Apesar de, quando eu era um miudo, existir na cidade onde eu vivia uma excelente Biblioteca Pública, fui sempre “cliente” das célebres carrinhas da Gulbenkian, onde nos emprestavam livros que por razões nunca explicadas, nos eram vedados na Biblioteca. Mas isso era no tempo em que metade do país era analfabeto. Agora que toda a gente já sabe ler, essas carrinhas desapareceram, já não existem. Penso eu de que…
Ainda sou do tempo das carrinhas cinzentas que paravam junto ao chafariz da Igreja da Memória e que aguardava ansiosamente para trocar os lidos pelos “novos”, antigos clássicos, que se renovavam nas prateleiras da biblioteca itinerante. Até aos meus 11, 12 anos foi uma confidente e pêras, e proporcionou-me muitas horas felizes. 🙂
A menor temperatura, mas a humidade da mesma grandeza, comecei eu a desenvolver este prazer com a carrinhas itinerantes da Gulbenkian
Apesar de, quando eu era um miudo, existir na cidade onde eu vivia uma excelente Biblioteca Pública, fui sempre “cliente” das célebres carrinhas da Gulbenkian, onde nos emprestavam livros que por razões nunca explicadas, nos eram vedados na Biblioteca.
Mas isso era no tempo em que metade do país era analfabeto. Agora que toda a gente já sabe ler, essas carrinhas desapareceram, já não existem.
Penso eu de que…
Ainda sou do tempo das carrinhas cinzentas que paravam junto ao chafariz da Igreja da Memória e que aguardava ansiosamente para trocar os lidos pelos “novos”, antigos clássicos, que se renovavam nas prateleiras da biblioteca itinerante.
Até aos meus 11, 12 anos foi uma confidente e pêras, e proporcionou-me muitas horas felizes. 🙂