Eutanasiar. Da Margarida, no 100 Filtros nem Nada.
Em defesa do espírito crítico. Da Isabel Teixeira da Mota, no Albergue Espanhol.
Da participação cívica. De Rui Herbon, na Jugular.
Outro lugar. De Ana Lima, no Dias Imperfeitos.
Requiem por um Vale. De Eva Gonçalves, em The Big Chill.
A nossa Terra viva. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Memória de elefante. De Laura Abreu Cravo, no Mel com Cicuta.
Pergunta. Da Fernanda Câncio, na Jugular.
Pausa. De José A. Abreu, n’ O Escafandro.

Obrigado pela referência. Ainda por cima, a segunda em pouco tempo.
Pois, meu caro. Sinal inequívoco de que sou apreciador. Um abraço.
Com relação à eutanásia, assunto deveras melindroso, diria, como há pouco alguém se referiu: ”O Hara-kiri é um bocado indigesto.”
Isto porque hoje é sexta-feira, e só me apetece rir.
De outro lugar, mais uma vez obrigada Pedro.
Lá está, o Pedro elogia, o meu ego sobe às nuvens e desce mais cedo. Já tinha escrito. Espero continuar a escrevê lo.
(ainda bem que gostou)