O caluniador


Pedro Correia,

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Esta noite, após ter visto a sua equipa perder contra um modesto onze açoriano no estádio da Luz com quatro golos sofridos, algo que não acontecia desde 1997, o treinador do Benfica procurou virar o foco da derrota para os jornalistas, usando palavras inaceitáveis. Por serem lesivas da honra e da consideração devidas aos profissionais da informação.

«Às vezes fico a pensar quem é que vocês andam a tentar promover para ficar no meu lugar ou quem é que lhes anda a pagar alguns almoços ou alguns jantares ou algumas viagens para entrar aqui no meu lugar», declarou Bruno Lage numa conferência de imprensa realizada naquele estádio e transmitida em directo para o país inteiro ver, ouvir e fixar.

Para meu espanto, nenhum repórter ali presente contestou de imediato o conteúdo calunioso desta declaração. E nem um só abandonou a sala em protesto contra a grosseria do treinador, como se impunha. Passividade e resignação, comer e calar: eis um exemplo inequívoco de uma classe profissional incapaz de se dar ao respeito. E que não pode queixar-se, portanto, de ser tratada desta forma por um indivíduo que saltou do anonimato para a fama em poucos meses precisamente devido aos jornalistas que agora insulta só porque um jogo lhe correu mal.

 

ADENDA: A reacção do Sindicato dos Jornalistas. E a da Associação dos Jornalistas de Desporto.

108 comentários em “O caluniador”

  1. O rapaz está desorientado,e cada vez mais tonto.

    Mas vamos ao que interessa!!!

    Afinal com quem é que o Sr. Pedro Correia vai almoçar???

      1. Muito bem Bruno Lage. Pode não ser o melhor treinador, mas disse o que todos sabemos há tempo, que os jornalecos, agitadores só falam mansinho com almoços e p. almoços grátis Os jogadores esses são das distritais. Embora pagos a preço de ouro.

  2. Tenho boa impressão de Bruno Lage pelo que já disse tantas vezes. Pode ter sido infeliz hoje e continuo a ter boa impressão acerca do seu carácter. Mas parece-me que o período de glória de Bruno Lage como treinador do Benfica está a terminar.

    1. O carácter das pessoas avalia-se no momento das derrotas, não na hora das vitórias, Bea. Lançar lama sobre toda uma classe profissional, permitindo que a suspeita generalizada alastre como nódoa, é uma atitude vergonhosa. E cobarde.

      1. será. Mas também julgo que quando as pessoas são muito pressionadas rebentam por qualquer lugar; por vezes pelo que menos convém.

        1. Não tenho dúvida quanto a isso, Bea. Mas um treinador de futebol de um clube como o Benfica é remunerado muito acima do salário do Presidente da República, é um condutor de homens, tem formação específica em psicologia comportamental – tudo motivos acrescidos para se acautelar nas intervenções públicas, saber bem aquilo que diz e não lançar lama sobre uma profissão que é fundamental para o sistema democrático. Porque não há democracia sem jornalismo nem jornalistas.

          1. Diz o senhor que o jornalismo é uma profissão fundamental para o sistema democrático. Não dou por isso. Acha que andarem com o André Ventura ao colo, contribue alguma coisa para o sistema democrático’

          2. Pois não!!!
            Para isso temos o Columbo que passa na RTP Memória, e ontem o episódio foi muito bom…

          3. Tenho estado a ver desde o princípio, e ontem adorei o episódio mas eu sou suspeito…. enquanto ao Lage, nem para adjunto do Columbo

          4. Aceito que BL esteve mal. Mas o mundo do jornalismo não é aquela virgenzinha. A democracia precisa dele como mundo de isenção da notícia. Não sei se o senhor foi jornalista, mas é fácil verificar que há jornalistas um tanto alheios à deontologia profissional. E eles podem e fazem mesmo a cabeça de muita gente. Não se pergunta por exemplo qual a razão para Bruno Lage falar contra a imprensa? Mesmo estando mal, pode ter alguma razão. Digo eu que sou penetra nos dois mundos, o do futebol e o do jornalismo.

          5. Para: De Bea

            O mundo em que vivemos, infelizmente não presta para nada, e todos contribuímos directamente ou indirectamente com a importância que damos a estas mediocridades.
            O desporto devia de ser de natureza amadora e nunca de competição, pois a competição só leva a mentiras….
            Bruno lage foi encostado a parede, e por isso dispara. Para os jornalistas isto são só novelas, algumas criadas por eles próprios outras não mas no fundo tudo isto não passa de diversão.

  3. Não ouvi. Estive até há pouco tempo a enfardar sardinhas com pimento e um molho pesto caseiro divinal, tudo embrulhado num Alvarinho, primeiro, e depois num licor de pêssego. Estou que nem posso. Vamos ver se não me tenho de levantar. Enfim…

    Quanto às declarações são estúpidas (ponto).

    Espero, pelo Pedro, que o Sporting ande melhor (não ligo muito ao futebol, não sabendo o que se passa).

