Estou tão consciente de que o imaginário dele transborda de sexo e de morte que até já me atrevi a perorar sobre o assunto (1, 2, 3, 4) mas não sei o que pensar da capa do álbum:
6 comentários em “O regresso de Nick Cave”
Não sou fã do Nick Cage. Não por causa desse imaginário maldito, comum a muitos outros músicos, mas porque nunca me seduziu como músico nem como intérprete. Gostos.
Uff, que alívio. Apelo à tua magnanimidade, trocar cavernas por gaiolas pode dizer o quê sobre mim? Já basta o que diz sobre a minha ignorância o facto de não conhecer o Caverna-escritor… Ainda em penitência mas sem nenhum favor, gostei muito do teu post (ainda não tive tempo de ler os outros dois) e fiquei com muita vontade de ler o Bunny Munro (o nome é um prodígio de ironia para classificar uma personagem com esse perfil). Cheira-me que vou gostar mais do escritor do que do cantor. Não me perguntes porquê mas a figura patética do Bunny Munro lembrou-me o Ignatius Reilly de “Uma conspiração de estúpidos”, leste? Um livro (o único) de John Kennedy Toole, de que gostei imenso. E sim, os homens são todos mais ou menos assim (lol). E não, isso não faz deles “compêndios de genes politicamente incorrectos”, pelo menos aos olhos dos outros machos. Só as mulheres os acham patéticos, e mesmo assim ainda há algumas que se suicidam por eles. Enfim, vaginas à parte, a conversa interminável que isto daria… 🙂
Não te preocupes com o erro. Cavernas, gaiolas… Desde que me apercebi que um tipo chamado Portões criou um software chamado Janelas tudo me parece normal.
Li “Uma Conspiração de Estúpidos” há muitos anos. E gostei. Mas, que me lembre (e não posso verificar porque o livro está a duzentos quilómetros de distância, em casa dos meus pais), o Ignatius não era fixado em mulheres. Mas era patético, sim, e digno de pena. Quanto a outros homens não acharem patético o comportamento de homens como Bunny Munro, discordo. Eu acho.
“Desde que me apercebi que um tipo chamado Portões criou um software chamado Janelas tudo me parece normal.” LOOOOOL, Grande Jaa!
Não, o Ignatius não era tão fixado em mulheres e era desastradíssimo com elas. Mas era igualmente patético e infantilóide. Hummm… discordas mesmo, mesmo, ou queres o estatuto de “compêndio de genes politicamente correctos”? Se não é isso, serás então um honroso caso de estudo no universo masculino. 😉
Credo, não! Mas engatatões de baixa estirpe irritam-me à brava.
Não sou fã do Nick Cage. Não por causa desse imaginário maldito, comum a muitos outros músicos, mas porque nunca me seduziu como músico nem como intérprete. Gostos.
Deu para perceber pela troca de apelido. 😉 (És mais fã do sobrinho do Francis Ford Coppola, não é verdade?)
Tens que ler “A Morte de Bunny Munro”. Ou – é quase tão bom, cof, cof – o meu post sobre “A Morte de Bunny Munro” (primeiro link).
E o que te vale é o teu saldo comigo estar amplamente positivo…
Uff, que alívio. Apelo à tua magnanimidade, trocar cavernas por gaiolas pode dizer o quê sobre mim? Já basta o que diz sobre a minha ignorância o facto de não conhecer o Caverna-escritor…
Ainda em penitência mas sem nenhum favor, gostei muito do teu post (ainda não tive tempo de ler os outros dois) e fiquei com muita vontade de ler o Bunny Munro (o nome é um prodígio de ironia para classificar uma personagem com esse perfil). Cheira-me que vou gostar mais do escritor do que do cantor. Não me perguntes porquê mas a figura patética do Bunny Munro lembrou-me o Ignatius Reilly de “Uma conspiração de estúpidos”, leste? Um livro (o único) de John Kennedy Toole, de que gostei imenso.
E sim, os homens são todos mais ou menos assim (lol). E não, isso não faz deles “compêndios de genes politicamente incorrectos”, pelo menos aos olhos dos outros machos. Só as mulheres os acham patéticos, e mesmo assim ainda há algumas que se suicidam por eles. Enfim, vaginas à parte, a conversa interminável que isto daria… 🙂
Não te preocupes com o erro. Cavernas, gaiolas… Desde que me apercebi que um tipo chamado Portões criou um software chamado Janelas tudo me parece normal.
Li “Uma Conspiração de Estúpidos” há muitos anos. E gostei. Mas, que me lembre (e não posso verificar porque o livro está a duzentos quilómetros de distância, em casa dos meus pais), o Ignatius não era fixado em mulheres. Mas era patético, sim, e digno de pena. Quanto a outros homens não acharem patético o comportamento de homens como Bunny Munro, discordo. Eu acho.
“Desde que me apercebi que um tipo chamado Portões criou um software chamado Janelas tudo me parece normal.” LOOOOOL, Grande Jaa!
Não, o Ignatius não era tão fixado em mulheres e era desastradíssimo com elas. Mas era igualmente patético e infantilóide.
Hummm… discordas mesmo, mesmo, ou queres o estatuto de “compêndio de genes politicamente correctos”? Se não é isso, serás então um honroso caso de estudo no universo masculino. 😉
Credo, não! Mas engatatões de baixa estirpe irritam-me à brava.