11 comentários em “As canções do século (917)”

  1. A censura chegou a proibir a passagem desta “Canção do Seculo” nas radios portuguesas, porque achavam que era um convite ao consumo de LSD. O que ia naquelas cabeças, meu Deus.

        1. Sorte sua! Por aqui, esses bichinhos ainda são o que
          sempre foram!
          Esta música, Rock Psicadélico, é expectacular, assim
          como todo o LP.
          Agora, Senhor Pedro Correia, a sua ligação à droga é
          óbvia!, ( o Paul chegou a confirmar numa entrevista ),
          assim como outros temas, A Day in Life …
          Resumindo, recomendo a música, não a droga.
          Um excelente fim de semana para todos, vou pedir à
          deusa do mar lemanjá que controle os meus ímpetos e
          prometo ficar quietinha no meu canto… 🙁

          1. Ilda, afinal os coronéis do lapiz azul, eram mais inteligentes do que eu pensava.
            A minha avó tinha uma porção de “arvores de tangerinas” no quintal dela, (ela chamava-lhe tangerineiras, mas coitada tinha nascido no sec XIX), via-as todos os dias quando as regava, e não me consta que a Senhora coitadinha que era uma santa, fosse dada ao ácido e ao psicadelismo.
            Bom fim-de-semana para si tambem.

  2. Há dois ou três anos, na Feira do Livro de Faro, num debate em que participei com vários escritores portugueses e espanhóis. Ficou-me um episódio, a propósito da intervenção de um dos espanhóis. A certa altura ele disse que ia ler três pequenas histórias. Duas delas eram mesmo muito curtas, já a terceira era um pouco maior. Quando o ouvi ler o título desta última história não estranhei, mas depois, à medida que ele avançava, comecei a ficar confuso, porque a história não tinha muito a ver com o título que eu tinha ouvido, nem mais nem menos do que «Lucy descai» (com o «e» acentuado na segunda palavra). A história chegou ao fim sem eu perceber quase nada, até que passados uns minutos me lembrei de que o escritor tinha dito que uma das histórias era uma homenagem aos Beatles. De repente tudo começou a fazer sentido para mim, porque o título não era «Lucy descai», como eu tinha percebido. A história, afinal, só podia chamar-se «Lucy in the sky».

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