    Cumprimentos

    1. Sardinhas com pimentos, de noite? Só mesmo no São João, caramba. E cumpriu as “normas sanitárias” impostas por aquela doce senhora que já disse tudo e o seu contrário?

  4. Antes de mais, espero não ofender o autor do post, mas o certo é que só ofenderei se lhe servir a carapuça, o que acho não ser o caso.
    Em primeiro lugar Bruno Lage.
    Acima de tudo louvo o facto de ter trazido ao palco uma nova postura. Postura essa que tanta falta fazia ao futebol, e eu nem sou benfiquista
    Acho-o um gentleman, um indivíduo conciliador e que tem pautado as suas intervenções pelo dever de correcção.
    Não entra em polémicas, não é desagradável ou insultuoso, é fiel aos princípios que assumiu logo no primeiro dia e as suas análises são maioritariamente correctas e humildes.
    Lage sempre disse que não comentava arbitragens e não o faz, mas nunca disse que não comentaria jornalismo.
    Quando joga mal assume, quando tem de dar mérito ao adversário dá. Mesmo quando do outro lado tem um burgesso, arrogante e nada humilde colega de profissão.
    Já sobre jornalistas não se pode dizer o mesmo. E até acabo por lhe dar uma certa razão. Foi demasiado cáustico, foi sim. Mas se calhar é essa atitude que faz falta para ver se essa classe finalmente abre os olhos e faz aquilo que se pretende que faça.
    Os jornalistas de hoje já não servem o público. Os jornalistas de hoje servem políticos, partidos, indivíduos, grupos, associações. Servem tudo menos o público.
    Sou do tempo em que ler um jornal servia para me informar. Sou do tempo em que ver o telejornal ao jantar era sagrado. Era meia hora de pura informação.
    Hoje isso acabou. Hoje a impressa serve para nos entrar na cabeça, para impedir que tiremos as nossas conclusões e formarmos opinião isenta, hoje a imprensa omite, o moderador dá lições de moral, o entrevistador ataca uns e protege outros. Hoje a imprensa vende.
    Recentemente vi uma entrevista com Chris Tucker, actor nascido em Atlanta que criticou precisamente isso. Numa cidade tomada de assalto fruto da greve de zelo dos polícias, culpa a imprensa pelo facto. E culpa bem, pois apenas passam uma versão, ou um ângulo do mesmo problema. Têm vendido a ideia de racismo, no entanto omitem o outro lado. Vendem a ideia da polícia malfeitora, mas omitem o contrário. Em França igual. Passam ininterruptamente notícias e imagens de um ponto de vista, mas omitem as tomadas de assalto de bairros ou cidades inteiras. Pretendem vender uma imagem, pretendem destruir outras.
    Este problema do racismo é a maior evidência.
    A imprensa vende os Marcelos, os Centenos, os Costas, os Black Lives Matters e destrói os Trumps, Bolsonaros, polícias.
    No futebol igual e Lage tem razão. Uma imprensa que com todo o à vontade dava tempo de antena a comentadores pagos pelos clubes, que traziam para os programas de informação os guiões por eles fornecidos, não tem moral para falar.
    E não falam porque provavelmente tem razão. Provavelmente existe um guião já escrito para desgastar a imagem de Lage. Ele sabe do que fala, pois vive num clube que percebeu a importância do marketing institucional. O PS faz o mesmo desde 2011, os democratas americanos fazem isso à 4 anos, os PTs fazem isso à 3.
    Não sendo benfiquista, dou muito mais credibilidade a Lage do que a um jornalista.
    E acontecer isso a um não benfiquista, é sintomático do descrédito a que o jornalismo chegou.

    1. Ando a dizer isso desde 2011. Não me recordo de um governo tão massacrado como o de Passos Coelho e um tão protegido como o de Costa.
      No de Passos tinha mais tempo de antena a oposição, do que o próprio governo. Os sindicalistas tinham mais minutos no ar do que a Cristina Ferreira. O Mário Nogueira da fenprof e do PCP, ou do PCP e da fenprof, passava a vida na televisão. Hoje nem nos lembramos dele.
      Com Costa é ao contrário. Tempo de antena à oposição, nem pensar. Com a excepção do bloco. No entanto, até o bloco já foi ultrapassado pelo PAN. Pois o PAN é amigo. É tipo a equipa B do PS e por isso já passa a vida nas televisões.
      Depois Obama foi-se e veio Trump, e com ele as coisas ainda pioraram. Não me lembro de ouvir na CS qualquer referência às coisas positivas que fez. Falava-se mais dos esquecimentos do homem nos protocolos com a rainha de Inglaterra, do que o facto de ter baixado o desemprego para números nunca vistos, ou o elevado crescimento de emprego próprio.
      De um lado acusavam-no de ser misógino, mas ninguém referia o facto de ser no seu mandato que mais mulheres chegaram a cargos de chefia na CIA e no FBI. Trump nomeou a primeira directora da CIA. Ninguém falava de ter aumentado excecionalmente a produção de energia doméstica, o que teve um impacto profundo no ambiente.
      Depois veio Bolsonaro e foi o descalabro. O massacre era diário.
      Enfim, hoje o jornalismo bateu no fundo. E quem é bom, normalmente é descartado.
      O jornalista descredibilizou-se. Foi conivente com esta linha e nunca fez o que deveria fazer, informar. Não se colocou ao lado dos bons colegas que resistiram a isto e foram apagados.
      Hoje também acho que o jornalista é miserável, quando não à muitos anos o achava formidável.

