O povo é quem mais espeta


jmmcc,

 

O «Theatro Circo assinala hoje cinco anos da reabertura e um balanço de 300 mil espetadores». A notícia é da Lusa, que escreve o seguinte em lead: «O diretor do Theatro Circo [em Braga] considera “positivo” o balanço dos cinco anos após a reabertura, hoje assinalados, e revela que a “sala” que se tornou “espaço da memória coletiva da cidade” recebeu mais de 300 mil espetadores neste período.»

Portanto, a Lusa não só dá voz ao diretor do teatro que é memória coletiva, como garante que ele recebeu centenas de espetadores. É por estas e por outras que o povo quer espetar uma lança na comunicação social do Estado que anda a pagar a peso de ouro.

 

13 comentários em “O povo é quem mais espeta”

  1. Tudo palavras corretas.

    (eu acho muito bem que as pessoas se tenham manifestado contra o acordo, eu também nao gosto dele. Mas exigirem dos media e dos professores que nao o cumpram é um disparate)

    1. Lá isso é verdade. Eu nem sabia que exigiam que o desacordo não seja cumprido. O que me parece mais estranho é que exijam aos media e aos professores que o cumpram. Mas eu não passo, afinal, de um simples espetador…

      1. Porque sao pessoas cuja funçao implica cumpri-lo, que nao podem deixar de cumpri-lo e que na sua maioria nao têm culpa de que nós, os detractores do mesmo, nao tenhamos sido capazes de levar avante a nossa agenda política.

        É como se eu fosse fazer a vida negra a todos os funcionários da Repartiçao de Finanças porque aumentaram os impostos, como se eles fossem obrigados a lutar as minhas batalhas por mim.

  2. Disparate é adoptar a norma brasileira mesmo quando é admitida a dupla grafia, como é o caso. Disparate duplo, dada a confusão semântica estabelecida pela supressão da vogal (alegadamente) muda no desacordo, cuja entrada em vigor só está prevista para 2015.

  3. O maior problema é que não só o Acordo é baseado na má pronunciação de certas palavras como vai influenciar e destruir as que ainda são bem pronunciadas. É por isso que não deve meter as patinhas imundas na língua.

      1. Isto só vai lá à chanatada!

        Mas o que me traz verdadeiramente de novo aqui é uma errata: Onde se lê “não deve meter” deve ler-se “não se deve meter”.

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