
Manuel Alegre: «É preciso dar um murro na mesa» (Abril de 2013)
António Capucho: «Costa tornou-se líder porque deu um murro na mesa» (Janeiro de 2015)
Vasco Lourenço: «Chegou o tempo de se dar um estrondoso murro na mesa» (Março de 2015)
Carlos Silva: «Não me vou embora sem dar um murro na mesa» (Janeiro de 2020)
António Simões: «Às vezes é preciso dar um murro na mesa» (Dezembro 2020)
Rui Rio: «É preciso dar um murro na mesa» (Janeiro de 2021)
Não haverá nenhuma associação defensora dos direitos das mesas? Elas fartam-se de levar murros e sofrem em silêncio, vítimas dos mais vis actos de prepotência e cobardia, em nítido abuso da lei do mais forte. Merecem toda a nossa solidariedade.

Quem dá um murro na mesa magoa mais a mão do que a mesa.
Os juízes ingleses têm uns martelinhos para poderem bater nas mesas sem as esmurrar.
Pois, mas o murro na mesa é de homem! Já os martelinhos é coisa de salsinha!!!
Martelinho é uma cena abichanada.
Pedro,
Lembrei-me do Prof. Martelo do saudoso Contra-Informação. Não haverá aí nada que não se possa considerar anti-patriotico?
Ah, saudosos tempos do Professor Martelo. Nessa época as marteladas ainda não tinham sido decretadas politicamente incorrectas, Paulo.
E o Martelinho do Boavista!
É de menina. A Nancy Pelosi também tem um martelinho.
Na pochete ?
Atenção. Foi campeão nacional! Respeito!
https://www.youtube.com/watch?v=YheFfRFV 6Hc
Martelinhos há muitos.
O dito cujo.
O meu marido também guarda o martelinho na garagem!
Na garagem da vizinha?
“Na garagem da vizinha?” Não, na minha.
Não há nada como umas boas marteladas!!!!
Vanessa Albuquerque
“Não há nada como umas boas marteladas!!!!” Isso era quando eu era jovem. Agora já não se endireita.
Homenagem ao Bud Spencer, o inspector Martelada
Aqui está uma foto que torna o autor do post merecedor da subvenção de 15 milhões para a campanha anti-racista.
Creio que é como as quotas, que em particular são criadas para demonstração de poder de quem quer subir na administração pública sem esforço.
De facto o “murro na mesa” é o fetiche favorito do Homem face a este objecto utilitário. Mas as mesas têm outras utilidades: era desmanteladas no Tarrafal para serem convertidas em caixões das vítimas da biliosa. Mais valia estes senhores darem às mesas a utilização que Jessica Lange e Jack Nicholson lhe deram na versão de 1981 do Carteiro Toca Sempre Duas Vezes.
Ui, do que você se foi lembrar. Daqui a bocado aparece aí o Sindicato das Madres Superioras a lançar um anátema sobre esse “uso abusivo” das mesas.
Havia um GR do Benfica que também resolvia tudo a “Murreto”.

Isso foi antes de eles terem sido “arrasados”. Pelo actual re-treinador.
Muitos que o afirmaram, mereciam mesmo era uma “murros nas tombras”
Murro na tromba? Impossível.
Seria um atentado aos direitos dos elefantes.
Têm todos muita garganta. É o que é.
E as mesas é que pagam, coitadas.
Quando são as mesas, menos mal. O pior (saindo da piada) são os ‘corajosos’ que chegam às donas das mesas. Ao que parece problema que tem aumentado com o confinamento.
“às donas das mesas”?! As mesas são só da mulher?! Não são do homem?!
Isso faz-me lembrar aquele mulher que dizia ao marido “não desarrumes a minha cozinha”. Como se a cozinha lhe pertencesse só a ela.
Também quer dar muros na mesa?
Onde é que falei em exclusividade? Da próxima escrevo a co-proprietária da mesa, só para o balio não ficar nervoso.
O que o balio quer é reivindicar o seu direito de dar um murro na metade da mesa que lhe pertence.
O que é que os outros iriam pensar se soubessem que ele no recato do lar dava murros na mesa da mulher?
Obrigada por aclarar esta premente questão da propriedade da mesa na qual os muros são dados e do inalienável direito ao escape das ansiedades. 🙂
“a co-proprietária da mesa,” O que está na moda é botar um alfa na vez do a ou do o.
#cø-prøpriet@ri@.
Prøntø, n@ø se fala m@is nistø.
O pior é quanto temos que ir a cozinha cheirar o bacalhau
Foi esse o melhor comentário que conseguiu?
Muito fraquinho.
A Isabel Paulus está a insinuar que os homens do chega batem nas mulheres?
Quantos homens têm coelhinhos em casa?
Por esse ponto de vista as mesas só se podem queixar mesmo de ameaça à integridade física, porque o acto em si, até hoje, ainda não se concretizou.
Sim, a maior parte das vezes são actos falhados.
“Precisamos matar a mesa branca ” disseram as cadeiras pretas.
Murro na mesa ah e tal direitos e violência, já o murro no balcão, ninguém quer saber dO balcão.
Eu prefiro batatas a murro.
Uma coisa é certa, devagarinho, nunca iremos lá. (Pedro Manuel-Cardoso)
Divagar se vai ao longe.
Boa Tarde Pedro Correia
As mesas são, pacientes, bem educadas, e não respondem ás agressões até porque, nos tempos que correm, se levantassem uma das pernas para retribuir, aumentavam as filas nas urgências dos hospitais. São conscenciosas, resignadas, e até não ligam à esmagadora maioria desses agressores.
Tiro o meu “Chapéu” ás inocentes mesas.
Um confinado e bom fds. Saúde.
António Cabral
Saúde, caro António Cabral. Preservemos as mesas. E as cadeiras…
O Rio é mais é tiros no pé
Tiros de fisga.
António Capucho, refere com o exemplo que Costa deu um murro na mesa, mas ele não teve coragem de faze-lo quando foi presidente da Camara Municipal de Cascais, preferiu fugir alegando que estava doente, deixando a criança nos braços de Carlos Carreiras, pura cobardia.
O senhor que apelou ao voto no PS nas eleições de 2011 e 2015 e em 2018 quis voltar ao PSD por sempre “ter sido” social-democrata?