Os milhões não dão tudo


Sérgio de Almeida Correia,

“Um manifesto escrito na pastelaria. Está tudo dito.”

Pobre Almada, pobre Pessoa. Os cafés e pastelarias de Lisboa nunca viram parir nada de útil. O ideal seria “essa gente“, como disse o primeiro-ministro, ter reunido numa mercearia fina. Ou, quem sabe, numa peixaria dos Supermercados Pingo Doce. Sempre tinha outro perfume.

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