
«Não aceitamos o tom agressivo, quase inquisitorial, usado em algumas entrevistas, condicionando o pensamento e a [sic] respostas dos entrevistados.»
«Não aceitamos a obsessão opinativa, destinada a condicionar a receção [sic] da notícia, em detrimento de uma saudável preocupação pedagógica de informar.»
«Não podemos admitir o estilo acusatório com que vários jornalistas se insurgem contra governantes, cientistas e até o infatigável pessoal de saúde.»
«Não podemos aceitar o apontar incessante de culpados, os libelos acusatórios contra responsáveis do Governo e da DGS.»
«Não podemos aceitar a ladainha dos números de infetados [sic] e mortos que acaba por os banalizar.»
Excerto de uma “carta aberta” do Diácono Remédios, há dias divulgada no Público. Não havia nexexidade…

Curioso, a 1ª frase poderia ter sido retirada de um qualquer post do FB do Chega. Mas nesse caso seria um atentado à liberdade de expressão e de imprensa, sendo assim, é um movimento patriótico.
PS: e a moda do “cancelamento”? Agora há pessoas a serem canceladas. Mais uma americanada.
E há a “inauguração”, quando querem dizer posse – tomada de posse.
Caniches dos “amaricanos”, cada vez mais amestrados. Béu béu béu.
Até dão a pata.
O Biden parece demasido cota para só ser inaugurado agora…
Nunca é tarde para estas coisas. Ele foi agora “inaugurado” e o outro foi “impechado” – ou esteve perto disso. Seja lá o que for.
Se é para fazer tradução livre, gosto mais de “empessegado”… 🙂
Gosto desse neologismo. A Melania Trump era “empessegada”. Esta primeira dama, ainda não reparei bem. Creio que não.
Curioso como esta brigada socialista não se insurge contra os modelos do ensino público, onde os alunos são condicionados por um esquema de valores baseado na mesma correcção política que infecta os jornalistas, obsessão opinativa sobre os conteúdos lectivos, uma moral de esquerda para corrigir as matérias, uma ortografia tropicalista desenhada para os estrangeiros e para o apretelhamento da nossa cultura — e dizem nada.
Alguns destes diáconos não têm remédio.
“Não aceitamos que a nossa sentida carta seja citada nestes moldes pela blogosfera, como se o ridículo matasse”.
“Sentida carta”?
Se o ridículo matasse, estas expressões não se escreviam.
“Não podemos admitir o estilo apoucador de bloguistas que recusam dignificar os nossos sentimentos, como se não fôssemos pessoas de bem”.
…. ESFORCEM-SE….
Não em excesso. Pode cheirar mal.
“Não podemos aceitar insinuações torpes de que nos falta esforço e pujança, como se a miséria deste país não tivesse sido uma árdua conquista nossa”.
Adoro estas frases paleolíticas, que começam pela expressão «não podemos admitir».
Frases de museu. Pré-Maio de 68, do «é proibido proibir».
Esta “fatwa” sobre as TV’s segue na linha imposta irresponsavelmente pelo governo com o baixíssimo patrocínio da veneranda figura do chefe de Estado.
A bufaria nunca jamais em tempo algum esteve tão alta como agora.
Ao contrário do que as fofinhas das TV’s passam quando entrevistam polícias e “geninhos”, a actuação destes na perseguição ao criminoso COVID por denúncias, ultrapassa tudo o que se possa imaginar no que diz respeito aos direiros mais básicos de um cidadão.
Nunca pensei que em democracia uma pessoa estar com amigos constituísse um crime.
Além de me obrigarem a condicionar o ar que eu respiro, será que agora também me querem condicionar as palavras que eu digo?
Tem alguma dúvida?
Não seja exagerado.
Ninguém quer condicionar as palavras que diz. Apenas o quando, onde e a quem as diz.
Levados, levados sim.
É, e a si só lhe falta o quê e o como para ser jornalista.
Neste país todos são “jornalistas” e todos são “treinadores de futebol”.
E epidemiologistas então é uma pandemia.
Falo mal do Governo, logo estou (parcialmente) qualificado.
Vá lá, vá lá, só lhe chamam jornalista, não está mal. Experimente dizer que isto é uma pseudo pandemia e vai ver o que lhe chamam.
Claro.
E até já condicionam o pensamento
Próprio de diáconos. Sem remédio.
