O nosso livro (6)


Pedro Correia,

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«Lidos os prefácios e o posfácio, elegantíssimos – e até grafados em bom português (em português, enfim), mesmo de quem isso menos se esperava -, fica deles, e ultrapassando a forma, a elegia. Uma espécie de resignação, de desenganada saudade perante um fim que se antevê e se sabe nada trazer de melhor.

Talvez seja apenas a (magnífica fórmula) “diligente prudência dos desiludidos” invocada no final do prefácio à recente edição d’ O Mosteiro. Desiludidos que estejamos – que não com o blogue! – continuemos por aqui.

Todos os dias.»

 

Do nosso leitor Costa

7 comentários em “O nosso livro (6)”

  1. Grato. Dos textos reunidos comecei pelos de quem já partiu. Um critério, como qualquer outro.

    Brevíssimas páginas. A nossa eterna dúvida, quanto ao que poderia ter sido, ao que esteve talvez quase a acontecer (se não fosse…); as sufocantes e omnipresentes estupidez e pesporrência da administração pública, essa interminável e sempre perdida guerra imposta ao cidadão (ao “contribuinte” que é o que conta) português. Depois, em registo bem mais saudável – os outros, não o sendo, não podem ser nem esquecidos nem branqueados, Antero (ainda que fatalmente triste) e os Açores.

    Não me arrependo deste começo de leitura.

    Costa

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