Aos 77 anos, o capitão de Abril Otelo Saraiva de Carvalho confessou à agência Lusa que já fora desafiado a concorrer à Presidência da República, mas que só aceitaria o cargo se algo de espantoso acontecesse, com “uma mudança de regime que valha a pena”.O agora coronel na reforma gostava de “participar numa qualquer mudança efectiva do país” e até já propôs a reconstituição do MFA.
O PS procurou alicia-lo várias vezes, disse. Recebeu convites de altos dirigentes para ser cabeça de lista às eleições parlamentares, mas nunca aceitou, porque nunca quis hipotecar-se a nenhum partido, recordou.
Para Otelo, “os partidos sempre constituíram grupos de poder que lutam pelo poder, não em benefício de todo o povo, salvo medidas esporádicas, mas em benefício do próprio partido”.
Ora aqui está a “notícia” que estava mesmo a faltar-nos no dealbar do mês de Abril e dos quarenta anos da Revolução dos cravos. Ele há com cada marau!

Na história de Portugal não poderá (nem deverá) deixar de ter lugar nenhum dos que foram relevantes na história do país. Podem não ser (e não o são com toda a certeza) do agrado de todos, porém todos tiveram a sua importância. Otelo foi um deles.
E como qualquer um de nós tem liberdade para dizer o que pensa. Mesmo quando o que pensa não seja o mais correcto. Todavia, se ele não o disser quem o ouve não tem a possibilidade de o contradizer.
Cumprimento-a com um sorriso!
… “não em benefício de todo o povo, … mas em benefício do próprio partido” Descobriu a pólvora.
É por isso mesmo que eu não vou votar.
Há uma outra revolução em curso que é necessário divulgar. E a Irmã Cristina Scuccia sabe fazê-lo de uma forma prodigiosa:
http://www.youtube.com/watch?v=S7QBIXwpT IQ
http://www.youtube.com/watch?v=TpaQYSd75 Ak
Já agora, fica aqui a mensagem da Senhora em 25-03-2014:
http://www.medjugorjebrasil.com/
Se o Otelo fosse capaz de falar melhorzinho, afirmaria: «Obedecem a este esquema e são expressão destas limitações os chamados partidos políticos, mas estes, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional senão precisa e precariamente, quando se unem, ou seja quando se negam».
Falta de manta sobre os joelhos, é o que é.
Eu tenho uma única mulher e que bom juízo ela me tem inculcado na vida (fui um bom mariola, o que não vem ao caso), ao que dizem este figurão tem duas e mesmo assim nenhuma tem mão nele. Apre que já é azar nosso !
Não nega as origens!
Um Estado Novo avermelhado e aparvalhado seria a sua praia.