1. … E,
2. … naquela triste e leda madrugada,
3. … do dia 1 de março de 2021,
4. … no “Delito de Opinião”,
5. … por entre as brumas da vitória…
6. … o Povo (Pedro Correia e outros) abriu a janela,
7. …e murmurou:
8. …”O Regime Abrilista (47 anos) vai nu!”
Já vi críticas mais violentas aos jornalistas – que eram todos socialistas a soldo do governo, que eram uns abrilistas corrompidos, que tinham uma queda enorme para o politicamente correto -, inclusivé neste blog, sem que isso tenha provocado qualquer comoção.
A nossa direita está tornar-se “mariquinhas” e sonsa. Diz tudo o que lhe passa pela cabeça, incluindo insultos, mas se alguém faz uma crítica com que não concordam gritam “aqui d’el rei! que não pode ser!”. Como se as regras de civilidade fossem sagradas, mas só para os outros.
Prazer em vê-lo por cá, Diácono.
Gostou do destaque dado à sua carta aberta?
Reparou com certeza que os jornalistas das tvs são os mesmos do tempo do Passos Coelho. Nessa altura já se dizia que o sensacionalismo das notícias era feito para atacar o governo. Eram outros os que se queixavam.
Não acredito que os jornalistas tenham sido comprados então como não foram comprados agora.
Mas a qualidade do jornalismo, que não procura mais que o sensacionalismo continua má, as notícias não são aprofundadas, são repetidas infindavelmente. Na falta de notícias sensacionais, apresenta-se como última hora notícias já com semanas. O pico das infeções no mês de janeiro foi um bom exemplo disto. A situação esteve difícil mas ao ouvir as notícias ficava-se com a sensação de que no dia seguinte iriam estar corpos empilhados nas ruas. Exarcerbar o pânico numa situação que está a perder o controlo é um convite à desgraça. A comunicação podia ser feita sem isso.
“Exarcerbar o pânico numa situação que está a perder o controlo é um convite à desgraça.”
Agora a desgraça já deve ser censurada…
Quando no tempo do Passos a desgraça devia ser apresentada até tivemos incentivos e pre-justificações de eventual violência.
Lá vamos cantando e rindo…
1. O estertor do Regime Abrilista (47 anos).
2. Talvez só com um acto redentor, haja salvação.
3. Talvez uma serenata nas escadarias da Assembleia da República, e em todas as fachadas de todos os edifícios das Câmaras Municipais.
4. Talvez, ao som da voz de Úyanga Bold, na performance com a orquestra sinfónica de Bucareste dirigida por Ciprian Costin, interpretando “The Dark Knight”:
5. A energia segue o pensamento |
As ações expressam prioridades |
É capaz, quem acredita que é capaz |
Todos os humanos morrem, mas poucos sobreviverão |
A vida, ou é uma ousada aventura, ou é nada |
Não é o que dás por subentendido |
É o que fazes, que te define |
Como vai usar os teus dons? |
Que escolhas vais fazer? |
Vais seguir o dogma, ou serás original? |
Quando for difícil vais desistir, ou serás implacável? |
Vais guardar o teu coração, ou vais agir quando te apaixonares?
Jamé aceitaremos.
JAMÉ!!!!!!
Há que arrasar a Torre de Belém. Sem ofensa para o Presidente Marcelo.
«Não aceitamos o tom agressivo, quase inquisitorial, usado em algumas entrevistas, condicionando o pensamento e a [sic] respostas dos entrevistados»
Poucos se chatearam quando o MST foi debater com o Ventura ao invés de o entrevistar
«Não aceitamos a obsessão opinativa, destinada a condicionar a receção [sic] da notícia, em detrimento de uma saudável preocupação pedagógica de informar.»
Devem estar a referir a cobertura das presidenciais na RTP, em que o animador de serviço se empolgava quando certa candidata se aproximava de certo candidato na luta pela medalha de prata.
«Não podemos aceitar o apontar incessante de culpados, os libelos acusatórios contra responsáveis do Governo e da DGS.»
Excepto se forem o Bolsonaro ou o Donald. Pronto, o Passos. O Passos pode ser.
«Não podemos aceitar a ladainha dos números de infetados [sic] e mortos que acaba por os banalizar.»
A não ser que os números confirmem o milagre português e o trabalho de excelência desenvolvido por este Governo
A bem da nação.