
Animados pela independência catalã, e igualmente respaldados por traços históricos e culturais comuns, a Asamblea Nacional Andaluza (ANA) proclamou ontem a República Virtual da Andaluzia. Evidentemente, essa república, formada pelos “países andaluzes”, engloba o Algarve e partes do Alentejo. Pedro Ignacio Altamirano, fundador da ANA, defende-se dizendo que se a Cataluña se marcha então a Andaluzia tem o direito de seguir o mesmo caminho. Será divertidíssimo ver os catalanistas lusos a pugnar pela independência da Catalunha ao mesmo tempo que se opõem ao projecto independentista andaluz.

Voto a favor… Independencia para os Mouros já!
Só lá falta a capital do império…
Mas depois para ires ao teu apartamento no algarve, ou ires lá passar férias, tinhas que nos pedir licença.
Viva a GRANDE REPÚBLICA FEDERAL DA ANDALUZIA
Isso. Depois dessa de outras sobrará apenas a República Popular e Revolucionária da Amadora.
“Será divertidíssimo ver os catalanistas lusos a pugnar pela independência da Catalunha ao mesmo tempo que se opõem ao projecto independentista andaluz.”
Porquê? Há duas questões.
1- Tem direito a pedir a independência?
2- É a melhor ou menos má decisão pedir a independência?
A resposta não tem de ser sim ou não duplo. Pode ser sim e não.
O facto de alguém casado ter direito a divorciar-se não quer dizer que o deva fazer dependendo das circunstâncias.
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Quanto ao resto quanto mais países melhor.
Veja-se como os Unionistas Europeus atacam a Liberdade: https://www.samizdata.net/2017/12/mongol ia-the-eus-blacklisted-tax-haven/
1. Segundo os independentistas catalães e quem os apoia, sim.
2. Segundo os independentistas catalães e quem os apoia, a pergunta é irrelevante.
Alto e para o baile. Porque raio o Alto Alentejo ficou de fora? Que é lá isso?
Todos os nacionalismos radicais alimentam-se da exclusão do ‘Outro’. No caso em apreço o mau da fita deve ser o Alto Alentejo (por colaboracionista, talvez).
Discordo deste mapa. Granada, coração do velho Al-Andaluz, deve independentizar-se de uma Andaluzia independente. Tornando-se o primeiro Estado islâmico da Península Ibérica do século XXI. Com relações privilegiadas com o Reino de Marrocos.
Inch’ Allah.
Com a porta no manicómio escancarada, como está, já nada me surpreende.
Gosto das cores da bandeira: verde e branco.
Aquele encarnado é que está ali a mais.
Outro fundamentalismo, meu caro Pedro. Como sabes, sou tão versado em bola como em mandarim ou energia termonuclear, mas o rapaz que está ao leme do clube de Alvalade dava para independentista catalão, não dava?
Ah, afinal percebes de bola!
Se isto não fosse uma brincadeira, eu perguntaria o que uma coisa tem a ver com a outra.
João de Brito
Para quem o promove não é uma brincadeira, mas sim o início de um processo independentista. E têm argumentos válidos – se tivermos o caso catalão como bitola, claro.
O “Pancetas” ter-se.à esquecido de Gibraltar?…
Sabemos, e nunca duvidamos, que Portugal vai do Minho a Timor …
Só falta perguntar aos timorenses, perdão, aos algarvios e aos baixo-alentejanos, se querem ser independentes … dos lisboetas (PS, BE, PCP) entenda-se.
Até eu, que sou lisboeta, gostava de me tornar independente dessa Lisboa.
ver os catalanistas lusos a pugnar pela independência da Catalunha ao mesmo tempo que se opõem ao projecto independentista andaluz
Mas por que raio nos havemos de opôr?
Eu a mim tanto se me dá ir ao Algarve com passaporte como com bilhete de identidade. Aliás, hoje em dia até já se vai a todo o lado somente com bilhete de identidade…
Se o Algarve e o Alentejo se quiserem juntar à Andaluzia, por mim, façam favor. A porta da rua é a serventia da casa.
Ora nem mais.
É preciso bilhete de identidade para ir ao Algarve? As coisas que a gente aprende com o leitor Lavoura.
Então o castelo abusivamente chamado de S.Jorge, porque foi construído pelos mouros, e o castelo de Sintra ficam de fora porquê?
É perguntar a quem promove a iniciativa. Pela minha parte, depois do ‘procés’ catalão já tudo me parece normal.
E já ouvi que o Minho, Trás os Montes , Galiza e Astúrias também querem formar um reino independente de Espanha e Portugal. Um reino , não uma república.
e o Couto Mixto exige o seu antigo foral de volta.
Como referi num comentário anterior, no fim apenas sobrará a República Popular e Revolucionária da Amadora.
O Islão não tem lugar na Península nem a brincar. Foi sempre um intruso.
O mesmo pode dizer-se do Cristianismo. Originalmente os povos ibéricos eram pagãos.
Do Douro para baixo é tudo colónia. Tudo território conquistado pelos de Entre o Douro e Minho.
Se os cidadãos dos “países andaluzes” desejassem formar o seu próprio país, teriam todo o meu apoio. No entanto, não me parece que seja esse o caso.
Já no caso do povo catalão é diferente: pelo menos metade defende a independência da Catalunha.