4 comentários em “O que sobra dos discursos”

  1. O que se quer dizer com este período da entrevista na TSF (no haver do post)?
    «Fernando Pessoa continua em destaque no programa de Português, mas agora outros escritores como Miguel Torga, Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Alexandre O’Neill, António Ramos Rosa, Herberto Hélder, Ruy Belo, Manuel Alegre, Luísa Neto Jorge, Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Ana Luísa Amaral.»

  2. Se a obra de Sophia continua a ser estudada até ao 9º ano, parece-me bem, Ana. Eu estudei-a no 8º ano (Contos Exemplares, concretamente). E fiquei leitor e admirador desde então.
    Não me parece mal que sejam privilegiados outros autores no 10º e no 11º ano. Sobretudo se, como se deduz da notícia, a obra de Sophia continuar a ser leccionada nos anos anteriores. Tanto quanto sei, há quatro obras dela nos currículos do ensino básico.

    1. Compreendo o que dizes, Pedro. E sei que, nestas situações, há sempre quem “puxe a brasa à sua sardinha”. Mas, na realidade, as obras de Sophia que fazem parte das estudadas no ensino básico são as que se dirigem a uma determinada idade e deixam de fora a maior parte da obra poética da autora que fazia sentido ser abordada mais tarde. Claro que, sendo o tempo finito, e não havendo hipótese de incluir no programa todos os poetas que, sem dúvida, mereceriam ser incluídos (e o nosso país, felizmente, tem tantos…) alguns têm que ficar de fora. Eu só quis dar conta da simultaneidade dos factos.

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