    2. Pedro Gomes
      De acordo com quase tudo que escreveu.
      Julgando eu que se está a falar de jornalistas “desportivos”, os tais que estariam na sala, que não se sentiram ofendidos, que ouviram e …calaram, os mais “ferrenhos benfiquistas” de todos esses ditos jornalistas que ouviram e calaram (provavelmente pensando nesses tais almoços), até gostaram da forma ‘airosa’ e evasiva, como Lage se ‘desgrudava’ dos maus resultados, disparando (defendendo-se) em várias direções, só faltando apontar o dedo, às claras, ao FC do Porto e ao Sporting. Sabemos — porque o demonstram aos 7 ventos e sem qualquer dignidade desportiva/isenção — que 99,9% são benfiquistas, são do …outro tempo!!!

  5. Eu não vejo nesta frase de Bruno Lage qualquer insulto nem grosseria. E não sou benfiquista…
    Sugerir que alguém pode estar a ser corrompido não é insultuoso, muito menos é grosseiro.

  6. É muito fácil ser-se magnânimo quando se ganha.

    (Além do trato com alguns entrevistados, o nosso jornalismo tem um cuidado excessivo quando chega a hora de fazer títulos. O Público hoje diz “tropeção do Benfica” – mas seria muito mais correcto dizer “esbardalhanço do Benfica”. Tropeção é o que me acontece quando bato com um dedo do pé na perna da mesa. O que aconteceu ontem foi o equivalente aos despistes dos esquiadores de downhill.)

  7. Os jornalistas calam-se porque como são todos do benfica (o clube do Estado e do Regime que está sempre presente mesmo nas outras conferências de imprensa dos outros clubes) mesmo sem compreender o motivo, encararam isto como um raspanete de uns dos seus chefes oficiosos, agora desgraçado. Um chefe para queimar enquanto esperam pelo outro chefe que já começaram a glorificar e que por enquanto está no Sporting.

    Só que o o presidente do Sporting foi esperto (mais inteligente do que eu alguma vez imaginei que ele fosse, confesso) e criou-lhes o embaraço de inventar um treinador caríssimo cujo desempenho amparado pela simpatia benfiquista e dos jornalists afectos ao benfica e a sua futura saída para o clube do Estado e das comunidades de língua oficial portuguesa, resultará sempre em grande lucro para o Sporting. É uma jogada de luxo.

    Típico.

    Aliás, se eu fosse um país estrangeiro e olhasse para como Portugal à revelia dos portugueses e por iniciativa governamental se apresenta por como uma república semi-tropical, com corredores abertos para o Brasil e para os países africanos e sem controlo epidemiológico nas comunidades imigrantes para não os melindrar enquanto isola os portugueses mais antigos no norte do País — também bloqueava a entrada de “portugueses” no meu território. Já teria invasores de sobra.

  8. Valha o Jesus, era uma besta arrogante quando ganhava e quando perdia.
    Este é mais um na linha do discurso positivo quando ganha, é tudo sorrisos e afabilidade; quando corre mal é desconversar e insinuações. Ainda não chegou ao nível do Derrotas, dar murros na mesa e sair disparado da sala.

      1. Por amor de deus Pedro Correia.
        Eu sou portista e sou o primeiro a admitir que o meu treinador é um psicopata.
        É um tirano castrador, que coloca as culpas em toda a gente, menos nele próprio.
        É um indivíduo pouco educado, incapaz de reconhecer mérito a outrem e que jamais consegue reconhecer os seus erros.
        Nem a decência de responder assertivamente a um elogio da concorrência tem.
        Por isso, pessoas como Lage no futebol fazem falta. E em Portugal a postura das gentes do futebol é miserável. Nem congratular o rival campeão são capazes. Lage é. Mesmo que afronte a direção parola que tem sobre si.

          1. Não sejamos cegos. Lage congratulou o Porto quando perdeu. Elogiou Conceição, que me lembre, duas vezes. Uma delas quando ninguém acreditava que o título lhe fugiria.
            E Conceição o que fez? Respondeu num tom mesquinho, quiçá tentando imitar Mourinho num modo arrogante.
            Ora Mourinho é arrogante, Conceição é estúpido.
            Conceição bajula uma direção inoperante e sugadora do clube, Lage faz aquilo que está ao seu alcance, não comenta. Não tece considerações sobre a direção.
            Conceição culpa os emails, os árbitros, as toupeiras, pelo seu fracasso.
            Lage não analisa arbitragens.
            No final veremos. Na época passada, Conceição não o felicitou, este ano aposto que Lage o fará, caso perca.
            Lage sabe estar como poucos.

