Que bela ideia, João. O que eu gostava de pôr hoteis no Rossio e na Rua Augusta! Mas parece-me que há uma nova versão do Monopólio, saída há pouco tempo.
Mas é preciso cuidado com a Rua Augusta: o Banco de Portugal anda de olho…
O chato no jogo é que é demasiado simples: comprar, comprar, comprar, se necessário hipotecando o que se comprou antes; então, quando se têm combinações, comprar casas e hotéis o mais depressa possível e esperar que os outros se lixem, eheh..
Ó João, isso não era para dizer; não foi à toa que frisei «comprar antes»… Assim, a expor-me desta forma, revela os meus negros segredos na manipulação dos mercados económicos! Não tarda e tenho o BP à perna… O que me vale é que eles são e se assumem como «ingénuos»… Seja como for, não se faz 😉
Isto é passado, presente e…futuro, João. Há uns meses, um miúdo filho de uma amiga pediu-me de presente, no dia do aniversário, o último modelo. Não sabia o que era e fiquei surpreendido com a inovação tecnológica. Então não é que agora o Monopólio vem com cartões multibanco?
Quando eu jogava o Monopólio em miúda lá em Moçambique, ficava fascinada com os nomes do Rossio, Rua Augusta… etc. lugares desconhecidos e que eu imaginava o supra sumo da barbatana. Bastou pouco tempo depois de cá chegar para perceber que afinal tinha deixado para sempre o supra sumo da barbatana. Fui sempre uma péssima jogadora :))
Ainda neste domingo à tarde se jogou cá em casa.
Eu gosto mesmo é de ser a banca!
Uma casa de neoliberais e capitalistas selvagens, é o que é!!! Hehehe…
Que bela ideia, João. O que eu gostava de pôr hoteis no Rossio e na Rua Augusta!
Mas parece-me que há uma nova versão do Monopólio, saída há pouco tempo.
É possível, Ana. Deve ser ideia do agregado familiar da Patti. Hehehe…
Também me parece. 🙂
Ah pois, o meu objectivo é sempre o Rossio e a Rua Augusta. Se bem que o Rossio agora sem a Loja das Meias, perdeu valor.
Mas é preciso cuidado com a Rua Augusta: o Banco de Portugal anda de olho…
O chato no jogo é que é demasiado simples: comprar, comprar, comprar, se necessário hipotecando o que se comprou antes; então, quando se têm combinações, comprar casas e hotéis o mais depressa possível e esperar que os outros se lixem, eheh..
«Hipotecando o que se comprou antes» é de quem não aprendeu nada. Deve hipotecar-se o que ainda não se comprou, isso sim!
Ó João, isso não era para dizer; não foi à toa que frisei «comprar antes»… Assim, a expor-me desta forma, revela os meus negros segredos na manipulação dos mercados económicos! Não tarda e tenho o BP à perna… O que me vale é que eles são e se assumem como «ingénuos»… Seja como for, não se faz 😉
Peço então desculpa. Mas não faz mai: o BdP vai demorar uns anitos a reagir.
Isto é passado, presente e…futuro, João. Há uns meses, um miúdo filho de uma amiga pediu-me de presente, no dia do aniversário, o último modelo. Não sabia o que era e fiquei surpreendido com a inovação tecnológica. Então não é que agora o Monopólio vem com cartões multibanco?
É a versão “Neoliberal 2: O Capitalismo Selvagem Volta a Atacar”…
Quando eu jogava o Monopólio em miúda lá em Moçambique, ficava fascinada com os nomes do Rossio, Rua Augusta… etc. lugares desconhecidos e que eu imaginava o supra sumo da barbatana. Bastou pouco tempo depois de cá chegar para perceber que afinal tinha deixado para sempre o supra sumo da barbatana. Fui sempre uma péssima jogadora :))
A parte melhor da barbatana (de tubarão) ia para a célebre sopa. Que a comunidade sino-descendente de Moçambique devia saber preparar.
Joguei muitas vezes. Mais por falta de alternativa do que por gosto. Nunca tive jeito para o negócio. Nem a fingir.
:)))
Boa parte dos homens dos negócios de hoje também não têm jeito para o negócio. Mas têm para fingir.
Fingimento ou mistério?
Fingem tão completamente
Que chega a parecer que é sério
O ‘ buraco que o povão sente
Boa!
Oh oh se voa. Voa e de que maneira.
:)))
Voas é que não – dizem Luís Filipe Menezes e Augusto Santos Silva em coro. – As eleições não foram voas porque hoube muitos botos em vranco.
Balhamedeus mailo coro!
E agora trocamos vês por bês e bês por vês?
Não tarda nada está tudo vesgo.
Maldito paradigma.
:))
Vasicamente, é isso.
Basicamente, este jogo é como as questões incontornáveis. É para pôr em cima da mesa.
Cada jogada é um risco sistémico.