7 comentários em “Pelo jornalismo a bem da verdade”
Os mais incisivos críticos do jornalismo sao os próprios jornalistas. E se não o sao deveriam se-lo. A julgar por algum \" jornalismo\" que vai fazendo em Portugal ( refiro-me a repórteres cabide de microfone, a mistura de opiniao com narrativa factual, ao umbigismo)parece faltar reflexão autocrítica. Mas e imperativo que a profissão regida por um quadro ético-normativo mas rigoroso continue a tentar aproximar-se o mais possível daquilo a chamamos verdade. Nenhum jornalismo do cidadão substitui o jornalismo serio.
Ps-a falta de alguma acentuação deve-se ao teclado do telemóvel.
Bela síntese sobre o trigo e o joio. Como todos os grupos profissionais, são corporativos quando os atacam em bloco, mas lá por dentro haverá de tudo (a avaliar pelo que leio). Antevejo várias ilhas… Numas reina o princípio do mérito. Noutras o ‘princípio da trepadeira de estaca’. Noutras o ‘princípio do comadrio’ ou ‘do compadrio’ (coisas diferentes!). E noutras ainda o ‘princípio da Castafiore’. Algum público percebe…
mas todos os que escrevemos devemos defender a profissão mais que nunca, embora seja mais uma das vitimas dos monopólios do nosso país…
José Cardoso Pires disse no seu grande “O Delfim”: «São jornais sem sobressaltos, é o que se pode dizer deles, lendo-os. E é o que eles nos dizem a nós, suando. Foram tão escorridos, tão lavados pela censura, que sujam as mãos.»
agora o fenómeno é diferente: «os jornais são tão pintados pelas cores fortes da vida, que nos deixam sem saber onde começa a notícia e acaba a opinião.» (a frase é minha)
Os mais incisivos críticos do jornalismo sao os próprios jornalistas. E se não o sao deveriam se-lo. A julgar por algum \" jornalismo\" que vai fazendo em Portugal ( refiro-me a repórteres cabide de microfone, a mistura de opiniao com narrativa factual, ao umbigismo)parece faltar reflexão autocrítica. Mas e imperativo que a profissão regida por um quadro ético-normativo mas rigoroso continue a tentar aproximar-se o mais possível daquilo a chamamos verdade. Nenhum jornalismo do cidadão substitui o jornalismo serio.
Ps-a falta de alguma acentuação deve-se ao teclado do telemóvel.
A crítica anda muito arredada da nossa cultura. A autocrítica pior ainda.
Bela síntese sobre o trigo e o joio. Como todos os grupos profissionais, são corporativos quando os atacam em bloco, mas lá por dentro haverá de tudo (a avaliar pelo que leio). Antevejo várias ilhas… Numas reina o princípio do mérito. Noutras o ‘princípio da trepadeira de estaca’. Noutras o ‘princípio do comadrio’ ou ‘do compadrio’ (coisas diferentes!). E noutras ainda o ‘princípio da Castafiore’.
Algum público percebe…
A tua síntese também é assinalável.
e cada vez mais, João.
mas todos os que escrevemos devemos defender a profissão mais que nunca, embora seja mais uma das vitimas dos monopólios do nosso país…
José Cardoso Pires disse no seu grande “O Delfim”: «São jornais sem sobressaltos, é o que se pode dizer deles, lendo-os. E é o que eles nos dizem a nós, suando. Foram tão escorridos, tão lavados pela censura, que sujam as mãos.»
agora o fenómeno é diferente: «os jornais são tão pintados pelas cores fortes da vida, que nos deixam sem saber onde começa a notícia e acaba a opinião.» (a frase é minha)
Muito bem observada, esta sua reflexão.