Os colarinhos da camisa são o máximo. E o relóginho à mostra e a mãozinha com os dedinhos a segurar a pulga… uma delícia. Que belo rapagão futuro Primeiro Ministro! Oh! Oh!
Isto de ser citadino é outra coisa! Se bem que o provincianismo de muitos portugueses nos tem dado bons exemplos de cidadania, de solidariedade, de humildade, só para focar alguns, mas isso não é importante e não conta aqui para nada!
O Sócrates era um lindo jovem e para a época estava muito bem vestido. Digo eu porque sempre trabalhei na moda. Se o tivesse conhecido convida-lo-ia para manequim. Não compreendo as vossas críticas pois falam como se naquele tempo houvesse roupas de marca em Portugal. Parecem a Maria Filomena Monica , o máximo do pedantismo em Portugal que acha que um provinciano não pode ser 1º Ministro. O Cavaco com esta idade era um autentico aborto e mais tarde ainda deitava espuma nos cantos dos lábios. Depois de muito marketing, professoras de dicção, de etiqueta, vestiram-no com roupas vindas do estrangeiro, fizeram uma reportagem para a revista Homem et voilá Foi operado por um otorrino para melhorar a espuma na boca etc. Mas para a Mónica isso não interessava nada. O que conta foi ele ter andado a fazer um mestrado numa mixoruca Faculdade de York, porque é na Inglaterra e como ela andava em Oxford já está tudo bem. Esta senhora que escreveu um livro sobre os podres da sua família, contando que um avô qualquer era filho de pai incógnito, tendo levado os parentes ao desespero, acha que um provinciano não tem direito a nada. É incrivel a pobre mentalidade dos Portugueses. Eu sou Lisboeta da 5ª geração e não é por isso que desdenho as pessoas da provincia antes pelo contrário. tanto mais que o Pai do Socrates é Arquitecto e não campones gazolineiro e a mão uma herdeira de Trás os Montes das minas de volframeo . Digo isto mas nem sequer conheço esta família. Estudei apenas o perfil por curiosidade, Tanta snobeira que até doi. Mesmo assim descobri este blogue por acaso e estou muito satisfeita pois é de uma critica não ofensiva, como a do Voz do Povo de onde cliquei este blogue.
Caro Amigo obrigada pelas suas amáveis palavras, mas não sei porque me chamou Lidia Abrantes, embora tenha ido a Abrantes há pouco tempo, com uns amigos franceses fomos de auto-pulmann para vermos melhor a paisagem pois já lã não ia há 30 anos, dali seguimos até Gavião, paisagens maravilhosas, margens do Tejo lindissimas, praias fluviais encantadores. Depois demos a volta até Ponte de Sor e daí Sete Rios Lisboa. Mais uns admiradores estrangeiros que conquistei para Portugal, tão maltratado pelo serviço publico português que custa um dinheirão aos contribuinte e os programas da RTP Internacional são um nojo e envergonham os Portugueses no estrangeiro. Privatização já!!
Há não muitos meses e a propósito de algo que não me lembro, já me lançaram aqui um desafio semelhante em termos muito civilizados. Aceitei e acabei por publicar uma velha fotografia. Bastou, porque sou muito tímido. Nem iria novamente correr o risco de chocar os comentadores habituais por causa de alguém que apenas caiu aqui como mosca na sopa. Se não fosse mosca, também lhr lançava um desafio: dizer o que é que este post tem que ver com desonestidade intelectual.
N.B. – Dê-se ao trabalho de correr os nossos post que há-de achar a foto de que falei.
Não percebo o porquê de tanta animosidade para com um leitor frequente (desde os tempos do Corta-fitas), que, pelos vistos, perdeu o post da sua fotografia. Os comentários são só para dar loas a quem os escreve? Não creio…
E sim, é desonestidade intelectual porque o João sabe e todos sabemos que, em 1986, eram raras as pessoas que – aos olhos de hoje – se vestiam bem; está lá sempre aquele “piquinho” piroso, seja nos colarinhos ou na largura das gravatas dos homens, seja nos ombros chumaçados das mulheres, seja nos penteados de ambos. O Sócrates, o João e eu não somos excepção.
O que perdeu pode encontrar. E não, não é desonestidade intelectual: porque nem sequer me referi ao retratado e porque não vejo nisto a menor importância para merecer avaliação de intelecto.
Adorável, sempre foi muito lindinho! Parecia um menino de coro, quem diria … ainda lhe faltavam umas cadeiras para fazer a sua formatura. Não de inglês técnico nem de engenheiro, de Fripór e quejandos, que sustentam os fatinhos à maneira e toda a enorme família. Um must!
