Aproveito para deixar neste espacinho para (re)lembrar o dia de hoje há 21 anos… O incêndio que destruiu grande parte do Chiado. “Em 25 de Agosto de 1988, aconteceu um dos grandes incêndios em Lisboa na zona da Baixa . O fogo iniciou-se na Rua do Carmo e propagou-se à Rua Garrett.
Muito do comércio tradicional da zona desapareceu, como os Armazéns do Chiado, Jerónimo Martins, Eduardo Martins e outras pequenas lojas e escritórios, alguns já centenários. Dezoito edifícios do século XVIII ficaram completamente destruídos. Cerca de 2.000 pessoas que aí trabalhavam, perderam os seus empregos. Estiveram envolvidos no combate ao incêndio cerca de 1150 homens e 275 viaturas. Registaram-se duas vítimas mortais e 73 pessoas ficaram feridas ( na sua esmagadora maioria bombeiros). O Chiado bonito e renovado que vês agora quando por lá passeias, é obra do grande arquitecto português Siza Vieira, que recuperou esta zona conservando as fachadas originais.”
Fez muito bem. O grande arquitecto Siza Vieira é o mesmo que refez o ponto central da Baixa do Porto e deixou tudo cinzento. Foram-se os verdes, as outras cores, as pombas…
Há poucos dias estive a assistir um documentário sobre o assassinato de Kennedy, e fiquei surpreendida(ou talvez não) por saber que existem documentos que podem ser primordiais para se saber afinal quem é o verdadeiro assassino e qual a verdadeira razão, documentos esses que apenas serão disponibilizados em 2017(???) Será que 54 anos depois se saberá a verdade?? Ou será que Lee Oswald foi o verdadeiro assassino??
Não me passou pela cabeça tal influência, mas a bandeira francesa ocorreu-me imediatamente. A influência que a França teve até há tão poucas décadas, não é? Hoje, até a língua deixou de exportar, apesar de o francês ter sido a língua diplomática por excelência durante séculos.
Nem admira essa influência. Os EUA devem à França, em boa parte, a sua independência obtida em 1776 e consolidada nos 13 anos seguintes, até à posse do primeiro presidente, sempre com ajuda francesa. Não por acaso, o francês Robespierre tornou-se praticamente um herói norte-americano.
João, peço desculpa, mas não é verdade que os EUA devam a estátua da Liberdade aos franceses. Ela foi-lhes oferecida por estes e por isso nada está em dívida! Eheheheheh…
Não sei por quê, lembrei-me do caso do Fino. A Caixa ofereceu-lhe uma oportunidade única de ganhar sem esforço e, por isso, ele não deve nada à Caixa…
É mais ou menos isso e tenho a impressão de que neste ‘Fino caso’, tudo isto terá tido o beneplácito do famosíssimo departamento de ‘supervisão’ bancária do Banco de Portugal. Estou até em crer que Fino será agraciado – se não com a própria estátua – pelo menos com a comenda da Ordem da Liberdade e a Caixa poderá ver alterada a sua actual designção de CGD para CDP – ‘Caixa de Pandora’. Isto não há nada como uma ‘supervisão’ competente e atenta…
… Que ainda há-de ser CPF – Caixa de Pandora e Fino, quando deixar de fiar fininho e depois do outro ser comendador da Ordem de Pagamento.
21 Anos Depois!
Aproveito para deixar neste espacinho para (re)lembrar o dia de hoje há 21 anos… O incêndio que destruiu grande parte do Chiado.
“Em 25 de Agosto de 1988, aconteceu um dos grandes incêndios em Lisboa na zona da Baixa . O fogo iniciou-se na Rua do Carmo e propagou-se à Rua Garrett.
Muito do comércio tradicional da zona desapareceu, como os Armazéns do Chiado, Jerónimo Martins, Eduardo Martins e outras pequenas lojas e escritórios, alguns já centenários. Dezoito edifícios do século XVIII ficaram completamente destruídos. Cerca de 2.000 pessoas que aí trabalhavam, perderam os seus empregos.
Estiveram envolvidos no combate ao incêndio cerca de 1150 homens e 275 viaturas.
Registaram-se duas vítimas mortais e 73 pessoas ficaram feridas ( na sua esmagadora maioria bombeiros).
O Chiado bonito e renovado que vês agora quando por lá passeias, é obra do grande arquitecto português Siza Vieira, que recuperou esta zona conservando as fachadas originais.”
Triste memória. Um caso que não se esquece, Ana. Bem lembrado.
João, peço desculpa por postar um assunto que não é relativo ao seu post…;)))
Fez muito bem. O grande arquitecto Siza Vieira é o mesmo que refez o ponto central da Baixa do Porto e deixou tudo cinzento. Foram-se os verdes, as outras cores, as pombas…
Há poucos dias estive a assistir um documentário sobre o assassinato de Kennedy, e fiquei surpreendida(ou talvez não) por saber que existem documentos que podem ser primordiais para se saber afinal quem é o verdadeiro assassino e qual a verdadeira razão, documentos esses que apenas serão disponibilizados em 2017(???) Será que 54 anos depois se saberá a verdade??
Ou será que Lee Oswald foi o verdadeiro assassino??
Mistérios. Nem sei se acredito no que foi dito.
João, já reparou que parece que a foto dele está em cima da bandeira…. francesa? Seria alguma influência da Bouvier ?:)))
Não me passou pela cabeça tal influência, mas a bandeira francesa ocorreu-me imediatamente. A influência que a França teve até há tão poucas décadas, não é? Hoje, até a língua deixou de exportar, apesar de o francês ter sido a língua diplomática por excelência durante séculos.
Nem admira essa influência. Os EUA devem à França, em boa parte, a sua independência obtida em 1776 e consolidada nos 13 anos seguintes, até à posse do primeiro presidente, sempre com ajuda francesa. Não por acaso, o francês Robespierre tornou-se praticamente um herói norte-americano.
Exactamente. Além de dever também a estátua da Liberdade.
João, peço desculpa, mas não é verdade que os EUA devam a estátua da Liberdade aos franceses. Ela foi-lhes oferecida por estes e por isso nada está em dívida! Eheheheheh…
Não sei por quê, lembrei-me do caso do Fino. A Caixa ofereceu-lhe uma oportunidade única de ganhar sem esforço e, por isso, ele não deve nada à Caixa…
É mais ou menos isso e tenho a impressão de que neste ‘Fino caso’, tudo isto terá tido o beneplácito do famosíssimo departamento de ‘supervisão’ bancária do Banco de Portugal. Estou até em crer que Fino será agraciado – se não com a própria estátua – pelo menos com a comenda da Ordem da Liberdade e a Caixa poderá ver alterada a sua actual designção de CGD para CDP – ‘Caixa de Pandora’. Isto não há nada como uma ‘supervisão’ competente e atenta…
… Que ainda há-de ser CPF – Caixa de Pandora e Fino, quando deixar de fiar fininho e depois do outro ser comendador da Ordem de Pagamento.