«- No horizonte, vejo o crescimentoooooooooo… diz Hollande, ao cair.
– Está? Olha, a ligação caiuuuuuuuuu… últimas palavras de Samaras.
– Letta, seguimos juntooooooos… dizia Rajoy.
– O Rompuy ficou lá atrás… observa Letta.
– Pois, eu páro por aqui, diz Merkel.
– Durão? – Durãoooooooo… dizia Passos.
– Foram Passos a mais, observa Draghi.
– Ok, já chega então. É bonito, mas voltamos para trás, diz Rompuy.»
Do nosso leitor da Maia. A propósito deste texto do Luís Menezes Leitão.
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«Há uns anos, com a abertura de universidades privadas, apareciam cursos que nem cogumelos e provavelmente os planos curriculares eram quase perfeitos decalques razão pela qual havia os turbo-professores e só os nomes os distinguiam.
Nos politécnicos e universidades também se fez muito isso mas por outras razões (manter e ou alargar o quadro docente) o que se vê hoje em dia com a crise económica e a não renovação geracional é o facto das instituições de ensino superior apostarem muito na captação de alunos maiores de 23 para pelos menos manterem o nível de receitas oriundas das propinas a que se habituaram.
O problema do Ensino Superior é que se passou de uma forte regulamentação para uma desregulamentação exagerada, não foi encontrado um ponto de equilíbrio pensado a longo prazo e o resultado são 100 mil licenciados no desemprego, alguns com aptidões sempre necessárias, outros (a grande maioria) não. A proliferação de licenciados foi o culminar de uma estratégia pensada no curto prazo. Era uma forma de camuflar o desemprego da altura.
É obvio que cursos que mantém o conhecimento “vivo” são válidos mas esses devem ser promovidos pela própria universidade para seu óbvio interesse.
Tal como tudo em Portugal o ensino superior a partir de uma dada altura passou a ser pensado no curto prazo e o resultado agora está aí: muitos cursos que de certeza têm um interesse válido para o País e a sociedade são fechados para que outros se mantenham só porque têm mais candidatos mesmo que não sirvam o País ou os candidatos.»
Do nosso leitor William Wallace. A propósito deste texto do João André.
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«A propósito de Masterchefs: a gastronomia portuguesa está mais pobre: morreu no dia 26 de Maio Gabriel Fialho, do Fialho de Évora, grande amigo de quase 50 anos, guardião e grande divulgador da Gastronomia Alentejana.
O Gabriel, que passou mais de sessenta anos a trabalhar no Fialho, estava doente há uns dois ou três anos. O Masterchef do Céu resolveu chamá-lo, poupando-o a ele e à Familia, principalmente à sua Zefinha, a um grande sofrimento.
Fica a saudade de um Amigo que proporcionou vezes sem conta, a mim e a outros amigos, momentos gastronómicos únicos.
Fica em paz Gaby, havemos de voltar a encontrar-nos, nem que seja para comer uns “pezinhos de coentrada”; feitos por ti, claro. Eu levo o vinho…»
Do nosso leitor Alexandre Carvalho da Silveira. A propósito deste texto do JPT.

Obrigado… vamos lá ver se moderam os “passos”, mas este pessoal tem aquela mania de insistir no caminho, só para aparentar que sabem por onde estão ir.