Passado presente (CCXXVIII)


Pedro Correia,

 

Avenida da República, Lisboa, anos 60

(nenhum dos prédios da foto se mantém de pé).

Com a devida vénia ao blogue Bic Laranja

23 comentários em “Passado presente (CCXXVIII)”

  1. Nenhum ficou? É espantoso. Tanta preocupação que há hoje em dia para classificar artérias inteiras, quarteirões inteiros… e nenhum daqueles sobreviveu. Em plena Avenida da República. É espantoso.

    1. A Avenida da República está hoje povoada de mamarrachos em quase toda a extensão, compadre. Infelizmente, em Lisboa vai tudo abaixo sem se escutar um protesto. Como agora se diz, não existe “massa crítica” na capital.

      1. Já somos dois (a gostar de fotografias antigas, de Lisboa em particular).

        Se a saída do metro é a da estação do Campo Pequeno, junto ao Tribunal de Contas, o edifício que fica na esquina, lá ao fundo, do lado esquerdo, não é o palacete do Clube dos Empresários, prémio Valmor? Se é, ainda está de pé, assim como o prédio alto, imediatamente a seguir…

          1. Então acho que estou certa. A Barbosa du Bocage (que fica junto à saída do metro) é mais a norte que a Visconde de Valmor, e é precisamente na esquina desta última com a Av. da República que fica o Clube dos Empresários.

            [o meu escritório é na Visconde de Valmor…]

          2. LOL
            Estava só a querer dizer que conheço bem o sítio, por ser lá que passo os meus dias. E lá no meu escritório não há viscondes, só mulheres… :-)))

        1. Está certa. Esta saída de metro é na esquina,à esquerda,de quem da Av. de Berna “chega” ao Campo Pequeno. Ao fundo à esquerda, o palacete que mencionou.O prédio do terraço,na esquina mais próxima também à esquerda, foi onde julgo ter funcionado a sede da CDE nas eleições de 1973 e não sei se nas anteriores,em 1969 …eu sou um dos dinossauros que escapou ao tal asteróide de que falavam num post lá em cima…

          1. E no último andar do prédio sem terraço, mesmo na esquina, viveu um dos fundadores do PS, que eu conheci uns anos depois, no final dos anos setenta. O mundo é pequeno… 🙂

      1. A sua questão é “estar de pé” e não é ter “tudo em cima”. Além do que, mau será se a Av. da República tiver tudo em cima – seria sinal que o Metro tinha ficado exposto, o que só acontecerá se houver um sismo no local.

        Não vale fazer batota!

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