Passado presente (CCCXCVII)


modosdever,

Tintim, número 21, 19.10.1968

13 comentários em “Passado presente (CCCXCVII)”

      1. De nada .
        A visita periódica é útil, como é evidente, estão sempre a saír e a entrar ofertas.

        Ainda há um mês havia lá algumas colecções interessantes que entretanto terão sido vendidas a sortudos que chegaram a tempo .
        Digo que chegaram a tempo porque eu (burro!) atrasei-me uns dias a decidir em relação a determinada colecção bastante rara e claro que a perdi.
        Era para o caro mas valia o preço.

        Não sou coleccionador desta coisas (“eu é mais música…”) mas um dos meus netos tem um fraquinho muito forte pelo Tintin desde muito pequenino e eu vou pesquisando por ele , que começa a andar muito ocupado nos namoricos.

        Parecem-me prendas de anos e de Natal mais úteis para o resto da vida que as últimas modas em télémóvel que vejo por aí nas mãos da miudagem.

    1. Também costuma haver sempre uns números naquele alfarrabista da Rua das Portas de Santo Antão de que já temos falado, mas nunca lá vi volumes inteiros.

      Como aquele é uma “sucursal” de outro da Rua da Misericórdia (a Livraria Bizantina, se não me engano), talvez os haja na casa-mãe mas tenho muitas dúvidas, o “negócio” é nítidamente diferente nos dois locais.

        1. Eu é que agradeço a sua atenção.
          São também estas situações de “entre-ajuda” nas pequenas coisas da vida que valem a pena, são “não-problemas” mas dá-nos gozo ter isto ou aquilo e muitas vezes não nos lembramos onde as podemos ír procurar, como se diz muito por aí “por falta de esquecimento”…

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