Entrevistei-o o ano passado e impressionou-me o sua força, a sua determinação em viver. Li esse livro que Luís Osório cita, uma longa entrevista dele ao pai. Recomendo. É uma maravilha.
Às vezes, perante textos em que alguém fala, na comunicação social, de dores pessoais, individualmente sentidas, sentimo-nos constrangidos pois parece-nos que estamos a entrar num domínio tão individual que temos aquela sensação de estar a mais. Perante este texto isso não acontece. Sentimos antes uma enorme ternura e achamos que não é justo que José Manuel Osório não o tenha lido. Mas certamente o seu filho que, ao longo dos anos, sempre mostrou a admiração que testemunhámos (lembro-me de algumas entrevistas) o soube dizer. Por isso também ele deve estar tranquilo.
Lembro-me de uma entrevista que o Luís fez certa vez ao pai. Outra peça jornalística – e, mais que isso, um documento humano – que valeu a pena guardar.
Os textos do Luís Osório são, hoje, um dos raríssimos prazeres que a imprensa portuguesa me vai dando. Fui ganhando por ele um enorme respeito intelectual, desde os tempos em que, na saudosa RCP, discutia com o Camilo Lourenço as contigências da actualidade. Eram manhãs, a caminho do escritório, sempre gratificantes, como há pouco nos media actuais. Desde que tive a oportunidade de trabalhar com o Pedro Beça Múrias, grande amigo do Luís, pude conhecê-lo melhor, por interposta pessoa. E ao respito intelectuial só posso mesmo acrescentar uma enormíssima consideração pessoal. Não me sinto com grande coragem ou habilidade para tecer grandes comentários sobre este texto em particular. Apenas deixo, aqui, o meu grande apreço e abraço. Também a si, Pedro, obrigado por o ter partilhado.
Ouvi-o uma vez a cantar isto na Tasca do Chico (pensei que a letra fosse dele, mas pelos vistos não é):
http://www.youtube.com/watch?v=-TzmR1mKB b0
Sentado.
Obrigado, Isabel.
Também li. Somos todos iguais quando o pai nos falta.
É verdade, Leonor. Sei muito bem (também) o que isso é.
Um monumental hino ao Amor.
Boa definição, José Manuel.
De certa forma, este texto é um fado.
Isso mesmo, Ivone.
Sem dúvida…
Um abraço, Carlos.
Entrevistei-o o ano passado e impressionou-me o sua força, a sua determinação em viver. Li esse livro que Luís Osório cita, uma longa entrevista dele ao pai. Recomendo. É uma maravilha.
Um exemplo de tenacidade, de carácter, de força de viver. Esta comovida homenagem do filho ao pai é inesquecível, Teresa.
Às vezes, perante textos em que alguém fala, na comunicação social, de dores pessoais, individualmente sentidas, sentimo-nos constrangidos pois parece-nos que estamos a entrar num domínio tão individual que temos aquela sensação de estar a mais. Perante este texto isso não acontece. Sentimos antes uma enorme ternura e achamos que não é justo que José Manuel Osório não o tenha lido. Mas certamente o seu filho que, ao longo dos anos, sempre mostrou a admiração que testemunhámos (lembro-me de algumas entrevistas) o soube dizer. Por isso também ele deve estar tranquilo.
Lembro-me de uma entrevista que o Luís fez certa vez ao pai. Outra peça jornalística – e, mais que isso, um documento humano – que valeu a pena guardar.
Também me lembro dessa. Lindos, pai e filho!
Os textos do Luís Osório são, hoje, um dos raríssimos prazeres que a imprensa portuguesa me vai dando.
Fui ganhando por ele um enorme respeito intelectual, desde os tempos em que, na saudosa RCP, discutia com o Camilo Lourenço as contigências da actualidade. Eram manhãs, a caminho do escritório, sempre gratificantes, como há pouco nos media actuais.
Desde que tive a oportunidade de trabalhar com o Pedro Beça Múrias, grande amigo do Luís, pude conhecê-lo melhor, por interposta pessoa. E ao respito intelectuial só posso mesmo acrescentar uma enormíssima consideração pessoal.
Não me sinto com grande coragem ou habilidade para tecer grandes comentários sobre este texto em particular. Apenas deixo, aqui, o meu grande apreço e abraço. Também a si, Pedro, obrigado por o ter partilhado.
Obrigado, Filipe. Fica também a memória saudosa do Pedro Beça Múrias, que partiu cedo de mais.
Um abraço.