A censura chegou a proibir a passagem desta “Canção do Seculo” nas radios portuguesas, porque achavam que era um convite ao consumo de LSD. O que ia naquelas cabeças, meu Deus.
Sorte sua! Por aqui, esses bichinhos ainda são o que sempre foram! Esta música, Rock Psicadélico, é expectacular, assim como todo o LP. Agora, Senhor Pedro Correia, a sua ligação à droga é óbvia!, ( o Paul chegou a confirmar numa entrevista ), assim como outros temas, A Day in Life … Resumindo, recomendo a música, não a droga. Um excelente fim de semana para todos, vou pedir à deusa do mar lemanjá que controle os meus ímpetos e prometo ficar quietinha no meu canto… 🙁
Ilda, afinal os coronéis do lapiz azul, eram mais inteligentes do que eu pensava. A minha avó tinha uma porção de “arvores de tangerinas” no quintal dela, (ela chamava-lhe tangerineiras, mas coitada tinha nascido no sec XIX), via-as todos os dias quando as regava, e não me consta que a Senhora coitadinha que era uma santa, fosse dada ao ácido e ao psicadelismo. Bom fim-de-semana para si tambem.
Deve ter sido uma das proibições mais imbecis de sempre da censura, Alexandre.
Há dois ou três anos, na Feira do Livro de Faro, num debate em que participei com vários escritores portugueses e espanhóis. Ficou-me um episódio, a propósito da intervenção de um dos espanhóis. A certa altura ele disse que ia ler três pequenas histórias. Duas delas eram mesmo muito curtas, já a terceira era um pouco maior. Quando o ouvi ler o título desta última história não estranhei, mas depois, à medida que ele avançava, comecei a ficar confuso, porque a história não tinha muito a ver com o título que eu tinha ouvido, nem mais nem menos do que «Lucy descai» (com o «e» acentuado na segunda palavra). A história chegou ao fim sem eu perceber quase nada, até que passados uns minutos me lembrei de que o escritor tinha dito que uma das histórias era uma homenagem aos Beatles. De repente tudo começou a fazer sentido para mim, porque o título não era «Lucy descai», como eu tinha percebido. A história, afinal, só podia chamar-se «Lucy in the sky».
É uma homenagem à Luciana Abreu? 🙂
Quem é essa? Também está no céu com diamantes?
A censura chegou a proibir a passagem desta “Canção do Seculo” nas radios portuguesas, porque achavam que era um convite ao consumo de LSD. O que ia naquelas cabeças, meu Deus.
Ai não ? E de que outro jeito se podem “ver” árvores de
tangerina e céus de marmelada ?
Eu já vi um porco a andar de bicicleta, Ilda. E outro de apito na boca. Sem LSD.
Sorte sua! Por aqui, esses bichinhos ainda são o que
sempre foram!
Esta música, Rock Psicadélico, é expectacular, assim
como todo o LP.
Agora, Senhor Pedro Correia, a sua ligação à droga é
óbvia!, ( o Paul chegou a confirmar numa entrevista ),
assim como outros temas, A Day in Life …
Resumindo, recomendo a música, não a droga.
Um excelente fim de semana para todos, vou pedir à
deusa do mar lemanjá que controle os meus ímpetos e
prometo ficar quietinha no meu canto… 🙁
Bom fim de semana, Ilda. E boa música.
Ilda, afinal os coronéis do lapiz azul, eram mais inteligentes do que eu pensava.
A minha avó tinha uma porção de “arvores de tangerinas” no quintal dela, (ela chamava-lhe tangerineiras, mas coitada tinha nascido no sec XIX), via-as todos os dias quando as regava, e não me consta que a Senhora coitadinha que era uma santa, fosse dada ao ácido e ao psicadelismo.
Bom fim-de-semana para si tambem.
Deve ter sido uma das proibições mais imbecis de sempre da censura, Alexandre.
Há dois ou três anos, na Feira do Livro de Faro, num debate em que participei com vários escritores portugueses e espanhóis. Ficou-me um episódio, a propósito da intervenção de um dos espanhóis. A certa altura ele disse que ia ler três pequenas histórias. Duas delas eram mesmo muito curtas, já a terceira era um pouco maior. Quando o ouvi ler o título desta última história não estranhei, mas depois, à medida que ele avançava, comecei a ficar confuso, porque a história não tinha muito a ver com o título que eu tinha ouvido, nem mais nem menos do que «Lucy descai» (com o «e» acentuado na segunda palavra). A história chegou ao fim sem eu perceber quase nada, até que passados uns minutos me lembrei de que o escritor tinha dito que uma das histórias era uma homenagem aos Beatles. De repente tudo começou a fazer sentido para mim, porque o título não era «Lucy descai», como eu tinha percebido. A história, afinal, só podia chamar-se «Lucy in the sky».
Os espanhóis perdem-se sempre um pouco na tradução de idiomas estrangeiros, António.