36 comentários em “Palavras para recordar (79)”

  1. Deixou de comentar futebol e fundou o CHEGA!…
    Não é por acaso que o CHEGA! é o segundo maior
    partido político em número de Deputados onde
    interessa: na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA…

    Não tenho qualquer dúvida de que vai ser o próximo
    Primeiro-Ministro de Portugal. Tem o nosso apoio…

    É uma excelente pessoa.

    João Barros da Costa

      1. Cara Paula Dias…

        Como se interessa pela Arte Real,
        convido-a para uma visita guiada ao Museu Maçónico.
        Fica no Palácio Maçónico, na Rua do Grémio Lusitano, n.° 25, Lisboa.
        GRÉMIO LUSITANO (GRANDE ORIENTE LUSITANO UNIDO) (1802).
        O Museu Maçónico é público.
        A primeira vez que lá fui, foi quando foi inaugurado.
        Mais informações na Internet.

        Depois, posso mostrar-lhe um edifício de 1720 (onde vivi),
        na Rua de Santa Catarina, em Lisboa, que foi a primeira
        Loja Maçónica em Portugal: “Loja dos Mercadores Hereges”.
        Trata-se de um edifício maçónico (duas colunas, gruta artificial,
        pavimento maçónico nas três entradas, sala de sessões pintada
        com a cor encarnada – Grau de Aprendiz – ainda de origem, etc.).
        A seguir, posso mostrar-lhe o edifício onde funcionou a continuação
        dessa Loja Maçónica, a São Paulo, perto da parte de baixo do antigo
        Elevador da Bica. Infelizmente, já não vai poder ver a pequena (um palmo)
        escultura metálica, pintada de verde, a mesma cor da porta que lá está,
        da Deusa Ísis (Antigo Egipto) que se encontrava junto à fechadura e que
        funcionava como puxador da porta. Alguém a retirou. Tocava-se na Ísis
        e entrava-se… Trata-se da Maçonaria Regular da UNITED GRAND LODGE…

        L. I. F.

        F. S. B.

        Cumprimentos.

        João Barros da Costa
        (A. P.) (G. A. R. D.) (O. V.)

          1. Paula Dias…

            Gostou?
            Ainda bem.
            Foi um convite…

            Agora vou recomendar-lhe um livro.

            REPUBLICANAS QUASE DESCONHECIDAS
            Fina d’ Armada
            Círculo de Leitores
            Temas e Debates
            Lisboa
            2011
            Nota – 1.ª Edição.
            Nota – Muito ilustrado.

            Cumprimentos.

            João Barros da Costa

  2. Pedro Correia…

    Deixou de comentar futebol e fundou o CHEGA!,
    o segundo maior partido político onde interessa:
    na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

    Não tenho qualquer dúvida de que vai ser o próximo
    Primeiro-Ministro. Ele merece. É uma excelente pessoa.

    Tem o nosso apoio…

    João Barros da Costa

    1. Você aparece aqui aos soluços repetindo o que já rabiscara em louvor e hossana ao seu querido Andrezito, antigo pajem do lampião Vieira, também conhecido por “Kadafi dos pneus” – vá-se lá saber porquê.
      A sua veneração pelo dito cujo, no entanto, não o levou a sair do sofá para votar nas presidenciais, segundo confessou numa caixa de comentários.
      Para a próxima, se quiser, explique porquê. Mas não em dose dupla. Uma vez já basta.

  3. E viva a honestidade, a integridade e a ” verdade desportiva”!

    Um trapaceiro será sempre um trapaceiro… As falcatruas serão sempre apetecíveis para quem não tem um pingo de integridade, nem de honra… Enfim, nada que já não se soubesse há muito tempo…

  4. Ventura é provavelmente um dos homens de Portugal mais cobiçados por mulheres e invejado por homens. Tem beleza, tem carácter, honestidade e sexualmente um garanhão com garantia de qualidade. Quando vejo ranhosas a desfazer um homem destes é porque chegaram a pontos de frustração tão elevada que até um psicólogo vai ter sérias dificuldades em equilibrar a cabeça destas senhoras. Quanto aos homens por muito que se olhem ao espelho ou que façam enxertos de inteligência nunca chegarão a unha do pé grande do meu querido Ventura que um dia irá governar Portugal e colocar o país na ordem.

      1. Não há-de ser: o JBC escreve em verso livre, e a Rosalina em prosa compacta – além de cultivar o estilo hiper-sarcástico. Aquela do “garanhão com garantia de qualidade” não lembrava nem à Coudelaria de Alter.

      2. Pedro Correia…

        O “leitor João Barros da Costa” não usa pseudónimos.
        Já agora, quem comenta não é “leitor”. É comentador.

        João Barros da Costa

        1. Leitor entre aspas, talvez seja você. Comenta o que não lê.
          Isso não faz de si um comentador. Não é comentador quem quer; é comentador quem sabe e pode comentar.

    1. Por acaso votei nele, muito por algumas das considerações favoráveis que tece ao homem. Não porque as soubesse na altura, mas sim por pensar o mesmo.
      E ainda não sabia, e com toda a certeza continuarei e morrerei na ignorância pois não me interessa minimamente comprovar a veracidade do que afirma, de que André Ventura é sexualmente um garanhão com garantia de qualidade.

