

Andei a rever alguns dos mais belos exemplares do legado de Sergio Pininfarina e cheguei à conclusão (discutível) de que é difícil bater a pureza de linhas deste Ferrari 250 GT Coupé de 1955. A elegância e sobridade combinam com potência e raça sem que qualquer das características se sobreponha. Digam lá se não é verdade que transpira o primor que foi colocado neste extraordinário design.

Simplesmente fantástico. Fiquei uns bons cinco ou mais minutos a olhar para o exemplar, sem pestanejar. Acho que o almoço já a seguir, irá ter outro sabor. Esta é uma das minhas paixões.
Arrisco-me a fazer um pedido, o envio deste (e só este) Ferrari por e-mail, se não causar muito incómodo.
Segue já a seguir.
:o)
Belíssimo, João. E estas fotografias também servem de prova de que um Ferrari não tem de ser vermelho.
Muito belo, com efeito. Só os carros de bombeiros e os Ferrari podem ser vermelhos. Mas tens razão, porque este tem uma combinação de muito bom gosto.
Não há dúvida nenhuma. Houveram “carros” e há carros!
Abraço
Jorge