          2. Caluniar, caluniar…
            Que há dirigentes, treinadores e empresários que partilham refeições com jornalistas é certo e sabido. Não será pelo convívio. Até o nosso ex de boa/má memória organizava um brunch com clientela seleccionada.
            Mas adiante.

          3. Alguns amigos do senhor Lage, que integram o pequeno grupo responsável pela estratégia de comunicação do Benfica, diziam há uns anos, quando se soube que o SLB oferecia regularmente talões de refeições gratuitas a árbitros e respectivos familiares numa conhecida cervejaria lisboeta, que “ninguém se deixa corromper por uns almoços”.
            Esqueceram-se de comunicar isso ao quase destituído técnico desse clube. Ele foi o último a saber.

          4. Pois esse corporativismo não lhe fica bem. Há bons e maus. E atualmente há mais maus que bons.
            E os jornalistas apenas levaram um raspanete que veio de Lage, mas que poderia vir de Passos Coelho, de Magina da Silva, de André Ventura, de Vítor Gaspar, de Manuela Ferreira Leite, de Cavaco Silva e de mais um sem número de pessoas que são ou foram constantemente diferenciadas no tratamento pelos jornalistas ao longo dos anos.
            Recentemente vi no youtube um apanhado de um programa da TVI, onde a jornalista, pensando que estava em off, combinava com o entrevistado “bater” num determinado político. Isso é inaceitável. E mais inaceitável é ter sido protegida por esse tipo de corporativismo que em nada beneficia a profissão. Já outros que não jogam o jogo são afastados e despedidos. E esses não podem contar com o corporativismo.
            Os jornalistas, em grande número, são agentes de marketing. Cada vez mais.

          5. Eu gosto de comentar factos concretos. Comentar em abstracto é o passatempo preferido de muitos portugueses. Com a proliferação das redes sociais, já não é só passatempo: tornou-se um vício.

            Falei de algo muito concreto, visando uma pessoa muito concreta e uma situação muito concreta. Por acaso relacionada com o treinador do maior clube português, que terá cerca de seis milhões de adeptos. E que é, portanto, uma espécie de emblema do País.
            Desfocar isso para um nevoeiro de abstracções e conceitos vagos ocorridos em lugar incerto com protagonistas por identificar não é rumo que eu queira seguir.

            Quando voltar a surgir algo concreto, cá estarei para me pronunciar de novo. Entretanto teorizem como quiserem em torno de trincheiras políticas e bandeiras ideológicas. Eu prefiro manter-me no terreno onde estou.

          6. Chego à conclusão que o problema é ele ser do Benfica e destratar jornalistas.
            E chego à conclusão que lhe está a ser difícil distanciar -se. Coisa que um jornalista deveria conseguir sempre fazer.
            Fico-me por aqui, porque será um debate que não terá fim.

          1. Sim, um castrador.
            Um castrador de bons jogadores.
            Quando do nada coloca o melhor marcador e o melhor assistente da equipa no banco, para dar a titularidade aos amigos, que nem para o carcavelinhos servem, castra, como castrou, esses jogadores.
            Quando tem 3 dos mais promissores jovens jogadores portugueses no banco ou na bancada, a ver o seu lugar dado a 3 pinheiros, que não sabem fazer nada com a bola, castra a motivação desses miúdos.
            Quando exige jogadores de 12 milhões, que num determinado jogo, tem uma exibição menos feliz e é brindado com uma bofetada em pleno campo, castra o talento desse jogador.
            Quando tem discussões fúteis com o capitão de equipa e nem sequer tem razão, castra a entrega desse jogador.
            Quando é inoperante como treinador, castra-me a mim no meu entusiasmo.

          2. Para: Chuck Norris

            Fiquei K.O., com tanta castração

            Espero que recupere rápido o seu entusiasmo…..

            Carlinhos

      2. O do Porto prefere atacar arbitragens e redes sociais que falam mal dele
        O homem fala como se estivesse sob constante fogo
        E claro, é boçal e malcriado.
        O Lage é na linha do Derrotas, um gentleman na vitória, exemplo a seguir, já na derrota prefere dirigir o foco para outras bandas.
        (em ambos os casos o discurso sobre futebol é quase nulo, uns chavões de posse e transição, tretas de não foi o Zé que falhou, foi a equipa)

          1. O papão jesus sempre o atormentou. Lage vive na sombra do medo.
            E agora mais do que nunca atira a matar com tiros de pólvora seca, é um perdido
            que já não acredita em si próprio.

