
O João Lisboa tem vindo a fazer uma lista de casos que tornam a questão muito pertinente. Agora é uma notícia do Correio da Manhã sobre um jovem agricultor que violou uma vizinha de 87 anos. Às autoridades, disse: Vi-a a cortar batatas na cozinha e não sei o que me deu, não resisti.
Nos comentários, há quem apresente uma explicação não menos interessante: Pelo que o texto diz, esse jovem quando viu a sra de idade, ficou “fora dele”. Nem parecia “ele” e realmente não foi “ele”. Passo a explicar. Todos nós temos cenas de vidas passadas que são activadas nesta vida.

Boa pergunta, Ana. Material não falta.
🙂
Excelente matéria prima potencialmente /literária/cinematográfica não falta.
(se clicarem no link dessa e forem recuando, descobrem um filão; e, só agora, comecei a reparar – não temos petróleo mas, por aí, a riqueza é inesgotável)
Sem dúvida. E não é coisa só de agora. Ainda hoje estive a dar uma vista de olhos ao livro mais recente de Pedro Almeida Vieira, “Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes”, que apresenta 30 crimes especialmente graves cometidos em Portugal até à abolição da pena de morte em 1867. Alguns destes já serviram de inspiração a obras de ficção.