Coupé (1949*)
Cabriolet (1951*)
Alfa Romeo 6C 2500 SS (Itália, pós-Guerra)
* — Veja-se como a mesma carroçaria (independentemente de uma ser fechada e a outra aberta), em apenas dois anos, foi modernizada em vários detalhes sem perder a sua extraordinária pureza de linhas. A evolução mais importante é no parabrisas, que deixou de ser dividido em dois planos para passar a ser um único vidro curvilíneo.



Estas sim, João, estas são verdadeiras máquinas da casa de Arese. Não há lenda como a da Alfa Romeo. Alfista dixit.
Quando um Alfa era Alfa, Sérgio.
Porquê, agora são Betas? Ou betos, mais provavelmente…
Que gracinha. Agora sáo Fiat, são imitações, são fraudes…
Alfa escondido com beto de fora, portanto…
🙂
‘Em tratando-se’ destes carros, fora com os betos!
Ainda são, João, e melhores do que nunca. Estou a ver que nessa matéria andas mal informado. Quando cá vieres eu mostro-te porquê. Abraço,
Primeiros! quero o Coupé de 1949, João.
Ainda bem, Mike, porque eu já marquei para mim o Cabrio de 1951.
Aqui estão duas belíssimas “Superleggeras”, a avaliar pelo testemunho dos logos nos capôs. Gosto mais do de ’49, de linhas mais puras e também mais ‘naïf’. Embora sendo carros muito atractivos, os Alfas pela sua mecânica frágil e complicada, eram conhecidos como o carro dos dois gostos: – um quando o comprávamos e o outro quando o vendíamos.
Uma definição ajustada, mas carros sempre cobiçados. Foram sempre macanicamente problemáticos, mas superligeiríssimos.