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«O melhor sentimento foi o de assistir a tanta gente inteligente que não estava a pedir licença para dizer o que pensava, violando as regras naturais da oligarquia de disseminação do pensamento publicado em Portugal, gente de várias proveniências e de vários destinos que se foi juntando para praticar, em co-autoria, um delito de opinião. Um delito a que todos na nossa liberdade devemos porventura mais do que ainda agora reconhecemos.»
Do posfácio de João Taborda da Gama, intitulado “A Malta dos Blogues”

FRASE DE SEMPRE
“Um delito a que todos na nossa liberdade devemos porventura mais do que ainda agora reconhecemos”
Merece vir no meu livro das frases de 2018…
Já recebi o meu exemplar! Já li talvez um texto de cada autor? Gostei do Ouro do Reno, do indomável Bogey, da casa de Saramago na Rua da Esperança… é bom poder ler assim, por autor, por texto, sem perder o fio condutor.
Como qualquer bom leitor que se preze, a procura do que ou dos que mais nos apraz ler, apesar de inconsciente é um facto e na realidade não desaponta, muito pelo contrário.
Gostei muito de saber, Dulce.
Merece um Comentário da Semana especial.
Se já tinhamos conhecimento dos autores, agora o cheirinho dos inéditos de quem leu, seguidos, os textos escolhidos…
Irremediavelmente a comprar. Onde, Pedro?
O livro estará à venda a partir de agora no mercado livreiro, Sarin.
E haverá sessão de lançamento em Lisboa: dia 10 de Maio, na livraria Almeida do Saldanha Plaza.
Pode também ser encomendado por correio à E-primatur.
As Frases de 2017 já cá cantam (Bertrand, do Mar shopping )…. prenda de aniversário da progenitora, servindo ainda como prova das amizades de gabarito do filho 😊
Obrigada, Pedro. Estarei atenta.
Pois, Lisboa… 🙁
Encontramo-nos na Feira, com sorte…
Lisboa não é assim tão longe, Sarin. Lá estarei, na Feira do Livro, a dar autógrafos.
No ano passado pedi um ao Mário de Carvalho, que estava sentado ao meu lado. Grande escritor, grande senhor.
Também gosto muito de Mário de Carvalho, embora não tenha tido a honra de me cruzar com ele.
E sim, Lisboa é perto – a agenda nem sempre ajuda, mas há alturas em que se tem que dar um murro na mesa e acertar no visor da bicharoca, “olhos que não vêem, relógio que não se ressente”.
Mas Quintas-Feiras são dias terríveis.. Lá estarei na Feira do Livro para recolher um – numa sexta ou num sábado 🙂
(E este Sábado não estarei em Lisboa mas desejo no Domingo poder achar que é efectivamente Domingo e não Sexta-Feira
)
Chegou ontem, finalmente, mas só hoje cheguei eu a casa (e não, não cheguei de ociosa “ponte” e fim se semana prolongado).
Lidos os prefácios e o posfácio, elegantíssimos – e até grafados em bom português (em português, enfim), mesmo de quem isso menos se esperava -, fica deles, e ultrapassando a forma, a elegia. Uma espécie de resignação, de desenganada saudade perante um fim que se antevê e se sabe nada trazer de melhor.
Talvez seja apenas a (magnífica fórmula) “diigente prudência dos desiludidos” invocada no final do prefácio à recente edição d’O Mosteiro. Desiludidos que estejamos – que não com o blogue! – continuemos por aqui.
Todos os dias.
Costa
Ainda bem que gostou, meu caro Costa. A edição, de facto, está ao nível daquilo que sempre imaginei e sonhei.
Vou transcrever parte do seu comentário, com a sua autorização.
Fico eu honrado, creia.
Já lá está. Agendado para amanhã.
Com todo o gosto e a devida vénia.