.
Mas é politicamente incorrecto pensar “politicamente incorrecto”.
«Politicamente corret@»
É policiamento correto ver politicamente correto no politicamente incorrecto.
Gosto do politicamente correcto. O antigo, aquele de antes do AO90 ou dos tempos em que política era um conjunto de compromissos e não uns ajustes mais ou menos cativantes como no último decénio.
“É policiamento correto ver politicamente correto no politicamente incorrecto” também dá um bom pensamento. Da semana. Ou do mês. Ou do ano.
Nos dias que correm, Pedro, mais que pensamento parece ser sina…
Este pensamento presta-se a várias ambiguidades.
A minha definição unívoca e prosaica:
– Politicamente correto é tudo o que está de acordo com ou que é aceitável pelo regime vigente.
João de Brito
Politicamente correcto, qualquer dia, é escrever-se “cu-reto”.
Há uns anos um amigo aproximou-se do grupo muito excitado. Tinha recebido um telefonema a informar que já era tio. Demos os parabéns e um de nós perguntou casualmente se era um puto. Com muito entusiasmo ele respondeu que não, que era uma puta. Risos gerais pelo lapso, claro.
Nesta era fazemos o quê à palavra “puto”? Não é depreciativa. Proíbe-se? Ou escreve-se put@? Só problemas.
Diz-se cachorr@. Assim já não há problema. E o PAN aplaude.
É politicamente incorreto ser-se politicamente correto (ou pelo menos toda a gente diz que é politicamente incorreta).
É politicamente “correto” emitir corajosas opiniões anónimas.
A iliteracia é tramada. Só em Portugal é que um governo chefiado por um tipo como Sócrates produz uma “resolução do conselho de ministros” que não pode revogar decretos ( entre eles, o Decreto 35228 de 8/12/45 que regulamenta legalmente a ortografia em Portugal) e é acatado…
E só a iliteracia serve para complicar o óbivio: o acordo de 90 não tem qualquer força legar porque a regra da ratificação por unanimidade não pode ser modificada senão por… ratificação por unanimidade- o que pessoas como Marcelo sabe muito bem.
Um dia destes o correcto é ser-se incorrecto e o incorrecto, correto…correto?
Com tanto corte de consoante, qualquer dia é correcto escrever coreto.
sugestão para o próximo e sobretudo brilhante pensamento da próxima semana :
“o mercado abre a 1 de Janeiro e a alma… hã…hã… é o segredo” ;-P
logo após a audição !…desculpa, não resisti, hehehe!
Sugestão para si: um bom antipirético.
Nem mais, Pedro. E às vezes o “eu sou um gajo que sou muito frontal” não passa de má educação. Um grande abraço, feliz Natal e votos de que tenhas um ano, uma vida feliz.
Z
O mesmo para ti, meu amigo. Forte abraço natalício.