Os Óscares deste ano são os mais desinteressantes de que me lembro. Não vi um único filme dos nomeados – e a verdade é que não existe nenhum na lista que faça realmente questão de ver.
Valha-me 2012, que graças a vários regressos promete ser um excelente ano cinematográfico. Ridley Scott regressa ao seu melhor género, a ficção científica, e ao universo de Alien com Prometheus, a prequela-que-não-é-uma-prequela da obra-prima de 1979. Cristopher Nolan regressa a Gotham City e ao universo de Batman – o único super-herói que passou bem da banda desenhada para o grande ecrã – com The Dark Knight Rises, o capítulo final da sua trilogia sobre o sombrio alter ego de Bruce Wayne. E, por fim, resta o muito aguardado regresso de Peter Jackson à Terra Média, com a adaptação de The Hobbit, onde poderemos ver como Bilbo Baggings, entre muitas outras aventuras, encontrou o Anel que colocou em marcha os acontecimentos de The Lord of the Rings.
O trailer deste dificilmente poderia ser mais prometedor.

“The Tree of Life” é um dos grandes filmes das últimas duas ou três décadas – vale a pena ser visto.
Talvez. Mas não me despertou interesse. Para mim, o melhor filme que vi em 2011 foi Melancholia, de Lars Von Trier, mas esse nem nomeado foi.
Difícil, mas indispensável para quem goste muito de cinema, como é o meu caso!
Eu cá aguardo, juntamente com um fanático do Tolkien com 12 anos, a chegada do Hobbit:)
Tu e eu que “possuo” uma alma de criança dentro de mim!
E eu, que devorei a saga do Tolkien quando tinha a idade do fanático da Patrícia e ainda hoje me delicio com estes filmes. Não vou perder este. Viva o cinema!
Não podia estar mais de acordo, João.
E este trailer, belíssimo, devia ser enviado à Loja Mozart, para eles meditarem um pouco…:))
Não vale a pena… ainda eles se lembravam de abrir uma loja na Terra Média e aí estava o caldo entornado!
Também gosto muito deste trailer. Fiquei agradavelmente surpreendido ao ver que o Peter Jackson decidiu incluir a balada dos Anões no filme.
A trilogia que o Peter Jackson realizou é, na minha opinião, uma das obras-primas do cinema contemporâneo, tal como os livros de Tolkien o são na literatura. Fará certamente parte da rubrica «Passado Presente», aqui no Delito, em 2033, nas melhores perspectivas. Daí que espero, sem grande sensacionalismo, que o Hobbit vá pelo mesmo caminho. Cá estaremos.
Falta-te aí um ‘link’ para as nomeações, João.
Tens razão, Pedro. Já acrescentei.