Paragem obrigatória do raul Solnado, que tinha o seu teatro Villaret a dois passos e do Nicolau Breyner, entre outros… Tinha uns rissóis de camarão picantes muito bons 🙂
No café Monumental, palco de monumentais noitadas, passaram-se algumas das mais delirantes histórias da boémia pré-25 de Abril, que escutei narradas por alguns dos protagonistas. Dava um livro, sem dúvida.
Paragem obrigatória do raul Solnado, que tinha o seu teatro Villaret a dois passos e do Nicolau Breyner, entre outros…
Tinha uns rissóis de camarão picantes muito bons 🙂
No café Monumental, palco de monumentais noitadas, passaram-se algumas das mais delirantes histórias da boémia pré-25 de Abril, que escutei narradas por alguns dos protagonistas. Dava um livro, sem dúvida.
Era o Aventino Teixeira….
Lembro-me bem dele. Hoje é mais um centro comercial, igual a todos os outros.
Em Lisboa é assim: tudo fecha, tudo acaba, tudo se extingue – quase sem um protesto.