Há coisas que não se admitem


Teresa Ribeiro,

Alguém devia dizer-lhe que fica ridículo a um presidente de um órgão de supervisão admitir ingenuidade. Além de que é um insulto à nossa inteligência.

13 comentários em “Há coisas que não se admitem”

    1. É, não é? Acho que ele teria dificuldade em arranjar um argumento mais adequado ao seu papel. Sobretudo para depois concluir que não houve incompetência por parte do Banco de Portugal.

  1. I Parte

    A ingenuidade maldita,
    qual epidemia!
    Miserável comandita
    desta academia.

    O insulto é constante,
    qual doença benigna!
    É uma atitude irritante
    de gente pouco digna!

    II Parte

    Em cada prova oral
    de fraca argumentação,
    a sua postura doutoral
    provoca irritação!

    Mais uma vez chumbado
    pela sua incompetência,
    este “aluno” babado
    pavoneia prepotência.

  2. Estou de acordo Teresa, fica mesmo ridículo Só que vindo de VC até acho natural. Penso que se lembrará da “ingenuidade” com que ele dirigiu o PS e foi absolutamente “papado” nesse consulado por quem sabe da poda…:)

      1. Oh, Teresa Ribeiro, estamos a misturar as coisas. O que é que o vencimento do homem tem a ver com isto?
        Eu ouvi as duas sessões da AR e a propalada ingenuidade tem a ver com uma das últimas frases do Dr. Semedo do BE , a que o VC responde, “Sim, se calhar fomos ingénuos…”. Mas isto referia-se a quê ?
        Referia-se à credibilidade que o Dr. Oliveira e Costa tinha dentro do BdP , do qual tinha sido alto responsável nestas mesmas matérias , al ém do seu percurso anterior e posterior que se pode afirmar era brilhante.
        É neste contexto que surge a frase, não com o trabalho de regulação do BdP .

  3. VC diz, reiteradamente, que o BdeP não fez a supervisão com o rigor que lhe competia por ter falta de meios, nomeadamente recursos humanos. É extraordinário, este argumento. Como é que este ‘supervisor’, que não supervisiona, assume funções sem meios para as exercer e se mantém tranquilamente no cargo… Uma sugestão: parte do vencimento do governador do BdeP poderia ser utilizado para investir em recursos humanos.

  4. Algures em Novembro, “o governador do Banco de Portugal considera que a opção pela energia nuclear, para enfrentar a actual crise energética, deve ser pensada e debatida, a Quercus acusou hoje o governador do Banco de Portugal de ingenuidade e desconhecimento”. Eles já o sabiam há mais tempo que nós!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *