Agitar o termómetro, antes de o passar ao doente. Calcular o tempo para o mercúrio subir e depois ler o resultado com ar circunspecto, é todo um ritual que acabou 🙁
Quando se partia um termómetro, lá em casa, quando éramos miúdos, era uma folia que acabava quase sempre em choro – era a ver quem conseguia apanhar mais bolinhas de mercúrio e a seguir o ralhete do pai ou da mãe;)) Partir-se um termómetro era uma coisa grave – dizia-se que era por ser caro e perigoso – também por isso muito emocionante;))
A servir tantas gerações para acabar amaldiçoado.
Agitar o termómetro, antes de o passar ao doente. Calcular o tempo para o mercúrio subir e depois ler o resultado com ar circunspecto, é todo um ritual que acabou 🙁
Quando se partia um termómetro, lá em casa, quando éramos miúdos, era uma folia que acabava quase sempre em choro – era a ver quem conseguia apanhar mais bolinhas de mercúrio e a seguir o ralhete do pai ou da mãe;))
Partir-se um termómetro era uma coisa grave – dizia-se que era por ser caro e perigoso – também por isso muito emocionante;))
Pois é, o gozo que dava partir o termómetro! E o risco – elevadíssimo – de levar uma palmada ainda tornava a coisa mais excitante 🙂
O que tenho lá em casa e uso, é destes…
Disto já não tenho.
xii eu ainda tenho .. e aquando da invasão da pandemia lá por casa foi onde li as temperaturas exorbitantes …! ;))
Bem lembrado Teresa * Beijinho e bom fim-de-semana
Bfs, Catarina.
Disto também já não tenho. E também brinquei com as bolinhas saltitantes do mercúrio… Espero que não se note muito eheheh
:))
Ainda uso destes, confesso.