Para guardar


Pedro Correia,

Um dos mais belos textos que li desde sempre na imprensa portuguesa. Este, do Luís Osório.

17 comentários em “Para guardar”

  1. Entrevistei-o o ano passado e impressionou-me o sua força, a sua determinação em viver. Li esse livro que Luís Osório cita, uma longa entrevista dele ao pai. Recomendo. É uma maravilha.

  2. Às vezes, perante textos em que alguém fala, na comunicação social, de dores pessoais, individualmente sentidas, sentimo-nos constrangidos pois parece-nos que estamos a entrar num domínio tão individual que temos aquela sensação de estar a mais. Perante este texto isso não acontece. Sentimos antes uma enorme ternura e achamos que não é justo que José Manuel Osório não o tenha lido. Mas certamente o seu filho que, ao longo dos anos, sempre mostrou a admiração que testemunhámos (lembro-me de algumas entrevistas) o soube dizer. Por isso também ele deve estar tranquilo.

  3. Os textos do Luís Osório são, hoje, um dos raríssimos prazeres que a imprensa portuguesa me vai dando.
    Fui ganhando por ele um enorme respeito intelectual, desde os tempos em que, na saudosa RCP, discutia com o Camilo Lourenço as contigências da actualidade. Eram manhãs, a caminho do escritório, sempre gratificantes, como há pouco nos media actuais.
    Desde que tive a oportunidade de trabalhar com o Pedro Beça Múrias, grande amigo do Luís, pude conhecê-lo melhor, por interposta pessoa. E ao respito intelectuial só posso mesmo acrescentar uma enormíssima consideração pessoal.
    Não me sinto com grande coragem ou habilidade para tecer grandes comentários sobre este texto em particular. Apenas deixo, aqui, o meu grande apreço e abraço. Também a si, Pedro, obrigado por o ter partilhado.

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