E pronto!, lá estamos nós sempre com o inglês técnico do dono, às voltas!! Não sei se esta “His master’s Voice”, já será das “independentes”… que achas? Duma coisa estou certo: – já vejo este canito a ouvir com muita atenção o som que sai da grafonola há muitos, muitos anos, desde o tempo em que “o dono” ainda não era este… Decerto, a voz é que deve ser sempre a mesma.
Acho que o próximo desta série deve ser teu, Pedro.
Vou tratar disso, compadre. Mas olha: disto ainda há. Refiro-me às vozes do dono…
Estava à espera que o dissesses. Hehehe…
Uma marca que se tornou mítica, símbolo de qualidade máxima.
Também acho, Ana. Em todos os sentidos: a qualidade pela negativa é igualmente o máximo…
Voltamos às vozes e aos donos, presumo… 🙂
Pode presumir…
Pois. Aí é mesmo qualidade mínima.
E pronto!, lá estamos nós sempre com o inglês técnico do dono, às voltas!! Não sei se esta “His master’s Voice”, já será das “independentes”… que achas?
Duma coisa estou certo: – já vejo este canito a ouvir com muita atenção o som que sai da grafonola há muitos, muitos anos, desde o tempo em que “o dono” ainda não era este… Decerto, a voz é que deve ser sempre a mesma.
Deve ser um bicho independente. Mas não te deixes enrolar: como diria o Jorge Coelho, «estes independentes são imprevisíveis»…
O Jorge Coelho, diria mais, «este jindependentes são imprevejíveis»… E depois, remataria: -«Quem se meter com a Voz do Dono, leva»… Eh,eh,eh,eh…;)))
Boa!