Por acaso já se esqueceram que as lentes daquelas maquinetas eram tortas e quase sempre embaciadas pelo “bafo” do fotógrafo que dentro delas quase todo se metia? Por isso aquele irreprensível vinco das calças surge assim ondulante… e a inclinação dos ombros acompanha o ritmo!…
E o tecido era, sim, dos Lanifícios da Covilhã, com o talhe especial feito por medida pela costureira da senhora sua mãe, e já com aquele toque “je ne sais quoi…” de um futuro reputado “engenheiro”!
Já as sapatilhas… essas eram a primeira experiência de contrafacção da fábrica “Campião”. Da sua côr, não se tem bem a noção… que as estradas da Beira ainda não eram alcatroadas, mas vestia todo “nacional”, como bom patriota que sempre foi. E continua a ser, basta atentar nos benefícios que concede aos alentejanos e aos trasmontanos: para aqueles um TGV, para estes, um lago para afundar a linha do Tua…
Francamente, e tudo isto por causa de uma foto à “la minuta”…
Recebi no meu email um comentário muito giro escrito à moda das berças, assinado um anónimo. Realmente tem razão, neste momento estou a recuperar de uma intervenção aos olhos. Mas a minha opinião era sobre um jovem vestido à moda de 1986? e continuo a dizer para a época não estava nada mal pois era assim que se usava. Quanto á beleza do Jovem, que era lindo, não tenho culpa de não gostarmos do mesmo tipo de homem, mas eu não mudo e com tantos espécimen de homens que há para aí mude você. Tambem quando estiver melhor, vou publicar a minha foto da época, a de agora não que mete medo pois ainda não tive coragem de me insuflar como a Moura Guedes ou a Lily Caneças. Cumprimentos e bom fim de semana.
Vê-se logo que ainda não vestia Armani: não tinha “conhecido” o Fripór.
Não vestia Armani nem qualquer outro. Vestia-se sozinho e não vestia mais ninguém.
Como é que sabe?
Não revelo as minhas fontes.
Boa noite, adorei os sapatos.
Sapatucho à maneira.
Já tinha cara de engenheiro!
Com futuro assegurado.
Futuro passado presente.
ele ainda anda assim com o pezito para a banda? Que figura! que troll .. rsrsr .
Eheh…
Os colarinhos da camisa são o máximo.
E o relóginho à mostra e a mãozinha com os dedinhos a segurar a pulga… uma delícia.
Que belo rapagão futuro Primeiro Ministro! Oh! Oh!
Tudo estupidamente estudado ao espelho, já em 1986.
Bem vestido???
Ele é com cada uma!!!
Era o que podia arranjar-se na província…
Já estou a imaginar o slogan para a próxima campanha eleitoral, João – “Da Maconde até Rodeo Drive – A história de sucesso de um engenheiro manhoso”.
Hum…
Isto de ser citadino é outra coisa! Se bem que o provincianismo de muitos portugueses nos tem dado bons exemplos de cidadania, de solidariedade, de humildade, só para focar alguns, mas isso não é importante e não conta aqui para nada!
Ser urbano ou rural nada tem que ver com a geografia do nascimento.
O Sócrates era um lindo jovem e para a época estava muito bem vestido. Digo eu porque sempre trabalhei na moda. Se o tivesse conhecido convida-lo-ia para manequim.
Não compreendo as vossas críticas pois falam como se naquele tempo houvesse roupas de marca em Portugal. Parecem a Maria Filomena Monica , o máximo do pedantismo em Portugal que acha que um provinciano não pode ser 1º Ministro. O Cavaco com esta idade era um autentico aborto e mais tarde ainda deitava espuma nos cantos dos lábios. Depois de muito marketing, professoras de dicção, de etiqueta, vestiram-no com roupas vindas do estrangeiro, fizeram uma reportagem para a revista Homem et voilá Foi operado por um otorrino para melhorar a espuma na boca etc. Mas para a Mónica isso não interessava nada. O que conta foi ele ter andado a fazer um mestrado numa mixoruca Faculdade de York, porque é na Inglaterra e como ela andava em Oxford já está tudo bem. Esta senhora que escreveu um livro sobre os podres da sua família, contando que um avô qualquer era filho de pai incógnito, tendo levado os parentes ao desespero, acha que um provinciano não tem direito a nada. É incrivel a pobre mentalidade dos Portugueses. Eu sou Lisboeta da 5ª geração e não é por isso que desdenho as pessoas da provincia antes pelo contrário. tanto mais que o Pai do Socrates é Arquitecto e não campones gazolineiro e a mão uma herdeira de Trás os Montes das minas de volframeo . Digo isto mas nem sequer conheço esta família. Estudei apenas o perfil por curiosidade, Tanta snobeira que até doi. Mesmo assim descobri este blogue por acaso e estou muito satisfeita pois é de uma critica não ofensiva, como a do Voz do Povo de onde cliquei este blogue.
No que respeita ao protagonista em causa, estou inteiramente de acordo consigo, Lídia Abrantes.
