Passado presente (CVIII)


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Vespa (scooters da Piaggio – Itália, meados do século XX)

20 comentários em “Passado presente (CVIII)”

  1. Ainda tenho uma marca numa perna fruto de aventuras em cima de uma coisa destas!

    Que boa recordação! Quer dizer .. não a marca na perna propriamente 😉

  2. É um dos meios de transporte mais cinematográficos de sempre. Ainda ontem revi umas cenas do fabuloso ‘Férias em Roma’, com Audrey Hepburn à pendura de Gregory Peck numa Vespa em Roma. O filme ajudou aliás a popularizar a moto.

  3. Lembrei-me logo de um professor da escola primária, que dava aulas na sala ao lado. Chegava à escola numa vespa azul. Veja só. Uns com memórias tão poéticas, outros com memórias tão prosaicas. A vida não é justa…

    Mas concordo que a vespinha vermelha é lindona .

    :)))

  4. Cores e Vespas à parte, o que interessa mesmo é dar importância ao uso das duas rodas.
    Infelizmente por cá (se tivesse sido “Férias em Lisboa”, quem sabe…) , o uso da mota, ainda é para muitas mentes ignorantes e mesquinhas, uma opção marginal, de alguns inconformados, boémios, drogados , e para muita comunicação social, assaltantes de bombas de gasolina e velhinhas por esticão (mas isto são outras contas).
    Deus criou a Mulher. O homem criou a Mota. eh eh

    1. Deus criou a Mulher e o homem criou a Mota? Oh, que beleza, assim com maiúsculas como se fosse tudo a mesma coisa…

      “Eu cá p’ra mim, não há, oh não, melhor prazer do que o selim e a mulher”… é mais ou menos isto que quer dizer?

      1. Por acaso, estava a querer ter piada, só isso.
        Já percebi que não tive.
        E não tive, porque a Ana conseguiu ser mais machista que a maior parte do homens que conheço.
        RESPEITO.
        Foi nisso que eu pensei.
        Respeito e trato bem a minha Mulher, para ser respeitado e tratado da mesma forma.
        Não sendo comparável (se pensa o contrário, lamento) mas respeito e trato bem a minha mota, para ela me trazer de volta a casa.
        Tenho-me dado bem com esta filosofia, e agora também vou ser brejeiro, porque é nelas que passo a maior parte da minha vida, montado.
        Parece não haver espaço a um pouco de ironia e a alguma piada.. É pena. Ou então expliquei-me mal.
        As minhas desculpas aos ofendidos.
        Já agora, para que conste, eu nem acredito em deus.
        Mas alguém fez uma bela criação, sem dúvida.

        1. Escusa de vir com isso, meu caro, porque não se descortina aqui alguém ofendido. Quis ter piada? Tem todo o espaço, como está fartíssimo de saber. Tanto que até a Ana e eu brincámos também. O espaço só é estreito para tamanha susceptibilidade, porque os vidrinhos são quebradiços.

          Sabe que mais? Deixe-se disso e alinhe, que é bem mais fácil e muito melhor terapia para o sistema nervoso. Ou preferia que o tivéssemos ignorado e passado adiante?

        2. Acho que se explicou mal, sim. E não exagere, aqui não há propriamente ofendidos, pelo menos no meu caso. Só se fosse a sua mulher a ofender-se…

          Mas repare (e deixe-me ser irónica também, já que aprecia o estilo): respeito e bons tratos é o que continua a aplicar a ambas, pelo que a coisa piorou com a explicação. Além disso, com esse pré-aviso de que está a ser brejeiro, terei de concluir que as “elas” em que passa a maior parte da sua vida montado, são, mais uma vez… pois é, já percebeu. E eu é que sou machista?? 🙂

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