Alguém devia dizer-lhe que fica ridículo a um presidente de um órgão de supervisão admitir ingenuidade. Além de que é um insulto à nossa inteligência.
Há coisas que não se admitem
Teresa Ribeiro,
Alguém devia dizer-lhe que fica ridículo a um presidente de um órgão de supervisão admitir ingenuidade. Além de que é um insulto à nossa inteligência.
Belíssimo argumento tendo em conta a responsabilidade do cargo que ocupa.
É, não é? Acho que ele teria dificuldade em arranjar um argumento mais adequado ao seu papel. Sobretudo para depois concluir que não houve incompetência por parte do Banco de Portugal.
O jeito que lhe dá, Teresa. Além de que é extremamente tranquilizador saber que temos gente ingénua à frente do Banco de Portugal…
I Parte
A ingenuidade maldita,
qual epidemia!
Miserável comandita
desta academia.
O insulto é constante,
qual doença benigna!
É uma atitude irritante
de gente pouco digna!
II Parte
Em cada prova oral
de fraca argumentação,
a sua postura doutoral
provoca irritação!
Mais uma vez chumbado
pela sua incompetência,
este “aluno” babado
pavoneia prepotência.
Estou de acordo Teresa, fica mesmo ridículo Só que vindo de VC até acho natural. Penso que se lembrará da “ingenuidade” com que ele dirigiu o PS e foi absolutamente “papado” nesse consulado por quem sabe da poda…:)
Foi, de facto, um líder que não ficou para a História.
Eu adoro pessoas incapazes de ser ingénuas , principalmente quando estão de fora .
M. Coelho, tenha lá paciência. Eu posso ser ingénua, o M. Coelho se calhar também pode. V.C. é principescamente pago para não ser ingénuo!
Oh, Teresa Ribeiro, estamos a misturar as coisas. O que é que o vencimento do homem tem a ver com isto?
Eu ouvi as duas sessões da AR e a propalada ingenuidade tem a ver com uma das últimas frases do Dr. Semedo do BE , a que o VC responde, “Sim, se calhar fomos ingénuos…”. Mas isto referia-se a quê ?
Referia-se à credibilidade que o Dr. Oliveira e Costa tinha dentro do BdP , do qual tinha sido alto responsável nestas mesmas matérias , al ém do seu percurso anterior e posterior que se pode afirmar era brilhante.
É neste contexto que surge a frase, não com o trabalho de regulação do BdP .
VC diz, reiteradamente, que o BdeP não fez a supervisão com o rigor que lhe competia por ter falta de meios, nomeadamente recursos humanos. É extraordinário, este argumento. Como é que este ‘supervisor’, que não supervisiona, assume funções sem meios para as exercer e se mantém tranquilamente no cargo… Uma sugestão: parte do vencimento do governador do BdeP poderia ser utilizado para investir em recursos humanos.
Algures em Novembro, “o governador do Banco de Portugal considera que a opção pela energia nuclear, para enfrentar a actual crise energética, deve ser pensada e debatida, a Quercus acusou hoje o governador do Banco de Portugal de ingenuidade e desconhecimento”. Eles já o sabiam há mais tempo que nós!
Eu às vezes sinto-me ingénuo. Deverei candidatar-me a governador do Banco de Portugal?
Eu às vezes sinto-me governador. Deverei candidatar-me a ingénuo do Banco de Portugal?