Caro Amigo obrigada pelas suas amáveis palavras, mas não sei porque me chamou Lidia Abrantes, embora tenha ido a Abrantes há pouco tempo, com uns amigos franceses fomos de auto-pulmann para vermos melhor a paisagem pois já lã não ia há 30 anos, dali seguimos até Gavião, paisagens maravilhosas, margens do Tejo lindissimas, praias fluviais encantadores. Depois demos a volta até Ponte de Sor e daí Sete Rios Lisboa. Mais uns admiradores estrangeiros que conquistei para Portugal, tão maltratado pelo serviço publico português que custa um dinheirão aos contribuinte e os programas da RTP Internacional são um nojo e envergonham os Portugueses no estrangeiro. Privatização já!!
Gostei de saber.
“pois já lã não ia há 30 anos”
Isso é que foi ir por “lã” e volver tosquiada, salvo seja….
Que desonestidade intelectual! Desafio o João Carvalho a mostrar uma fotografia sua de 1986. Vá lá, homem, não se acanhe.
Há não muitos meses e a propósito de algo que não me lembro, já me lançaram aqui um desafio semelhante em termos muito civilizados. Aceitei e acabei por publicar uma velha fotografia. Bastou, porque sou muito tímido. Nem iria novamente correr o risco de chocar os comentadores habituais por causa de alguém que apenas caiu aqui como mosca na sopa.
Se não fosse mosca, também lhr lançava um desafio: dizer o que é que este post tem que ver com desonestidade intelectual.
N.B. – Dê-se ao trabalho de correr os nossos post que há-de achar a foto de que falei.
Posso afirmar aqui que este rapaz era um bonitão!
Vi a tal foto, claro.
Haja quem o reconheça…
Não percebo o porquê de tanta animosidade para com um leitor frequente (desde os tempos do Corta-fitas), que, pelos vistos, perdeu o post da sua fotografia. Os comentários são só para dar loas a quem os escreve? Não creio…
E sim, é desonestidade intelectual porque o João sabe e todos sabemos que, em 1986, eram raras as pessoas que – aos olhos de hoje – se vestiam bem; está lá sempre aquele “piquinho” piroso, seja nos colarinhos ou na largura das gravatas dos homens, seja nos ombros chumaçados das mulheres, seja nos penteados de ambos. O Sócrates, o João e eu não somos excepção.
Passe bem.
O que perdeu pode encontrar. E não, não é desonestidade intelectual: porque nem sequer me referi ao retratado e porque não vejo nisto a menor importância para merecer avaliação de intelecto.
Adorável, sempre foi muito lindinho!
Parecia um menino de coro, quem diria … ainda lhe faltavam umas cadeiras para fazer a sua formatura.
Não de inglês técnico nem de engenheiro, de Fripór e quejandos, que sustentam os fatinhos à maneira e toda a enorme família.
Um must!
Não sei se ria, se chore.
E tudo isto por causa de uma foto à “la minuta”!
Por acaso já se esqueceram que as lentes daquelas maquinetas eram tortas e quase sempre embaciadas pelo “bafo” do fotógrafo que dentro delas quase todo se metia?
Por isso aquele irreprensível vinco das calças surge assim ondulante… e a inclinação dos ombros acompanha o ritmo!…
E o tecido era, sim, dos Lanifícios da Covilhã, com o talhe especial feito por medida pela costureira da senhora sua mãe, e já com aquele toque “je ne sais quoi…” de um futuro reputado “engenheiro”!
Já as sapatilhas… essas eram a primeira experiência de contrafacção da fábrica “Campião”. Da sua côr, não se tem bem a noção… que as estradas da Beira ainda não eram alcatroadas, mas vestia todo “nacional”, como bom patriota que sempre foi.
E continua a ser, basta atentar nos benefícios que concede aos alentejanos e aos trasmontanos: para aqueles um TGV, para estes, um lago para afundar a linha do Tua…
Francamente, e tudo isto por causa de uma foto à “la minuta”…
Recebi no meu email um comentário muito giro escrito à moda das berças, assinado um anónimo. Realmente tem razão, neste momento estou a recuperar de uma intervenção aos olhos. Mas a minha opinião era sobre um jovem vestido à moda de 1986? e continuo a dizer para a época não estava nada mal pois era assim que se usava. Quanto á beleza do Jovem, que era lindo, não tenho culpa de não gostarmos do mesmo tipo de homem, mas eu não mudo e com tantos espécimen de homens que há para aí mude você. Tambem quando estiver melhor, vou publicar a minha foto da época, a de agora não que mete medo pois ainda não tive coragem de me insuflar como a Moura Guedes ou a Lily Caneças. Cumprimentos e bom fim de semana.
Cada um sabe de si, não é? Bom fim-de-semana também, quando ele chegar.
Também acho, Milan.
Adorei. Se tivesse tido o prazer de o conhecer naquela altura, era capaz de ter ficado “apanhadinha”. Infelizmente passou-me ao lado, e agora é tarde…
Sim?