            Miguel Nunes

          2. E quem é que o atormentou? Os jornalistas.
            Não gosto do gajo, mas o gajo tem razão. Ele sabe do que fala, ou não estivesse no clube das cartilhas e dos cartilheiros.
            O Porto teve um treinador que passou pelo mesmo. Vítor Pereira foi bicampeão e um dos melhores treinadores do FCP. Foi campeão com um dos piores planteis do Porto, contra um dos melhores planteis do Benfa. Mas acabou sistematicamente perseguido pelos jornalistas, que nunca o valorizaram, sempre o perseguiram, sempre o atormentaram com o fantasma Villas Boas e acabaram por desgastar de tal maneira a imagem do homem, que ele se pôs a mexer daqui.
            Os cartilheiros não são só os Calados, nem os Pedros Guerras. São os chefes editoriais, os diretores de informação, os pivôs e os jornalistas.
            Andam à anos à espera do messias, não falam noutra coisa, nem mesmo depois deste triste ser campeão. Desta vez encheu o saco e é mais fácil encher o saco nas derrotas, por isso temos de o compreender.
            Agora está desgraçado. Vão derreter o homem até o verem na sarjeta.
            Os jornalistas estão nas ruas da amargura, tal como os políticos estão à anos, tal como os polícias estão, tal como os médicos estavam antes do covid, tal como os professores estão desde que pediram aumentos. E o Lage vai passar a estar também, porque foi-se meter com os cartilheiros encapotados. E assim Vieira vai conseguir justificar o regresso do Michael Bolton da Amadora e o pagamento de um salário astronómico. E com a preciosa ajuda destes cartilheiros encapotados, os adeptos nem vão discutir o vencimento, pensando estar plenamente justificado.

          3. Deixa-te lá de conversa fiada, Fininho. Se tens acusações concretas a fazer a alguém, diz. Mas com nomes e factos, não com tretas. E bota o teu nome, deixa lá de usurpar a canção do Carlos Tê e do Rui Veloso.

            E aprende a conjugar o verbo haver. Começo a ficar cansado de tanta gente que vem para aqui descarregar erros de palmatória.

          4. Ui! O Pedro ficou bravo. Isso é tudo lealdade aos colegas, ou está receando que o metam no mesmo saco?
            Até parece o seu colega Pedro Guerra,a pedir provas.
            Pois não é a tentar proteger quem se diminuiu, que faz um bom serviço pela classe. Faria um melhor trabalho se em vez de proteger os maus, os contrariasse.
            Porque bons e maus há em todas as profissões. E vocês estão a passar pelo pior período de sempre, em termos de credibilidade. E a culpa é inteiramente vossa. E quando digo vossa, falo nos jornalistas em geral, não individualizando, por isso não leve tão a peito as minhas palavras, pois não estou a falar de si individualmente.
            O jornalista segue as linhas editoriais que lhe são dadas por directores editoriais, que também são jornalistas. Que por sua vez são pressionados a alinhar pelo caminho de quem manda.
            Vê-se isso na política de uma forma óbvia, porquê tanta admiração no caso do futebol?
            Mas existe alguém que venda melhor um jogador, por exemplo, do que um jornalista? Ou um conjunto de jornalistas? Olhe o Félix. Quem melhor para arrastar na lama alguém, como Bruno de Carvalho, que tinha sido condenado e preso e no final foi ilibado, do que os jornalistas?
            Quem melhor para endeusar um treinador, como JJ, senão os jornalistas? Se endeusam um, podem perfeitamente queimar outro, como este.

          5. Pois eu tenho um desprezo visceral sobre aqueles que servem determinados senhores, entidades, partidos, associações, ou clubes de futebol, de forma encapotada, protegidos por uma suposta manta de isenção, que no final não é cumprida.
            Tenho desprezo por aqueles que disfarçadamente opinam, relatam e subvertem a verdade, omitindo ângulos, exacerbando outros, repetindo exaustivamente conclusões de quem lhes interessa, como se fosse a verdade absoluta.
            Tenho desprezo por aqueles que em vez de serem isentos, não o são na ânsia de agradar a quem lhes dá de comer, esquecendo aqueles que têm o dever de informar, imparcialmente e promovendo a informação completa, não apenas aquilo que lhes interessa.

          6. Vá, publica lá o meu comentário. Até está de acordo com as tuas correções ortográficas, mais que justas.
            Estás a ser um menino muito mimado, Pedro.

