Para quem as aprecia, Sérgio, é verdade. Mas para esses (e é o meu caso) as sardinhas são como Veneza: o cheiro é irrelevante perante o resto, que é sublime.
Truque/ou/Modo para que não fique impregnado com o fumo e cheiro:
Experimente usar um grelhador ( electrico) em que a grelha que comporta as “ditas” fique sob as resistências… isto é , em que o calor actue por cima… O que causa o cheiro e o fumo é precisamente o oleo das “ditas” caír sobre as resistências ( caso grelh.electrico /ou sobre as brasas… invertendo a acção não há fumo nem cheiro…
Para que fique a gostar “delas”, posso oferecer-lhe um desses grelhadores!
Eu agradeço-lhe a sugestão e a oferta, mas confesso que não me vejo a assar sardinhas. Depois de durante alguns meses ter vivido numa casa onde tinha um vizinho que todos os dias assava peixe e obrigava a minha mulher a ir a correr recolher a roupa que estava no estendal antes do pivete e do fumo lá chegarem, fiquei vacinado. E quando se trata de “sardinhadas”, faço de conta que vou tomar um café com os meus amigos e aproveito para comer um arroz doce.
Os turcos – em Istambul, pelo menos – servem na rua um peixe pequeno parecido com sardinha, no pão (mas não é sardinha) espalmado e assado na brasa. É uma das muitas curiosas semelhanças que têm connosco, como as castanhas assadas que se vendem também na rua (mas sem sal) e os eléctricos, que são iguais aos nossos mas pintados de encarnado.
Deixe lá, Luísa, não está sozinha. E há-de passar por aqui algum pitéu que lhe permita voltar ao redil… 🙂
E também linguado (em Faro, no República), rodovalho (em Sagres), cantarilho ou cantariz (no Ferragudo) e sargos grandes e carnudos em Sesimbra, depois de um bom mergulho. Sardinha, carapau, anchova e truta é que só mesmo dentro de água.
Concordo. Peixe é cherne, lírio… todos com poucas espinhas, em postas grandes e grelhadas.
Verifico que a maioria dos homens tem dificuldade com as espinhas – cá em casa passa-se o mesmo…:)) De resto, estou completamente de acordo com Ana Vidal, além disso a sardinha é muito boa para a saúde – é muito rica em Ômega 3. :))
Para quem as aprecia, Ana. E tem a sorte de conseguir comê-las sem ficar impregnado com o fumo e com o cheiro, coisa que comigo nunca sucede.
Experimente acompanhar com uma sangria e essas minudências deixam de ser relevantes… 🙂
Para quem as aprecia, Sérgio, é verdade. Mas para esses (e é o meu caso) as sardinhas são como Veneza: o cheiro é irrelevante perante o resto, que é sublime.
Caro Sergio A C
Truque/ou/Modo
para que não fique impregnado com o fumo e cheiro:
Experimente usar um grelhador ( electrico) em que a grelha que comporta as “ditas” fique sob as resistências… isto é , em que o calor actue por cima…
O que causa o cheiro e o fumo é precisamente o oleo das “ditas” caír sobre as resistências ( caso grelh.electrico /ou sobre as brasas… invertendo a acção não há fumo nem cheiro…
Para que fique a gostar “delas”, posso oferecer-lhe um desses grelhadores!
Boa sardinhada:
Caro Artur Mendes,
Eu agradeço-lhe a sugestão e a oferta, mas confesso que não me vejo a assar sardinhas.
Depois de durante alguns meses ter vivido numa casa onde tinha um vizinho que todos os dias assava peixe e obrigava a minha mulher a ir a correr recolher a roupa que estava no estendal antes do pivete e do fumo lá chegarem, fiquei vacinado.
E quando se trata de “sardinhadas”, faço de conta que vou tomar um café com os meus amigos e aproveito para comer um arroz doce.
Sardinha assada ha em todos os paises ! !
Xatos também.
Exactamente! Apenas uma diferença: as sardinhas são óptimas, os xatos não propriamente…
Sim, Xato? Diga-me então em que países as comeu, sem ser em casas ou restaurantes de portugueses.
Com uma diferença:
Em Portugal assam-se com a tripalhada…
Enquanto lá por fora até a cabecinha vai pr’o lixo.
E só no Quersiquistão de Baixo se comem com broa…
Os turcos – em Istambul, pelo menos – servem na rua um peixe pequeno parecido com sardinha, no pão (mas não é sardinha) espalmado e assado na brasa. É uma das muitas curiosas semelhanças que têm connosco, como as castanhas assadas que se vendem também na rua (mas sem sal) e os eléctricos, que são iguais aos nossos mas pintados de encarnado.
permita-me discordar… aguardo pela posta mirandesa.
A mirandesa é uma boa… aposta.
Vá pondo a mesa, Daniel, que ela vai aparecer por aqui.
Passo, Ana. Sardinhas, só mesmo no mar.
Já somos dois. Mesmo com sangria, prefiro-as no mar. Peixe é barroso, ops!, cherne, quero eu dizer.
Pedro e Sérgio, eu sei que gostos não se discutem, mas acho-vos quase hereges…
🙂
Como diz o Sérgio, peixe é cherne. Robalo. Garoupa. Isso sim.
…… (silêncio muito comprometido de uma herege) ……
Deixe lá, Luísa, não está sozinha. E há-de passar por aqui algum pitéu que lhe permita voltar ao redil…
🙂
E também linguado (em Faro, no República), rodovalho (em Sagres), cantarilho ou cantariz (no Ferragudo) e sargos grandes e carnudos em Sesimbra, depois de um bom mergulho.
Sardinha, carapau, anchova e truta é que só mesmo dentro de água.
Concordo. Peixe é cherne, lírio… todos com poucas espinhas, em postas grandes e grelhadas.
Salmão também marcha. E linguado, claro.
Au Meunieur…
:))
Snobs marítimos, é o que vocês são todos…
Verifico que a maioria dos homens tem dificuldade com as espinhas – cá em casa passa-se o mesmo…:))
De resto, estou completamente de acordo com Ana Vidal, além disso a sardinha é muito boa para a saúde – é muito rica em Ômega 3. :))
Parece que sim, Maria Ema. Ainda bem que fazem bem, ainda por cima.
Subscrevo inteiramente, Ana. Adoro sardinhas assadas.
Ah, uma alma que me entende e não tem preguiça para as espinhas! Também gosto imenso, Leonor, e ainda ontem comi umas deliciosas.