Com 57% de votos, o nosso André foi eleito para um segundo mandato à frente da Junta de Freguesia de Campolide, em Lisboa. Nada mais justo. Nas duas ocasiões em que me lembrei de recorrer à junta, a primeira em busca de apoio à terceira idade e a segunda, mais recentemente, por causa do aumento das rendas, encontrei um serviço organizado cuja resposta excedeu as minhas melhores expectativas. É assim que se ganham votos. Os eleitores reconhecem quando se faz verdadeiro serviço público.
Parabéns, senhor presidente.


Pergunto à Teresa por que motivo concreto recorreu à Junta de Freguesia a propósito do aumento das rendas, e que resposta concreta recebeu.
(Perguntar não ofende.)
Lembrei-me de averiguar se a junta teria posto à disposição dos utentes apoio jurídico e de facto tinha. Marquei uma consulta com um advogado a preço simbólico e resolvi o meu problema.
Então em que ficamos, é melhor independentes ou os dos partidos servem ? Agora baralhei-me…..
Reconhecer que existe um problema com os partidos não é o mesmo que dizer que todos os que trabalham nas suas estruturas são incompetentes.
Lógico, por isso o outro post é capaz de não fazer muito sentido da maneira que está escrito. Se calhar queria dizer que as pessoas estão desiludidas com os partidos em que costumam votar, e têm muitos preconceitos para poderem votar noutros. E sempre há o factor amizade, se for nosso conhecido os parâmetros mudam, por isso o Isaltino tem tantos apoios mesmo sendo o que é….ah mas ok, esse é de uma lista de independentes.
Carreirismo, conflitos de interesses, tráficos de influências são alguns dos itens quando se discute a saúde do nosso sistema político partidário. Nunca reparou? Essa discussão faz-se dentro e fora dos partidos, à esquerda e à direita. A necessidade de refrescamento do ambiente político é consensual. Não estou contra os partidos. Quem está contra os partidos está contra a democracia.
“A necessidade de refrescamento do ambiente político é uma questão consensual”, quis dizer.