O Avante!, que passa o tempo a suspirar de nostalgia pela revolução soviética de 1917, insurge-se hoje contra a RTP “pela recuperação de acontecimentos com 20 anos, nas vésperas das eleições, como os ocorridos em 1989 na República Popular da China.”
Sempre me enterneceram estes duplos critérios do PCP. E os suaves eufemismos que o partido liderado por Jerónimo de Sousa utiliza, como este de chamar ‘acontecimento’ ao massacre de Tiananmen. Que devia envergonhar todos os comunistas do planeta, hoje como há 20 anos.

O Pedro cá continua a desmontar contradições políticas. Esta, verdadeiramente inaceitável.
Lembro-me bem deste triste massacre de há 20 anos.
Que é sempre importante lembrar para que a História deixe de ser uma “ficção mitológica” como pretende a linguagem do poder.
É lamentável que o PCP, partido que se insurge contra umas ditaduras, aplauda outras. Verdadeiramente lamentável.
“Acontecimento” seria ignorar a data. E ficaria melhor o ‘Avante!’ se tivesse ignorado a memória da RTP. Começo a achar que há espécies várias de branqueamentos que também deviam ser considerados crimes. O branqueamento da História, por exemplo. Felizmente, não há ‘offshores’ onde esconder aquele 4 de Junho.
A RTP não fez mais do que o seu dever jornalístico, lembrando esta triste efeméride, lembrada em todo o mundo livre.
Que vergonha.
É mesmo. E ainda espetam aquilo em editorial, para toda a gente perceber bem como apoiam a ditadura de Pequim com as suas acções repressivas.
Verdadeiramente inacreditável e vergonhoso este protesto do PCP. Factos são factos e Portugal não é Cuba.
Tanto PCP como BE têm beneficiado, por parte dos media – nomeadamente as TV’s – de uma capa por baixo da qual escapam.
Vi esta “cena” na SIC-N perto das 24h. No dia seguinte já não vi. Perguntei a várias pessoas atentas e também
não viram. Porquê? Quem quer tapar estes comportamentos?
http://corporacoes.blogspot.com/2009/06/f orma-de-luta-aplicar-na-casa-da.html
este conto é verdadeiro.
há três dias, durante a caminhada diária que eu e a minha esposa fazemos pelos campos que rodeiam a nossa casa, ela, ao ouvir cantar um grilo, pediu-me para o apanhar.
não foi muito da minha vontade faze-lo, porque não gosto da roubalheira que é tirar à Natureza (desnecessariamente) aquilo que a ela pertence.
mas como não sou capaz de lhe dizer que não lá entrei em contradição com os meus valores e apanhei o grilinho.
colocamo-lo numa gaiola com uma folha de alface e zás…o grilo começa a dar às asas e até agora ainda não se calou.
na primeira e segunda noite foi um desatino, estivemos mesmo para o mandar fora.
mas agora parece que nem o ouvimos.
habituamo-nos de tal forma aquele grigri irritante que parece que ele nem ali está.
é como grilo que tenho na varanda que olho para o PCP.
no entanto tenho grandes amigos comunistas, que não os vejo como grilinhos mas como formiguinhas obreiras ao serviço duma causa perdida, mas em que legitimamente acreditam.
pronto, hoje foi assim mais a sério.
O P.Duarte a caminhar pelos campos? Com a esposa???
onde está a estranheza do acto, amigo João?
além disso eu disse que o conto era verdadeiro e eu sou de palavra;)