“Ora a verificação de uma situação de emergência nacional levaria a considerar outros cortes na despesa do Estado, designadamente, as decorrentes de cerimoniais e de despesas de representação protocolar, antes de reduzir o montante das pensões de proteção da velhice e invalidez.” – Pamplona de Oliveira, na sua declaração de voto
Ora bolas. O governo aflito com o défice, a troika a exigir cortes radicais, e afinal bastava poupar nos croquetes.

Muitas vezes as nossas afinidades toldam-nos o raciocínio. Não acredito que quisesse dizer, com todo esse desprezo “… bastava cortar nos croquetes!”. Mas que há muitos “croquetes” nas chefias do estado e no governo que, quando cortados como nos foi insistentemente prometido em campanha, pode aliviar alguns dos cortes que agora se fazem, isso pode ter a certeza.
O exemplo deve vir de cima. Não podemos exigir que os outros façam sacrifícios enormes, muitas vezes deixam inclusivé de comer, sim comer, para os membros do governo e toda as chefias do estado se exibirem faustamente….
Mais um que cursou na Lusofona… valeu-lhe o curriculo de “Mestre de Cerimonias”!
Assim vai o País… minha gente… quem nos acude?!!!
Os croquetes é que não.
São absolutamente cruciais para a manutenção das barriguinhas anafadas destes ilustres que nos governam…
Ana, ainda que adore croquetes, em especial os da Versailles, não me passa pela cabeça cortar €1 que seja, numa pensão de €250, enquanto restar a previsão da compra de um croquete…
Pelo menos ainda não tiraram o c aos croquetes.
Bastar nao bastava mas devia começar por aí, pelo corte nos croquetes…