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“De um dia para o outro Anastasia e Viacheslav decidiram casar . Têm passado as últimas semanas na defesa de objetivos estratégicos. Hoje pelas 13h trocaram alianças. Pouco depois as sirenes voltavam a ecoar em Kyiv.”
Via Candida Pinto no Twitter
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“De um dia para o outro Anastasia e Viacheslav decidiram casar . Têm passado as últimas semanas na defesa de objetivos estratégicos. Hoje pelas 13h trocaram alianças. Pouco depois as sirenes voltavam a ecoar em Kyiv.”
Via Candida Pinto no Twitter
Quem disse que
“Amor em Tempos de Guerra”
era só um romance??
É isso mesmo, Fátima. E acima de tudo é um sinal de esperança.
Amor a ferro e fogo Paulo. Que possa florescer algo de belo no meio dos escombros.
Sim Dulce,
Hoje é hoje, e sem o hoje não existe futuro.
Eu acho muito bem que eles se casem, se isso lhes dá gosto, mas francamente não entendo por que é que duas pessoas que já viviam juntas, há alguns anos segundo dizem, decidem casar-se.
Qual é o benefício que obtêm disso?
É que casar, além do trabalho que dá (mudar o cartão de cidadão, etc), ainda promete muito mais trabalho para quando mais tarde decidirem separar-se!
Mas prontos, cada um que faça como quiser.
É isso.
Sobretudo, “prontos”!
Claro que dá para tudo. Os ucranianos dizem que todos os dias morrem centenas de ucranianos, dezenas de crianças e que matam milhares de russos. Felizmente ninguém vê esses cadáveres todos. Vê-se alguns, que são sempre de mais, mas nunca esses números absurdos. Hoje a ONU confirmou, depois de dias sob pressão, que os números dados pelo governo ucraniano não são escrutinados, nem confirmados. Ou seja, o presidente ucraniano diz o que lhe apetece e ninguém confirma. Hoje foi engraçado. Veio dizer que morreram 130 pessoas e alega que a fonte foi o ministro dos transportes… dele próprio. A ONU, vem dizer que esses números não são corretos e que não há dados para determinar quantos morreram, ou se morreu alguém. Isto é, a Ucrânia diz o que lhe apetece e ninguém confirma. Fontes independentes, nenhuma. Mas não faz mal, logo que a narrativa continue. Mamam aquilo como um bando de alienados. Parecem os fiéis da IURD. E o pior é que há malta que acredita que um bando de amadores com fisgas, matam mais soldados que o exército vermelho. Se o Zelensky quiser, põe milhões de alienados a pagar dízimo. E aqui neste blog, faz uma boa maquia.
Quantos mortos seriam aceitáveis, e a partir de que número mudaria de lado na sua luta?
A diferença entre o que defendo e o que os esclarecidos que insistem em defender o invasor, é que aqui ninguém vai preso por exibir uma folha em branco. Até os palermas podem dizer palermices. Essa é a diferença e o critério para escolher de que lado se quer estar.
Defende os que prendem por delito de opinião, mas aqui é livre de ser palerma. O seu argumento corre exactamente contra o que defende, e assim exibe a limitação da mensagem que, sem sucesso, tentou passar.
Nenhum morto é aceitável. E escrevi isso mesmo, ao dizer que, felizmente, não se vêem esses cadáveres todos. Provavelmente nem leu, é normal. Ler a sério é um hábito que se tem perdido. Pesquisar, muito mais. Fundamentar e duvidar, meu deus. Eu não tenho luta nenhuma. Reprovo a invasão, mas tento não ser palerma e tento perceber porque é que ela aconteceu. E justificar isto com o facto de um homem ser psicopata é manifestamente patético e preguiçoso. Ele até o pode ser, mas não foi por o ser que isto aconteceu. E num mundo justo e não polarizado, onde se procuram heróis e malfeitores, as responsabilidades têm de ser escrutinadas. Fez-se em 1945 e não houve maior psicopata que Hitler. Mas pessoas inteligentes procuram perceber porque é que ele aparece e como é que aparece, para não se cometer o erro de aparecer outro 15 anos depois. E dessa análise houve mea culpa. O ostracismo a que se vetou a Alemanha após a 1a WW potenciou o nazismo. Já na WWII não se cometeu o mesmo erro. Abraçou-se a Alemanha, reconstruiu-se o país e evitou-se a marginalização de um povo. Hoje, muito mais esclarecidos, não há lugar a escrutínio, a análise, a estudo. Há uma preguiça geral e uma loucura em procurar maus e bons. Os maus são maus. Mas os bons também o são. E têm a sua responsabilidade nisto. Desresponsabilização é um erro que se pagará caro. Eu não defendo o invasor. Eu não sou polarizada como o senhor e tantos outros por aí. Porque razão quem questiona Zelensky tem de ser pró Putin. Não sou pró nenhum dos dois. Os dois cometeram erros, alguns maiores que outros. Mas os erros de um, levaram aos erros do outro. A arrogância de um e a sua pouca ponderação, levou a escolhas anti éticas de outro. Mas tenho de ser de um lado? Que palermice.
Pondo de lado as tragédias que causadas, levanta-se uma pergunta. Se o direito internacional serve para alguma coisa, e claramente que serve, então quem o desrespeita passa a ser o prevaricador, o mau da fita. Todas as esquinas que tente arredondar para além disto são palermices.
Ena, ena por enquanto ainda não levou com a cartilha de papagaia putinesca. Deve estar próxima alguma visita do Papa.