“Joao Barbosa claims Daytona 24-hour victory for Action Express“
Este foi o título do The Guardian desta manhã. E como em Inglaterra, em muitos outros jornais espalhados pelo mundo, e não apenas nos desportivos, o nosso João Barbosa fez o pleno. O piloto português, fazendo equipa com o francês Sébastien Bourdais e o brasileiro Christian Fittipaldi, traz pela terceira vez para Portugal, segunda consecutiva, a vitória numa das mais importantes provas de resistência do automobilismo mundial. É um resultado histórico para as cores portuguesas e a confirmação de que Portugal não vive só de “ronaldos” e “eusébios”.
Não sei se lhe vão atribuir alguma comenda, nem sei se estas estão reservadas para futebolistas, empresários e políticos, mas com ela ou sem ela, e penso que nesse ponto não estarei a exorbitar as minhas competências e poderei falar em nome do Delito de Opinão, deixo aqui registado mais este êxito do automobilismo nacional e em nome dos autores deste blogue envio um forte abraço ao João Barbosa e à equipa que com as cores nacionais venceu as 24 horas de Daytona. Obrigado, João, por mostrares a todo o mundo a raça de que são feitos os pilotos nacionais.



E é preciso ler-se isso lá fora, ou os jornais portugueses vão ainda lembrar-se que por natureza são esquecidos?
Vá lá, ponham lá na play-list da Lusa… ou será que o João Barbosa está na secção do lápis azul?
É mais o desporto automóvel que está na secção do lapís azul.
Por vezes o auto-assumído lápis azul tem um travo a subserviência, em prejuízo do “projecto editorial” de informar, e não é só no desporto automóvel.
Sobre a tal “vitória com 88%, de Passos Coelho” o que realmente aconteceu?.
Só isto. Estão consumadas, terminadas, as eleições para o próximo PM deste País.
O resto será esbanjar tempo e dinheiro. Triste folklore, dito democracia.
Um dos, potencialmente, próximo PM de Portugal, todo o Portugal, re-eleito por mero núcleo de 15.000 eleitores, todos com interesses afins e muito restritos. Os outros milhões de directamente interesssados … não têm voto na matéria.
A outra alternativa para PM, viría, virá(?), de outro (bastante) partido, apoiado (sómente) por outros 24.000 acólitos.
Se acrescentar-mos que constitucionalmente o poder Executivo em Portugal escolhe e controla o poder Legislativo, e tem uma palavra a dizer no Judicial.
Só restava tirar da gaveta o lápis azul.
…
Notável excepção o texto de A. Teixeira no blog “Herdeiro de Aécio”.
Parabéns, com todas as devídas vénias, A. Teixeira.