Parabéns


jmmcc,

lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá… uma salva de palmas!

 

Feliz aniversário, Ana!

 

74 comentários em “Parabéns”

  1. Parabéns à Ana! Aquário, hummm? Já percebi tudo… Bem me parecia que ela vê o mundo através de uma lente fortíssima e nos traz as suas leituras filtradas pela serenidade da água 🙂

    1. Chloé, Aquário é Ar… e vai da brisa à ventania. Nem sempre com toda essa serenidade, portanto.
      E não resisto a dizer-lhe que vejo o mundo através de uma lente cada vez mais forte, porque estou a ficar pitosga…
      🙂

  2. Ana:

    Muitos PARABÉNS. Dia muito feliz e recheado de coisas excelentes e especialmente com muita saúde.

  3. Como prometido aqui estou a desejar muitos parabéns e um dia muito feliz. O ramalhete de jasmins está lá em casa à sua espera. :))
    Beijo

  4. Ana

    Você vai precisar de uma bela plástica, depois de apagar essas velinhas que os seus extremosos amigos lhe colocaram no bolo…

    Com amigos assim….eh eh eh

    Feliz dia de Anos!

      1. Ponha carinho nisso João, já deve estar a treinar para o dia dos namorados ,não?

        (alguém avise a Judiciária, já sabemos onde estão o resto dos explosivos da ETA)

        João, você é etarra?

      2. Pois, com carinho, outra coisa não seria de esperar…E então para quem é…Para a “nossa” Ana (se ela, assim, o permitir), aqui deixo o chá – a tempo – digno de acompanhar o extraordinário bolo – com carinho..;))
        “Five o´clock tea”
        Eu canto o chá das cinco que minha Mulher ofereceu,
        Às seis da tarde, ao longo da barra azul da sala,
        Àquela senhora inglesa que o Outono nos adiantou,
        Tão distinta, discreta, boa e doce.
        Naquela cadeira exposta ali na sala aos destinos
        Das pessoas que vão entrando;
        Aquela senhora de modos tão finos
        E de dentes brancos onde já um ramo de tempo deita
        sombra;
        Aquela senhora, ali, inglesa, no seu vestido de miosótis,
        De que não me atrevo a pedir ramo algum
        Enquanto bebo o meu chá, ao lado dela, pensando
        Em tanto miosótis que tenho visto e me tenho acanhado
        de pedir ―
        Ou por não ser tempo de miosótis e ficar feio andar augado,
        Ou por não haver outra coisa nos jardins senão miosótis
        e não me apetecer, francamente…
        E assim, imobilizado o meu pálido yes
        E falando francês àquela senhora inglesa,
        Eu canto o chá dourado que minha Mulher lhe oferece ―
        Minha Mulher, que não é inglesa mas gosta de pessoas
        de Inglaterra,
        E pôs a barra azul na sala, por poesia,
        E escureceu os móveis numa tarde toda dourada
        Em que mais triste se sentia.
        A senhora inglesa,
        Que uma amiga nossa que já esteve em Inglaterra nos
        trouxe para este dia;
        A senhora inglesa dos olhos claros;
        A senhora inglesa que só disse palavras correctas, coisas
        correctas,
        E insinuou, na tarde, uma sinuosidade e uma harmonia
        Só com o seu sim ou o seu não,
        O seu braço longo, desistido, inapetente, mas belo
        Precisamente porque é já o braço para o neto esfregar
        as gengivas
        E roer e rir, e rir e roer, meses depois de nascer,
        Como um belo guizo de oiro que só mesmo feito em
        Inglaterra!
        O braço que não ocupa lugar e mede pela asa da chávena
        (À distância a que a senhora inglesa a põe nos seus
        dedos como asas)
        O abismo que vai da senhora inglesa a um lugar
        da Inglaterra,
        E desta hora do chá a uma outra hora lá dela,
        Íntima, doce, única, rara, ampla, esquecida,
        Que não existiu talvez senão para ser lembrada
        Em minha casa, esta tarde, e a comer short-bread ―
        Que é assim a vida…
        Vitorino Nemésio – “O Bicho Harmonioso”- 1938)

        1. Mas eu já sou “meia aérea”, João. Sou Aquário… de “terrena” só uma leve influência de Touro (o meu ascendente) , que felizmente ainda me liga vagamente à terra.

  5. Mil obrigadas a todos por tanto carinho. É muito bom sentir-me assim mimada, sabem?

    Ao João, querido aprendiz de etarra, um agradecimento muito especial. O bolo é um luxo… explosivo. Tenho é de arranjar maneira de acender as “velas” todas de uma vez, ou só vou conseguir ver a primeira…

    🙂

      1. ;))
        Dá-me a receita, João, do “bolo caseiro”? Pois, um bolo feito em casa…Coisa rara – não é para qualquer um e qualquer uma…Parabéns João, grande idéia – a expectativa era grande – esmerou-se…

  6. Parabéns, Ana, muitos anos de vida boa…
    Mais um mimo e ainda de Nemésio – um poema ternurento e pouco conhecido( tenho pena que a poesia de Nemésio seja por muitos pouco conhecida – acho-a belíssima), dito por Manuela de Freitas http://www.youtube.com/watch?v=n9yTXi0_VZE

    Com ternura – “Até sempre”
    Um beijo
    Maria

    1. Que belo presente “de bibe”, Maria! Partilho a sua pena, também gosto imenso do Nemésio poeta. E este poema é mesmo uma pérola (atlântica, que são as mais raras 😉

      Beijo e obrigada

      1. Let us have birthdays every day,
        (I had the thought while I was shaving)
        Because a birthday should be gay,
        And full of grace and good behaving.
        We can’t have cakes and candles bright,
        And presents are beyond our giving,
        But let lt us cherish with delight
        The birthday way of lovely living.

        (R.W.S)

        enhora buena, señorita.

  7. Ana: apesar da ‘gaffe’ do João de há três dias, (antecipando para o dia 9 o dia do seu ‘cumpleaños’), a verdade é que ontem não andei por aqui e com todo aquele ‘Sol’ que ontem se fez sentir, fiquei um pouco ofuscado e passou-me por completo a data.
    Embora já atrasados, envio-lhe com toda a amizade, um grande abraço de parabéns e que o evento se repita ainda por muitos e bons anos. Estou desculpado?
    ;-))

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