![1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg 1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20997660_ZGc5k.jpeg)
«Lidos os prefácios e o posfácio, elegantíssimos – e até grafados em bom português (em português, enfim), mesmo de quem isso menos se esperava -, fica deles, e ultrapassando a forma, a elegia. Uma espécie de resignação, de desenganada saudade perante um fim que se antevê e se sabe nada trazer de melhor.
Talvez seja apenas a (magnífica fórmula) “diligente prudência dos desiludidos” invocada no final do prefácio à recente edição d’ O Mosteiro. Desiludidos que estejamos – que não com o blogue! – continuemos por aqui.
Todos os dias.»
Do nosso leitor Costa

Recebi ontem um exemplar do livro. Uma boa impressão. Uma boa iniciativa
Ainda bem que gostou, fico muito satisfeito. Posso saber com quem estou a dialogar?
Grato. Dos textos reunidos comecei pelos de quem já partiu. Um critério, como qualquer outro.
Brevíssimas páginas. A nossa eterna dúvida, quanto ao que poderia ter sido, ao que esteve talvez quase a acontecer (se não fosse…); as sufocantes e omnipresentes estupidez e pesporrência da administração pública, essa interminável e sempre perdida guerra imposta ao cidadão (ao “contribuinte” que é o que conta) português. Depois, em registo bem mais saudável – os outros, não o sendo, não podem ser nem esquecidos nem branqueados, Antero (ainda que fatalmente triste) e os Açores.
Não me arrependo deste começo de leitura.
Costa
Fez muito bem, meu caro Costa. O nosso João merece a homenagem – infelizmente póstuma – que lhe fazemos nesta colectânea.
Recebi ontem o meu. É muito bonito. Parabéns!
Muito obrigado, Catarina. Por ter ajudado a que este nosso livro se tornasse realidade. bre-os-pescocos-curvados-que-temos-26698 0
Não esquecerei.
E parabéns por este seu texto, que acabo de ler e merece transcrição:
https://insensatez.blogs.sapo.pt/so
Infelizmente, essa dos pescoços curvados é uma realidade cada vez mais comum.
Uma boa semana 🙂