Bolo de casamento “Game Over”.
Este é o bolo típico em que a noiva não perde tempo a explicar ao noivo que acabou o bem-bom do jogo de sedução alimentado até ao dia do contrato. Serve como uma luva para os ingénuos, que ainda os há que alimentam ilusões.
(A meias com a Ana Vidal)


A verdade é que começo a ficar sinceramente assustado com a crise política em cima da crise económica e numa situação em que não pode haver dissolução da AR.
Temo que o a falta de carácter do Sócrates ainda saia a ganhar deste duelo com a sua saída do governo, o caos e o PSD a ser esmagado por toda a opinião pública a partir dos OCS.
Depois das duas uma: isto fica pior e regressa Sócrates como salvador; ou
isto fica pior e regressa um salvador em versão moderna do que ocorreu em 1926.
Este comentário era para estar colocado no post abaixo, lapso meu.
Esta semana a ‘Sábado’ tem um texto, chamar reportagem é demasiado elogioso, sobre casamentos que acabaram logo depois de começarem. Aquele a que acho mais piada é um em que os noivos apanharam um furacão na lua-de-mel e, por terem de ficar muito tempo no quarto, descobriram que eram incompatíveis pelas discussões sucessivas. Não é lindo?
Hard times. As pressas dão nisto. Hoje, quando embarcam em lua-de-mel, já não podem suportar-se um ao outro.
Então não vale a pena, Pedro.
Essa agora! Há horas felizes. Às vezes. Mas só umas horas. Eheh…
Não vale a pena se na lua-de-mel já estão fartos um do outro, João 🙂
Confesso que já passei por isso. Mea culpa. Não vale mesmo a pena. Mas vale a pena insistir.
Gostei desta do «(A meias com a Ana Vidal)»…
Irresistível, esta tendência para estragar aquilo que, antes, até poderia estar bem. Só por causa do “bolo”?… “esse”, já está mais que comido antes de chegar à mesa!
Antigamente, ainda se justificava – era a maneira mais “aceitável” de levar a “garota” para a cama… mas agora?! – é só comprar a corda para o enforcamento!…
«A meias» são os grandes casos de amor. Nada que se compare com a compra de cordas. Eheh…
Engraçado como este bolo pode ter leituras diferentes… para mim, ingénua é ela, que achou que as flores, os jantares românticos e a atenção permanente ultrapassavam o dia do casamento… tudo aquilo de que o noivo gosta realmente está à volta dele, no chão, ou no écran de televisão. Acontece que esta noiva resolveu arregaçar as mangas e tratar do assunto antes que o drama se instale de vez. Esperta, perdeu depressa as ilusões mas tem capacidade de reacção rápida…
Ingénua?! Ela!?…
Exactamente.
‘Tadita.