![ob_8daf5a_emmanuel-macron[1].jpg ob_8daf5a_emmanuel-macron[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20412592_ylpfU.jpeg)
Destaques do programa eleitoral do candidato presidencial francês Emmanuel Macron, fundador do movimento Em Marcha:
1. Redução de um terço do número actual de deputados e senadores.
2. Supressão do regime especial de aposentação dos deputados.
3. Generalização do voto electrónico até 2022.
4. Paridade absoluta de género nas listas eleitorais.
5. Cumprimento intransigente do direito à igualdade de género no espaço público francês.
6. Alteração do mapa administrativo, com a supressão de um quarto das entidades territoriais hoje existentes.
7. Criação de um estado-maior permanente de operações de segurança interna como peça fundamental na luta contra o terrorismo.
8. Encerramento de templos e associações religiosas onde se faz a apologia da violência e do terrorismo.
9. Anulação de novas missões militares francesas no estrangeiro, salvo em casos de legítima defesa.
10. Prioridade absoluta à cibersegurança e à ciberdefesa.
11. Reforço do orçamento da defesa até atingir 2% do orçamento anual francês.
12. Fixação de um tecto máximo de 0,5% do défice estrutural das finanças públicas até 2022.
13. Grande plano de investimentos públicos, orçado em 50 mil milhões de euros, destinados à qualificação dos recursos humanos, à modernização dos serviços públicos, à transição ecológica e à reabilitação urbana.
14. Introdução de mecanismos de controlo do investimento estrangeiro para preservar os sectores estratégicos.
15. Redução do imposto sobre as sociedades, de 33,3% para 25%.
16. Primado aos acordos de empresa no estabelecimento de novos contratos laborais.
17. Redução para 7% do desemprego nos próximos cinco anos.
18. Supressão de 120 mil postos de trabalho na administração pública.
19. Flexibilizar os horários de funcionamento dos serviços públicos.
20. Acelerar a convergência dos sistemas de pensões e reformas.
21. Criação de 30 mil apartamentos sociais para os jovens.
22. Redução do número de canais públicos audiovisuais.
23. Oposição ao alargamento das actuais fronteiras da NATO.
24. Manutenção das sanções à Rússia.
25. Alargamento a mais cinco países do número actual de membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (com inclusão da Alemanha, do Brasil, da Índia, do Japão e de um país africano a designar).

Só falta o 26: Como é que eu vou fazer isto e com que apoios?
Posso não perceber nada de política. Mas de economia e finanças ainda terei as luzes suficientes para fazer a pergunta do ponto 26…
Uma excelente pergunta, cara Helena.
Quanto ao ponto 26, relembro Junker:
“A França, é a França”
Depois das presidenciais, seguem-se as legislativas. Tudo é possível, num cenário político e partidário em recomposição.
Boa tarde Pedro Correia.
Para além da óbvia questão muito bem lembrada pela Sra D. Helena Sacadura Cabral, estou em crer que Macron leu repetidas vezes uma recente entrevista de Miguel Júdice!!!!
Estou ainda convicto que os nºs 1 e 2 não serão levados à prática durante o 1º mandato que, parece, ganhará.
António Cabral
Talvez por isso eu os tenha destacado logo a abrir.
Podemos contratar Macron?
O cargo de Presidente português não está vago.
Os 60% que elegerem Emmanuel Macron, esfumam-se no dia a seguir. Como não tem um partido a apoiá-lo, não se vê bem como é que a França será governada nos próximos cinco anos.
Cercado pela FN, pelo PS e pelo centro-direita, que vão querer recuperar nas legislativas da copiosa derrota nas presidenciais, o programa de Macron não passa de uma lista de boas intenções. A França é irreformável.
https://www.youtube.com/watch?v=nAVlv6Qa UYs
A direita clássica e os socialistas estão mais frágeis que nunca. Terão todo o interesse, uns e outros, em entender-se com o próximo inquilino do Eliseu.
Esperemos por Julho…
A ver vamos.