    2. «nunca chegarão a unha do pé grande do meu querido Ventura»

      É difícil combater micoses, é verdade.

    3. Ai, “Rosalina”, “Rosalina”, que discurso tão idiota… Faça-nos um favor: leve, para muito longe, o seu “querido Ventura” e faça bom proveito… Desta vez, seja egoísta e fique com ele todo para si…

  5. a CNN – USA também utilizou esta técnica desde 2020 e não resultou, tal como faz agora a nossa comunicação social, socializada e os influencers bem-pensantes mas lá está “nós” somos mais inteligentes e vamos acertar onde outros falharam

    1. Resultou pois. Se não tivesse resultado, os States já tinham mudado o nome para Trumpland, e o King Trump the First estaria a receber os tributos dos seus vassalos na Trump White House, em Mar-a-Lago (a outra fora recondicionada e passara a “Strip&Star Saloon”).

      E faz muito bem em não ligar nenhuma à socializada e aos bem-pensantes.
      Mas, se me permite o reparo, “vocês” não deviam andar a gabar-se de lá está serem mais inteligentes, isso é coisa de cabotino ou de néscio.
      É que nem precisam: a vossa sagacidade, seriedade e pontaria são por demais evidentes.

  6. Uma loja de marroquinaria de luxo na Avenida da Liberdade. O ar cheira a cabedal caro e a fuga ao fisco. André Ventura entra com o passo apressado de quem tem uma urgência ética.

    Vendedor: (Limpando o balcão com um desdém magistral) Ora muito boa tarde. Deseja uma pasta para levar a integridade moral ou basta-lhe um porta-moedas para o que sobra dela?

    Ventura: Deixe-se de apartes, senhor. Procuro algo substancial. Algo com estrutura. Uma mala que diga: “Eu sou um português de bem”.

    Vendedor: Compreendo perfeitamente, quer algo na linha “Ética Flexível”. Temos este modelo em pele de cordeiro, ideal para quem trata os outros como ovelhas. É reforçada nas pegas, caso o peso seja demasiado.

    Ventura: (Apalpando o couro) É bonita, sim senhor. Mas tem de ser discreta. No fundo, eu sou um purista. Sem hipocrisias. É para uma questão de meritocracia.

    Vendedor: Ah, a famosa “Mala da Honestidade Brutal”. É um conceito fascinante. Temos este modelo com fundo falso. É ótimo para esconder a coerência. Cabe lá toda, e ainda sobra espaço para um cachecol do Benfica.

    Ventura: Fundo falso? Não me ofenda. Eu quero que se veja o esforço! Quero uma mala que, ao bater no balneário do adversário, faça o som de um hino nacional.

    Vendedor: (Com um sorriso gélido) Nesse caso, recomendo a nossa linha “Mártir da Pátria”. É feita de pele de camaleão — muda de cor conforme o sítio onde o senhor se encontra. E as divisórias são excelentes para separar os “portugueses de bem” dos “jogadores que falham golos de baliza aberta contra o Sporting”.

    Ventura: É essa! Gosto do acabamento é brilhante por fora, mas oca por dentro até ser devidamente recheada. Aceita pagamento em cripto ou prefere que eu mande um “amigo” passar por cá com um saco do Pingo Doce?

    Vendedor: Sr. Ventura, nesta casa somos como o senhor: aceitamos tudo. Leve a mala. Só um aviso: a pega costuma ceder quando o Ministério Público entra na sala.

    Ventura: Não se preocupe. Se a mala cair, eu digo que a culpa é do sistema. É um clássico, nunca falha. Quanto é?

    Vendedor: Para o senhor, o preço é o costume: três princípios éticos. Temos de ser honestos, não vale a pena estar aqui com hipocrisias…

  7. A honestidade venturina é mais do género da do vígaro da BD João Honesto, ou da dos vendedores de carros (muito) usados: “Palavra d’honra, só teve dois donos, e um era freira.”

    Depois da tese de doutoramento a criticar o “populismo penal” e a defender as minorias perseguidas pelas polícias, personalizou os próprios conceitos de desonestidade intelectual e de hipocrisia em geral.

    O que lhe tem valido, e muitíssimo, é que os seus “bases” são analfabetos funcionais, lêem as gordas d’”A Bola” e é se for; os seus “quadros” uma espécie de rebotalho de ‘pátio dos milagres’ ou das hienas pretorianas do Scar; e os seus “topos” uns académicos ressabiados, que pensam poder domesticá-lo para lhes servir de trampolim e só tarde demais descobrem que não só não usaram, como foram usados… e gozados. Há os que ficam, mas deve ser porque é o mais perto de “ideólogos” de qualquer coisa a que algum dia poderão aspirar.

    1. Convém revisitar as palavras do Ventura pré-político para melhor escrutinar o verdadeiro pensamento do Ventura político.
      Felizmente o meu arquivo está bem recheado. Oxalá não desapareça no anunciado tsunâmi Sapo.

  8. Lendo estes comentarios meios estrogonofes. Não consigo deixar de pensar na Rosalina e no Carlos Sousa. Acho mesmo que andam a tomar LSD.

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