            Mas isso é assim tão importante para si? Até podia colocar João Pires, ou Manuel Silva, ou Quim Romão.
            Coloquei Chico Fininho, mas não deixo de ser eu.
            E sou eu quem lhe responde, mesmo surpreendido por esse mau humor, que não lhe conhecia e de um evidente défice de poder de encaixe.
            Mais surpreendido fico com o facto de o Pedro não conseguir assumir que a sua classe profissional já conheceu melhores dias. Quando até o próprio Pedro já aqui se insurgiu com algumas estratégias e tomadas de posição de colegas seus.
            O jornalismo perdeu a credibilidade assim que se vendeu. Seja por cargos, seja por manutenção de postos de trabalho, seja por mediatismo. Mas o certo é que se vendeu. Jornalistas da craveira de Carlos Fino, Mário Crespo ou Margarida Marante já não os há. Agora temos os Ricardos Costa, aquele protótipo de jornalista do polígrafo, que ou faz o que lhe mandam, ou vai trabalhar para a rádio local da sua aldeia, temos a Constança Cunha a Sá que ao fim destes anos todos, sentiu-se livre para assumir aquilo que sempre foi.
            Hoje temos o Miguel Sousa Tavares a injuriar toda a gente, pois se não o fizer vai de vela e lá se vai a maior publicidade aos seus livros.
            Hoje temos um jornalista homossexual da tvi, um pequenito de barbicha, que destrata os seus entrevistados, só porque não partilham das duas idéias.
            Temos jornalistas a chorarem em direto porque o George Floyd morreu, quando na semana anterior não verteu uma lágrima com as imagens do assassínio de um negro, às mãos de um grupo de ciganos, no seu país. E isto serve para quê? Para influenciar. Beneficiando quem? Quem lhes dá milhões, ou empregos, ou proagonismo.
            Por sorte ainda se vão mantendo um Carlos Daniel, ou um José Rodrigues dos Santos, ou um Vítor Gonçalves.

          7. Para: El Professor

            José Rodrigues bom jornalista???

            Nem escritor nem jornalista este indivíduo é uma fraude sempre com a mania que é bom.

            José Gordo

          8. O comentário não é do El Profesor, é meu. Foi lapso ao escrever na caixa de texto. Mas respondendo-lhe, Rodrigues dos Santos, não sendo um génio, é alguém que ainda vai conseguindo manter alguma isenção na forma como dirige uma entrevista. Mantém o tom neutro e consegue controlar as suas emoções. Compare a sua postura, com a postura do Rodrigo Guedes de Carvalho na entrevista à ministra da saúde.
            Esqueci-me de outro, extremamente assertivo. José Gomes Ferreira. O único na sic que ainda vai mantendo a distância relativamente ao politicamente correto.

          9. Para: Chico Fininho

            Respeito a sua opinião, mas não concordo.

            O José Rodrigues dos Santos como entrevistador está longe de ser isento e tem o melhor exemplo quando entrevistou o José Sócrates na RTP simplesmente uma vergonha( não sendo eu defensor ou apoiante de José Sócrates )considero que JRS foi indigno e mal educado nada neutro e longe de controlar as emoções e estou a ser simpático.
            (em caso de dúvida, o El Professor pode rever a entrevista, já com uma distância emotiva do tempo)

            JRS enquanto escritor, parece ter uma série de gente que investiga ali e acolá
            e depois o JRS faz umas colagens de umas estórias.Vende muito é certo mas como escritor para mim não é grande coisa .

            Profissionalmente…

            José Gordo

          10. Ok, dou a mão à palmatória.
            Na minha memória ainda tenho presente o seu excelente trabalho na primeira guerra do golfo. Onde como jornalista fez o seu trabalho de forma isenta e sem tentar justificar as ações de a ou b. Mas nessa altura podíamos confiar no jornalismo informativo, ao contrário do jornalismo sugestivo que temos hoje. Como disse antes, em termos de entrevistador, penso que Vítor Gonçalves é das poucas referências como entrevistador televisivo.
            Mais revoltante ainda são os programas de debate. Que por vezes de debate não têm nada, mais parece um coro a berrar em uníssono.
            Antigamente tinhamos a noite da má língua, hoje temos a noite da língua porca.

          11. As minhas desculpas. O comentário foi escrito por mim. Na mesma altura respondi a um comentário seu noutro post e enganei-me na caixa de texto.

          12. O Michael Bolton da Amadora !!!! Essa nunca tinha ouvido…O Lage, que rapidamente esgotou o seu ciclo no Benfica e merece ser feliz a exercer a sua profissão noutro clube, esqueceu-se de falar nos pequenos almoços, não são tão faustoso como os almoços ou os jantares, mas há registos de jornalistas a ouvirem sermões leoninos de um presidente de um clube ao pequeno almoço 🙂

          13. Já o Jesus não precisa de teste para ser chumbado só por abrir a bocarra!

  9. O furebol é o momento, quando ganhas és um heroi, quando perdes és pior do mundo. Bruno Lage está sobre pressão, e imagino que reagiu de “cabeça quente”, o que deve toldar qualquer pensamento. Todavia, e sabendo que momento escolhido, não seja o melhor, prefiro saber a verdade, doa a quem doer. Os jornalistas não o questionaram porquê ? Porque é verdade o que diz? De todas as formas, é fácil no ceguinho.

      1. “Cash-ball, pagamentos a árbitros na Madeira, fruta”, é tudo à vontade do freguês, tudo depende da cor das lentes dos óculos.

  10. “Por serem lesivas da honra e da consideração devidas aos profissionais da informação.”

    “Para meu espanto, nenhum repórter ali presente contestou de imediato o conteúdo calunioso desta declaração. E nem um só abandonou a sala em protesto contra a grosseria do treinador, como se impunha. Passividade e resignação, comer e calar: eis um exemplo inequívoco de uma classe profissional incapaz de se dar ao respeito.”

