Do not stand at my grave and weep;
I am not there. I do not sleep.
I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning’s hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and cry;
I am not there. I did not die.
(Mary Elizabeth Frye)
Com um beijo muito especial.

Permita que junte isto:
“…Assez vu. La vision s’est rencontrée à tous les airs.
Assez eu. Rumeurs des villes, le soir, et au soleil, et toujours.
Assez connu. Les arrêts de la vie. – Ô Rumeurs et Visions !
Départ dans l’affection et le bruit neufs ! …”
A.Rimbaud
um beijo,Helena.
Sem palavras, peço licença, Ana, para deixar sob este poema tão bonito um beijo à Helena.
Melhor homenagem não existiria.
E assim vai ficando o nosso Portugal. Mais pobre, sem estes grandes Homens.
Um grande bem haja, Dr.Miguel Portas.
Um beijo muito sentido, Helena. Mas ele passou apenas para o quarto ao lado.
Sem palavras, Ana. ):
Um magnífico poema, Ana. Se me permites, faço minha esta tua bela dedicatória, com um grande beijo para a Helena.
Sou mãe e não tenho palavras para lhe dizer, querida Helena.
Um abraço enorme e as minhas lágrimas, por si e seu filho.
Maria
Belo poema, que diz – mais e melhor – tudo quanto pudéssemos dizer também, Ana.
Só e tão só para enviar um sentido abraço a Helena Sacadura Cabral.
Foi, ou melhor, tornou-se para mim um prazer escutar a voz de Miguel Portas.
David F.