Gosto muito de arroz de pato. Mas poucos pratos em Portugal andam tão abastardados como este. Cheguei a estar anos sem comer disto por me ter fartado de tanta contrafacção. Recentemente, no entanto, descobri o melhor arroz de pato de Lisboa. Vamos lá jantar uma noite destas.
Há um prato que diria estar ainda mais abastardado que o arroz de pato: o bacalhau à brás. Nunca comi um bacalhau à brás decente fora de casa dos meus pais. O arroz de pato é raro, mas encontra-se. Ainda assim, são pratos a evitar pedir na maioria dos restaurantes.
Ensino-te um truque: um fio de azeite trufado (muito pouco, que o sabor é muito intenso) sobre um bom bacalhau à brás transforma o prato numa delícia rara.
Tirando o pato é um óptimo prato.
Eh eh eh.
Já eu, eu adoro pato.
Para comer um pato só são precisos dois: o pato e eu.
veja lá não seja o pato a comê-lo a si…eh eh eh
Credo!
Um pato inteiro?? Caramba!
🙂
Gosto muito de arroz de pato. Mas poucos pratos em Portugal andam tão abastardados como este. Cheguei a estar anos sem comer disto por me ter fartado de tanta contrafacção.
Recentemente, no entanto, descobri o melhor arroz de pato de Lisboa. Vamos lá jantar uma noite destas.
É pedir muito o nome do dito cujo ? Ou a lei não permite ?
Há um prato que diria estar ainda mais abastardado que o arroz de pato: o bacalhau à brás. Nunca comi um bacalhau à brás decente fora de casa dos meus pais. O arroz de pato é raro, mas encontra-se. Ainda assim, são pratos a evitar pedir na maioria dos restaurantes.
O bacalhau à Brás já enjoei, de tantos tão péssimos que comi.
Ensino-te um truque: um fio de azeite trufado (muito pouco, que o sabor é muito intenso) sobre um bom bacalhau à brás transforma o prato numa delícia rara.
João, um e outro estão realmente abastardados. Mas, quando são bem feitos, são excelentes pratos portugueses.
Vamos mesmo lá jantar, e parece que mais cedo do que pensávamos…
🙂
O nosso leitor SCP50 (também leão?) ficará a saber nessa altura.
Exactamente.
😉
Delicioso! Um dos pratos que gosto de fazer 🙂
Eu também, Leonor. Embora eu dispense a parte de desossar o pato…
A minha amiga aqui da frente, adora.
Hoje fica ela, com o prato.
Temos que saber dividir. (hum, cá estou eu altruísta)
(Ôps, é o segundo prato que divido, as francesinhas e o arroz de pato, os outros marcharam)
Agora marchavam uma castanhas assadas…
Ai, nem me fale nelas….
Ai marchavam, marchavam. Hão-de passar também por aqui as castanhas.
Já descascadas, de preferência, para não dar trabalho à sopeira da menina Carolina Patrocínio, atracção juvenil do partido no poder.
Este, Ana, é para mim o mais convincente dos muito convincentes motivos que apresentou até agora. É só por isto que ainda não emigrei. ;-D
É um belíssimo motivo, Luísa! Percebo-a perfeitamente.
🙂