PAN = PS’s pet


Paulo Sousa,

Como o Pedro Correia já aqui tinha referido, o PAN tem beneficiado de uma brandura de escrutínio, que explica a surpresa da recente ruptura do seu único deputado no PE.

Segundo o que o Observador apurou, os assessores políticos parlamentares deste partido eram remunerados pela Câmara Municipal de Lisboa dentro da rubrica orçamental relativa ao seu deputado municipal.

Além da questão do recurso aos recibos verdes, práctica criticada pelo partido, dos referidos assessores terem um email no domínio pan.parlamento.pt e ainda assim emitirem os seus recibos em nome do município lisboeta, temos o grande detalhe de que na prática a socialista Câmara liderada pelo Sr. Medina apoia a vida parlamentar deste recente partido.

Em política o que parece é e, perante isto, entendemos que a permanente sintonia política entre o PS e o PAN ultrapassa qualquer coincidência.

De tanto conviverem com os seus animais de estimação, os animalistas do PAN projectaram essa relação com o PS e acabaram por se tornar, eles próprios, num partido de estimação. Com trela, biscoito e caixinha de areia.

18 comentários em “PAN = PS’s pet”

  1. Não li a notícia, fechada a não-subscritores. Mas pela amostra dá para perceber que Silva e Guerreiro iam andando à batatada.
    Nada que nos espante, visto tratar-se de um partido vegetariano e vegano.

      1. Ao Anónimo a 24.06.2020 às 11:30

        Porque na sua opinião só nos bordéis é que não há virgens?
        Santa ingenuidade…
        Ou estará a tentar assumir, de forma pública e corajosa (e quiçá algo retorcida), a sua própria virgindade?

  2. Os sempiternos trafulhas socialistas da “república portuguesa”. Portugal é o outro país, colonizado pela ditadura da política complexada e mentirosa dos partidos.

    1. Só é considerado abuso quando não há consentimento. O PAN não é o melhor amigo do PS mas presta-se a ser amestrado.
      O melhor amigo do PS é o orçamento da UE.

      1. A bazuca europeia já tem destino — 50% fica logo para a família socialista que se vai alargar em novas unidades de gestão e ordenados mirabolantes para gerir os outros 50% e acabarem de comprar o que falta do imobiliário de Lisboa. Dos outros 50%, portanto, que já só são 12.5 mil milhões, 7 mil milhões são para o Novo Banco onde os outros da primeira metade têm as contas e as poupanças. Já só sobram 7mil milhões. Metade disso vai para a TAP e para os ordenadões daquela malta que se desdobra em ir buscar mais imigrantes à África e ao Brasil. Já só sobram 3 mil milhões. Faz-se um fundo de 1,5 mil milhões para um fundo de segurança e à cautela investe-se mais 1 milhões em colaterais porque nunca se sabe. Ficam 500 milhões para dar às empresas em projectos geridos pelos indivíduos mencionados no início do meu comentário — que vão distribuir o dinheiro pelas empresas cujo projecto de candidatura privilegiar emprego para imigrantes e gente esquisita. Não vai haver re-estruturação da economia nenhuma, nem se vai acautelar o que nos próximos 5 anos vai ser a brutal transformação nos modelos laborais provocada pela provável continuação da Pandemia até 2025.

        No final, os portugueses vão continuar na merda como sempre e a pagar mais impostos às câmaras que entretanto, sem que isso esteja na Lei que lhes confere as suas atribuições, se tornaram nas donas e senhoras das cidades e de tudo o que mexe nelas. As câmaras do PS, bem entendido. As outras ardem.

  3. Tivemos o deputado limiano, agora temos o partido canídeo.
    Costa está seguro, os animais de estimação são conhecidos pela sua lealdade incondicional.

  4. Vigaristazecos , reles até na vigarice…e na hipocrisia.
    Pulhíticos portugueses, como não podia deixar de ser.

    JSP

  5. Os PANtomineiros do costume, reconhecidos por habilidades circenses, que dizem “cãominhar” quando na verdade gatinham, apesar do açaime e das palas que nos querem impôr, tudo sob a alçada do lobby das rações disfarçado do falso moralismo que estas alimentam e materializado na castração, esterilização e privação de liberdade do que dizem ser animais de companhia.

    Que vão observar aves em território de leões e não se queixem se as leoas famintas fizerem deles pequeno-almoço.

  6. O PAN foi uma questão de estratégia eleitoral, vencedora.
    O perceptível vasto número de animais de estimação alertava para um razoável nicho eleitoral. Efectivamente cerca de 175 mil lá foram defender os seus companheiros. E muito bem.
    Só não se percebe é porque podem que opinar sobre o covid, a TAP e tudo mais.
    -Outro nicho eleitoral, agora disponível, embora aparentemente mais pequeno, 57 mil eleitores, ficou à disposição de um qualquer partido empreendedor. É só encontrarem uma face adequada.
    -Largo exito seria o conseguir organizar o nicho eleitoral que sempre cresceu, os abstencionistas. Depois de devidamente enquadados só seria preciso descobrir como mobilizá-los naquele único dia, o dia das eleições. A vitória por larga maioria seria garantida.

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