    Contradição evidente. A primeira frase citada é refém de princípios passados que a realidade actual, reflectida na citação posterior, se encarrega de demonstrar já não estarem em voga. Por muito que nos custe.

    1. O facto de os jornalistas ali presentes não terem protestado nem abandonado a sala não significa que deixem de merecer a consideração que lhes é devida, sobretudo por parte de alguém que a eles deve o facto de ser hoje uma figura pública, conhecida em todo o país, quando há pouco mais de um ano era um ilustre desconhecido.

      Muito mais grave é quando uma reles insinuação, como foi o caso, acaba por atingir de modo indiscriminado toda uma classe profissional.

      Se o indivíduo em causa conhece alguma relação promíscua de algum jornalista concreto com algum colega que lhe queira roubar o lugar de treinador principal do Benfica, tem o estrito dever de pôr nomes naquilo que diz. Assim limitou-se a meter lama na pá da ventoinha. Sem reparar sequer que o primeiro a ser salpicado foi ele próprio.

  11. O “sindicato” veio pedir explicações.
    Quando o Barrote saía da sala e os deixava pendurados, na semana seguinte lá estavam com a mesma submissão.
    Fortes somente com quem está por baixo.

    (é sempre um prazer estas tricas do outro lado da rua, não podem ser sempre os mesmos)

  12. O sta Clara só não pode ganhar no dragão na luz já pode, não esqueçamos os dois últimos jogos do sta Clara no dragão…

  13. Não é bem só porque um jogo lhe correu mal. A campanha à volta do regresso do sebastião Jesus esteve ao rubro há uns meses atrás.
    Aquilo foi um desabafo muito infeliz e desesperado de quem não sabe mais.
    Mas que há jornaleiros a fazer fretes, isso não há dúvida.

  14. Depois da não reação dos jornalistas e da reação MUITO TARDIA do seu Sindicato(?), sobre o que disse o Lage, lembro-me da pronta reação às palavras do Bruno de Carvalho pelos jornalistas e sua Presidente do Sindicato, quando atacou certos jornais e pedia aos adeptos para os não ler.
    O contraste é enorme, e vem só provar a cobardia dos jornalistas(?) portugueses perante certas pessoas e instituições. Se quisessem a prova dos noves ela está aí.

    1. Não houve “reacção tardia” nenhuma do Sindicato, que reagiu horas depois. E o mesmo aconteceu com a Associação de Jornalistas de Desporto.

      O cúmulo do ridículo é um anónimo teorizar sobre cobardia. Anónimo e aldrabão, como é o caso.

  15. Não se convocam 16 profissionais da comunicação para um pequeno-almoço, acreditando que se está sentado com um novo grupo de amigos, sobre Bruno de Carvalho. Apesar de infelizes, as declarações falam de coisas que acontecem…

    1. Você está com o relógio avariado. E essa bússola também não bate bem. Fala-se em Lage e pensa no Carvalho, confunde o Benfica com o Sporting, estamos em 2020 e parou em 2018.
      Não acerta uma.

  16. A dor é maior quando nos metem o dedo na ferida… um professor vai precisar de brufen se falarem da sua classe, mas um simples bem-u-ron resolverá a sua dor, se a indignação se manifestar em relação a outra classe…

    Tenho pena dos jornalistas que ainda se mantêm fiéis aos princípios deontológicos da classe, pois a maioria, há muito tempo que os esqueceu e como o autor deste post atrás referiu em resposta a outro comentário, nem conjugar o verbo haver sabem… são crónicos os erros de português que podemos observar, numa base diária, nos canais de informação (que transmitem a informação numa espécie de loop, pois o espectador pode não a ter ouvido as primeiras 30 vezes e será importante para este ter o jornalista à porta de um qualquer injustiçado a perguntar a este como se sente).

    Mas adiante.. não creio que o Bruno Lage tenha dito nada que não se possa enquadrar perfeitamente neste novo normativo da acção jornalística. Basta um treinador começar a coxear e já se falam em nomes para o substituir. Isto tem sido sistemático e não requer conhecimentos casuais, mas uma simples televisão para que se observe e confirme o fenómeno.

    A comunicação social, na ânsia de serem os primeiros, antecipam os eventos, numa espécie de futurologia que acaba – muitas vezes – por se concretizar, pois a “carneirada” pouco instruída, com o acumular de anos de perca de capacidade cognitiva (à custa de muitos big brothers, secret stories e relatos do Sr. Joaquim que perdeu uma ovelha e sente-se mal), entra em “jogo” e, indignados, manifestam-se, na esperança de que alguém também lhes pergunte como se sentem…

  17. O Lage não acerta uma, pois se o visado seria o Jorge Jesus mais os seus jornalistas em fraternas comezainas.

    Então saiu-lhe o tiro pela culatra!

    Os jornalistas antecipando-se em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.

