Presente de anos, caríssima amiga. Quem diria que o Sabina, de uma tradição musical tão diferente, interpretaria de forma tão sentida este belíssimo bolero em parceria com a grande Chavela Vargas? Uma vez mais, um beijinho de parabéns.
Obrigada, Pedro. Sim, o Sabina é pouco dado a suavidades. Mas há muita nostalgia e muita ternura em toda aquela rebeldia noctívaga de um eterno desalinhado. Por isso não me espanta que esteja tão bem neste registo também, com a grande Chavela Vargas.
com que então o sabina?!
Pois, o Sabina. Num registo pouco habitual nele.
Linda, mas tão triste…
Por mais vezes que ouça “Nosotros” nunca me canso, Teresa.
Ah, o meu amado Sabina… foi presente de anos, certo?
Presente de anos, caríssima amiga. Quem diria que o Sabina, de uma tradição musical tão diferente, interpretaria de forma tão sentida este belíssimo bolero em parceria com a grande Chavela Vargas?
Uma vez mais, um beijinho de parabéns.
Obrigada, Pedro. Sim, o Sabina é pouco dado a suavidades. Mas há muita nostalgia e muita ternura em toda aquela rebeldia noctívaga de um eterno desalinhado. Por isso não me espanta que esteja tão bem neste registo também, com a grande Chavela Vargas.
Sei que é um género musical que aprecias muito, Ana. Tal como eu. Há-de voltar a aparecer várias outras vezes por cá.
Muito bem, Pedro, belíssíma canção.
Ena, Ana, belo presente…;))
Ela merece, Maria.
Estava longe do Sabina, neste momento estava a pensar no Thoreau
E eu estava a pensar nestes versos de ‘Nosotros’:
“Nosotros, que nos queremos tanto,
debemos separarnos,
no me preguntes mas…”
Imaginando-os na interpretação de um conhecido político da nossa praça.