Nenhum ficou? É espantoso. Tanta preocupação que há hoje em dia para classificar artérias inteiras, quarteirões inteiros… e nenhum daqueles sobreviveu. Em plena Avenida da República. É espantoso.
A Avenida da República está hoje povoada de mamarrachos em quase toda a extensão, compadre. Infelizmente, em Lisboa vai tudo abaixo sem se escutar um protesto. Como agora se diz, não existe “massa crítica” na capital.
Já somos dois (a gostar de fotografias antigas, de Lisboa em particular).
Se a saída do metro é a da estação do Campo Pequeno, junto ao Tribunal de Contas, o edifício que fica na esquina, lá ao fundo, do lado esquerdo, não é o palacete do Clube dos Empresários, prémio Valmor? Se é, ainda está de pé, assim como o prédio alto, imediatamente a seguir…
Então acho que estou certa. A Barbosa du Bocage (que fica junto à saída do metro) é mais a norte que a Visconde de Valmor, e é precisamente na esquina desta última com a Av. da República que fica o Clube dos Empresários.
[o meu escritório é na Visconde de Valmor…]
O que – convenhamos – é melhor do que o visconde ser no seu escritório, Nicolina. Hehe…
LOL Estava só a querer dizer que conheço bem o sítio, por ser lá que passo os meus dias. E lá no meu escritório não há viscondes, só mulheres… :-)))
É o que eu digo: ainda bem, porque o visconde está um caco. O seu escritório deve ser muito interessante. Hehe…
Está certa. Esta saída de metro é na esquina,à esquerda,de quem da Av. de Berna “chega” ao Campo Pequeno. Ao fundo à esquerda, o palacete que mencionou.O prédio do terraço,na esquina mais próxima também à esquerda, foi onde julgo ter funcionado a sede da CDE nas eleições de 1973 e não sei se nas anteriores,em 1969 …eu sou um dos dinossauros que escapou ao tal asteróide de que falavam num post lá em cima…
E no último andar do prédio sem terraço, mesmo na esquina, viveu um dos fundadores do PS, que eu conheci uns anos depois, no final dos anos setenta. O mundo é pequeno… 🙂
Curioso que ontem nos tenhamos debruçado os ambos sobre arquitectura em Portugal 🙂
A sua questão é “estar de pé” e não é ter “tudo em cima”. Além do que, mau será se a Av. da República tiver tudo em cima – seria sinal que o Metro tinha ficado exposto, o que só acontecerá se houver um sismo no local.
esta é saida do metro ao pé do tribunal de contas..engraçado como o tempo é tão poderoso
É espantoso o ar desafogado da Avenida da República. Só a saída do metro está na mesma.
Nenhum ficou? É espantoso. Tanta preocupação que há hoje em dia para classificar artérias inteiras, quarteirões inteiros… e nenhum daqueles sobreviveu. Em plena Avenida da República. É espantoso.
A Avenida da República está hoje povoada de mamarrachos em quase toda a extensão, compadre. Infelizmente, em Lisboa vai tudo abaixo sem se escutar um protesto. Como agora se diz, não existe “massa crítica” na capital.
Impressionante como tiveram coragem de deitar aquele terraço, ao alto, tão bonito, abaixo.
Tristeza! Aqueles anos 70 foram um paraíso para os construtores de mamarrachos: aliavam o prazer de fazer feio ao pouco custo.
Coisa horrível. Mas nessa altura havia quem confundisse isso com “progresso”. Os resultados, infelizmente, estão à vista.
Excelente fotografia.
Também acho, Leonor. Adoro fotografias antigas. De Lisboa, em particular.
Já somos dois (a gostar de fotografias antigas, de Lisboa em particular).
Se a saída do metro é a da estação do Campo Pequeno, junto ao Tribunal de Contas, o edifício que fica na esquina, lá ao fundo, do lado esquerdo, não é o palacete do Clube dos Empresários, prémio Valmor? Se é, ainda está de pé, assim como o prédio alto, imediatamente a seguir…
Esta saída do metro é mais a sul, creio, junto à Barbosa du Bocage.
Então acho que estou certa. A Barbosa du Bocage (que fica junto à saída do metro) é mais a norte que a Visconde de Valmor, e é precisamente na esquina desta última com a Av. da República que fica o Clube dos Empresários.
[o meu escritório é na Visconde de Valmor…]
O que – convenhamos – é melhor do que o visconde ser no seu escritório, Nicolina. Hehe…
LOL
Estava só a querer dizer que conheço bem o sítio, por ser lá que passo os meus dias. E lá no meu escritório não há viscondes, só mulheres… :-)))
É o que eu digo: ainda bem, porque o visconde está um caco.
O seu escritório deve ser muito interessante. Hehe…
Está certa. Esta saída de metro é na esquina,à esquerda,de quem da Av. de Berna “chega” ao Campo Pequeno. Ao fundo à esquerda, o palacete que mencionou.O prédio do terraço,na esquina mais próxima também à esquerda, foi onde julgo ter funcionado a sede da CDE nas eleições de 1973 e não sei se nas anteriores,em 1969 …eu sou um dos dinossauros que escapou ao tal asteróide de que falavam num post lá em cima…
E no último andar do prédio sem terraço, mesmo na esquina, viveu um dos fundadores do PS, que eu conheci uns anos depois, no final dos anos setenta. O mundo é pequeno… 🙂
Curioso que ontem nos tenhamos debruçado os ambos sobre arquitectura em Portugal 🙂
Curioso que ontem nos tenhamos debruçado os ambos sobre arquitectura em Portugal 🙂 0lino
http://lili-one.livejournal.com/tag/raul%2
Mas está a República !
Depende do ponto de vista.
A República está de pé? Está.
A República tem “tudo em cima”? Nem pouco mais ou menos…
A sua questão é “estar de pé” e não é ter “tudo em cima”. Além do que, mau será se a Av. da República tiver tudo em cima – seria sinal que o Metro tinha ficado exposto, o que só acontecerá se houver um sismo no local.
Não vale fazer batota!
Ok, ok… Hehe…