Lembro-me de escutarmos os diálogos pela rádio. Fórmula de humor incrivelmente simples mas muito eficiente, sem recorrer à vulgaridade. Nunca li o livro. Bom Domingo
Em conversa com a minha mãe, relembrou-me a santa velhinha que o que eu ouvi na rádio teriam sido diálogos reeditados, porque ao que parece , os originais são anteriores ao nascimento da mãezinha herself, tendo ela própria ouvido novos guiões nos anos do pós guerra. :):)… muito estranho… lembro-me dos meus 3/4 anos em casa da minha avó , de estarmos todos a ouvir rádio, a rir a bandeiras despregadas , do avô me apontar o indicar e dizer Tonecas, Tonecas, e de eu me rir toda lambuzada com doce de tomate… :):)
Isso vem mesmo ao encontro do espírito desta série – uma das mais perenes do DELITO: reavivar memórias antigas, despertar a saudável nostalgia que mora em cada um de nós.
Por um lado, mostra que as matérias eram muito mais extensas antigamente do que as matérias que se aprendem nas escolas actuais. Por outro, mostra como a escola na altura não era pública (há capítulos em que se refere aos pagamentos do pai do Tonecas ao professor para que o Tonecas continue a escola), e ainda, apesar do esforço financeiro, o Tonecas continuava a ser uma criança, com tropelias e tempo para brincar, não uma mini-extensão dos pais, sempre ocupados com escola, ginástica, música, ballet, explicações, e ainda as festas de aniversário estupidamente caras, como forma de mostrar uma suposta superioridade social dos pais.
Lembro-me de escutarmos os diálogos pela rádio. Fórmula de humor incrivelmente simples mas muito eficiente, sem recorrer à vulgaridade.
Nunca li o livro.
Bom Domingo
Nem eu. Mas sempre ouvi falar do programa.
Em conversa com a minha mãe, relembrou-me a santa velhinha que o que eu ouvi na rádio teriam sido diálogos reeditados, porque ao que parece , os originais são anteriores ao nascimento da mãezinha herself, tendo ela própria ouvido novos guiões nos anos do pós guerra. :):)… muito estranho… lembro-me dos meus 3/4 anos em casa da minha avó , de estarmos todos a ouvir rádio, a rir a bandeiras despregadas , do avô me apontar o indicar e dizer Tonecas, Tonecas, e de eu me rir toda lambuzada com doce de tomate… :):)
Isso vem mesmo ao encontro do espírito desta série – uma das mais perenes do DELITO: reavivar memórias antigas, despertar a saudável nostalgia que mora em cada um de nós.
Tive esse livro, com essa capa e tudo. Mas isso foi há uma eternidade.
Ainda tenho esse livro
Por um lado, mostra que as matérias eram muito mais extensas antigamente do que as matérias que se aprendem nas escolas actuais. Por outro, mostra como a escola na altura não era pública (há capítulos em que se refere aos pagamentos do pai do Tonecas ao professor para que o Tonecas continue a escola), e ainda, apesar do esforço financeiro, o Tonecas continuava a ser uma criança, com tropelias e tempo para brincar, não uma mini-extensão dos pais, sempre ocupados com escola, ginástica, música, ballet, explicações, e ainda as festas de aniversário estupidamente caras, como forma de mostrar uma suposta superioridade social dos pais.
Tempos muito mais simples