    Hoje nos jornais a conversa é Marco Silva que até ver parece ser o eleito.

    Zé Bonito

  18. Como é que há um ano com o mesmo treinador eram só goleadas, depois do intervalo, porque até aí andavam a dormir em campo, depois vinham a todo o gás e o treinador era o melhor à face da terra e agora é o que se vê. O que passou-se? É estranho, não acham srs. vermelhos?

  19. Quem “fez” e continua a “fazer” o Bruno Lage são aqueles parolos cartilheiros lampiónicos que enxameiam pelos canais televisivos. O homem é uma pessoa como outra qualquer, com prós e contras, como é normal. Todavia, esses cartilheiros tinham por incumbência do gabinete de crise lampiónico, promover esse homem simples, sem vaidade que o pavoneasse. Como fazem, aliás, com esses normalíssimos jogadores do clube quando apregoam aos quatro ventos que os clubes tubarões querem este e aquele e que até estão dispostos a dar 80 M€ pelo caceteiro Dias, mais uns infindáveis milhões por qualquer cepo que alinhe no clube, mas que não tem qualidade para passar além dum Auxerre, dum Bétis, dum QPR, dum Sassuolo, até. Vai daí, procedem à lavagem do guito da porta 18 com a simulação duma venda de 126 M€, mas que tudo não passou de 30 M€, como dizem os lampiões que não gostam do orelhas. Por isso e para finalizar, vamos ter que aguentar com uma mais sensacionalista notícia, dentro de dias, de que o Bruno Lage acaba de ser vendido para a Papua Nova Guiné, para treinar o campeão do imensa Polinésia pelo preço, imaginem, de mil milhões de euros.

  20. O calunias é o rei da sonsice, um dissimulado, um artista fiteiro, o homem educado que virou uma Dalila desengonçada, que ataca os inocentes jornalistas que ingenuamente acreditaram neste homem como alguém diferente.

    Carla Sofia

  21. Eu acho que o Lage não quis desrespeitar os jornalistas nem a sua honorabilidade. Os almoços e os jantares fazem parte da entourage, socializar, trocar impressões, vincar pontos de vista, criar amizades, enfim, qualquer dia não se pode convidar ninguém para uma refeição. Parece-me que o Lage disse que de entre todos, alguns estarão a tomar parte, o que não é uma acusação de qualquer ato ilegítimo, será uma constatação. Não creio que o Lage quisesse partir o nariz a nenhum santo, apesar de ter enfardado 4 do Santa Clara. É um ciclo fechado, pelos resultados e pelo que se vê em campo, desde que teve 7 pontinhos de vantagem na liderança (mesmo sem brilho) e, desaproveitando, no campo e no discurso (acabou por dar moral ao rival lembrando que na época passada recuperou 7 pontos de desvantagem – santa inocência…), dirigiu-se, por vontade própria ou empurrado, para o deserto de ideias de jogo e começou a pregar ao vento, cego pelo Sol, não conseguindo ver jogadores também esgotados em campo e outros ávidos e merecedores de irem a jogo. O Homem está em baixo e foi sempre respeitador, não vale a pena bater mais. É bom profissional, tem valor, falta-lhe um pouco de tarimba, que se vai ganhando, e desde que lhe ofereceram um presente alemão para o meio-campo, ficou hipnotizado a ver a areia a escorrer-lhe por entre os dedos, enquanto o meio-campo se transformou num passvit. Sem meio-campo, a equipa transformou-se num deserto sahariano 🙂

  22. Fugiu-lhe a boca para a verdade e logo vieram a terreiro as virgens ofendidas.
    É sabido que no futebol num ápice se passa de besta a bestial mas em matéria de educação e saber estar Bruno Lage dá lições. Mas enfim, outros com repetidas manifestações de falta de educação, são desculpados porque ou “estão com azia” porque não gostam de perder ou porque faz parte da sua natureza competitiva ou porque etc.e tal…Não sei a quem Lage se refere, nem quero saber, mas uma coisa eu sei, Lage tem alguns colegas de profissão para os quais a imprensa é geralmente muito favorável.

  23. Desde a primeira perdida de pontos esta época pelo SLB, que os jornalistas andam a inventar nomes de treinadores para o substituir.
    Haja paciência para lhes aturar estas m####s. Chega um dia que o copo transborda e a reação dele acaba por ser legítima.
    Como pode o homem trabalhar, debaixo de toda a pressão que esta classe de mentirosos lhe vem impondo? Onde a cada semana que passa anunciam dois ou três treinadores para o substituir. Eu também me pergunto, quem estará por detrás disto.
    Vão dar banho ao cão.

  24. pois…diz-se que o mundo do futebol é um mundoaáparte.

    Percebesse o desespero do treinador, mas até dado o continuado infortunio do mesmo, fez uma acusaçao infantil . E inaceitavel. E punivel.

    Mas o futebol é outro mundo. . Ainda assim, agora se percebe ainda mais que o senhor, ele, o treinador, nao serve, está a mais .

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