Os últimos dias.


vidabreve,

Um jornalista serve para descobrir factos que permitam ao público formar opinião sobre os assuntos da república. Se com esse objectivo recorrer a um estatuto tipificado por lei e aprovado por um juiz, isso, para usarmos a sentença que o João Galamba aplicou em tempos mais felizes às decisões dos tribunais, num estado de direito devia bastar.

 

Que o José António Cerejo seja assistente do processo Freeport e utilize o seu estatuto para informar os leitores não envergonha os jornalistas. O que desonra e envergonha a profissão é que a Fernanda Câncio, assinando como jornalista, se esforce para que o calem.

 

A pandilha, decididamente, enlouqueceu.

Um comentário em “Os últimos dias.”

  1. Ao ser é assistente no processo, Cerejo é, por lei “colaborador do Ministério Público”. Além disso, tem acesso a matérias que lhe são acessíveis apenas por ser parte interessada no processo.

    Se isso não viola o estatuto de jornalista, mais vale começar já a queimar as carteiras que o estatuto não vale cheta.

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